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Ato canibal registrado em fotos (Atualizado)

Atualização 16/07/2013 – 13:42)

Muitos leitores mandaram fontes confirmando que essa equipe faz limpeza de cemitérios.

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Opa, comboio de pazuzus queridos leitores! O post de hoje, chegou como sugestão por email, enviado pelo leitor César A., e eu achei o material interessantíssimo. Trata-se de muuuuuuuuitas imagens de um ritual canibal na atualidade, é pena não sabermos onde, mas pelos olhinhos puxadinho, com certeza em alguma parta da Ásia. São imagens realmente impressionante, do pessoal posando para as fotos enquanto destroçam o cadáver para fazer uma sopa. Segue uma pequena explicação sobre o canibalismo:

“Canibalismo é o termo usado para se referir a indivíduos que ingerem parte ou totalidade do corpo de um outro indivíduo da mesma espécie. Pode ser chamado de antropofagia. A maioria dos relatos a respeito de canibalismo está ligada a rituais religiosos para se adquirir as suas características ou até mesmo como acto de sacrifício ao deus do culto. Os Aztecas foram os canibais mais famosos até os dias de hoje, pois eles matavam e comiam seus prisioneiros. Dentro da lei, o canibalismo se enquadra como crime de mutilação e profanação de cadáver. Em rituais, o canibalismo ocorre fortemente em adoradores satânicos que acreditam que ao comer a carne de uma pessoa, a força dessa pessoa será transferida para ele. Acreditam também que quando a pessoa tem um demônio no seu corpo ela passa para ele tornando-se assim também mais poderoso”.

Algo nesse post me lembrou muito as peripécias do Dr. Hannibal Lecter

Hannibal

É isso, gente. Desejo um bom restante de domingo para todos, e que o fim de semana de todos acabe bem. :)

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Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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