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Ahhh, a energia nuclear!

Olá pessoas catastróficas, estrombólicas e mediováigeis.
Trago-lhes um post sobre a arma mais poderosa de destruição em massa da Terra: as armas nucleares.

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Vamos começar com algo bem simples, o que é uma bomba nuclear?
Uma bomba nuclear é uma arma com alto poder de destruição em função da grande quantidade de energia que libera. Esta energia liberada pela bomba é originada pela reação nuclear. Além de energia, essas bombas liberam, ao explodirem, grande quantidade de radiação e calor.

Essas bombas foram usadas somente duas vezes na história da humanidade, exatamente nos ataques de Hiroshima em 6 de Agosto de 1945 e em 9 de Agosto de 1945 na cidade japonesa de Nagasaki. Exatamente três dias depois. Uma segunda e quinta-feira respectivamente. A estimativa de baixas, com este ataque devastador, foi de 220 mil pessoas, 140 mil em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki. Números mais do que surpreendentes para a época, e continuam sendo até hoje.
Vejam como ocorreu o bombardeio a Hiroshima.

Apesar de somente duas bombas terem sido usadas para fins militares, diversas outras serviram como teste.

Vejam esta bomba atômica “inferior” de apenas 5 megatons:

Já essa outra era a bomba atômica mais potente da época com 57 megatons:

Após 5 anos da invenção da bomba atômica, espiões soviéticos infiltrados tem território americano conseguiram fazer com que os cientistas soviéticos desenvolvessem a primeira bomba atômica. Fazendo com que os EUA perdessem o monopólio da força nuclear.

Neste vídeo são testes com bombas comuns. Não me perguntem a definição de bombas atômicas comuns.

Neste aqui, tudo em um raio de 20 quilômetros é vaporizado. Este é o famoso teste atômico de Nevada.

Essa pra mim ganha disparadamente. Por quê? Um terremoto de 6.8 graus foi estimulado ao detonar uma bomba atômica entre 1~2 milhas abaixo do solo. A 5 quilômetros da costa todos os tipos de vida foram apagadas. Menores terremotos posteriores apareceram, ocupando 4.8 graus na escala Richter.
Este teste incentivou a criação do Green Peace por aniquilar toda a fauna e flora por uma certa distância.

Esta filmagem é uma das melhores filmagens que se pode ter de uma bomba nuclear explodindo.

Aqui é uma imagem de um cogumelo calcinante e vaporizador se formando pelo ar. É tão linda quanto fatal.

Um simples teste soviético, nada demais!

Em 1962, houve a Crise dos Mísseis. Mas o que foi a Crise dos Mísseis? Foi o momento mais quente da Guerra Fria. Em resposta à instalação de mísseis americanos na Turquia, os soviéticos instalaram mísseis em Cuba. Contudo, após um voo de espionagem sobre aquele Estado comunista, foi revelado que havia por volta de 40 silos prontos para abrigar armas nucleares. À época, John Kennedy fez um pronunciamento dizendo que não pouparia esforços em atacar a URSS de Khruschev. Ou eles retiravam os mísseis de lá ou a porrada iria comer guerra seria inevitável. Mas qual a real gravidade disso? Simples! Cuba fica a apenas 150 Km de distância dos EUA.

Uma simples detonação de um artefato nuclear.

Desse problema (da crise dos mísseis) foi gerado o termo “Os Treze Dias” pois o impasse durou 13 dias. Durante esse período, milhares de famílias americanas compraram tijolos e cimento e cavaram o mais fundo que poderiam para, caso a guerra começasse, terem alguma chance – mesmo que ínfima – de salvação.
Essa crise foi solucionada com a retirada dos mísseis de Cuba e dos mísseis da Turquia.

O que resultou disso tudo foi a percepção das duas potências da Guerra Fria que para promover a MAD (Mutual Assecured Destruction – Destruição Mútua Assegurada) não era necessário muita coisa. Temendo isso, ambas as potências celebram o PTBT que era um tratado para proibição parcial de testes nucleares e proibia testes atmosféricos e subaquáticos mas na prática, ninguém respeitou.

Posteriormente, a Guerra Fria acabou e com isso, o término dessa sensação de insegurança. Contudo, em 2010 ainda houve outro tratado entre Estados Unidos e Rússia sobre a redução de bombas nucleares. Reduzia de 2200 para 1550 ogivas mobilizadas, isto é, prontas para uso. Ou seja, ambas as partes somente desmobilizaram as mobilizadas e guardaram-nas.
Estima-se que haja em torno de 50 mil ogivas nucleares no mundo, tanto mobilizadas e desmobilizadas. Mas o que mais assusta mais, senhores, é que são somente necessárias 10 ogivas nucleares para acabar para sempre com todas as formas de vida no planeta.

Agora, para fechar com chave de ouro, este teste subaquático. Observem o tamanho da explosão:

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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