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Esse negócio de ser partido ao meio tá virando moda (Atualizado)

Muito boa tarde, filhos de uma ronca e fuça famigerados leitores! Como disse no título, esse negócio de sofrer um acidente, e acabar partido ao meio está virando moda. Nem eu sei que macha é essa na cueca quantos posts com vídeos desse tipo já compartilhei por aqui. Só que nesse caso, esta mulher não ficou muito inteira da cintura pra cima, diferentes dos outros casos, onde alguns até sobreviveram mais um pouco. Nem pra baixo também. Enfim, de certeza, o fato aconteceu aqui no Brasil, pois os corvos populares falam português brasileiro, e a única coisa que se sabe, é que faleceram 2 pessoas: A mulher, e um homem, que segundo um cara fala no vídeo, está bem melhor que a moça (What? E os dois não estão mortos?).

20/05/2013 – 10:27

Eis que recebo informações do caso, através de um comentário de nosso leitor Bocão:

Fala Peu, esse acidente foi aqui em Angra dos Reis no Rio de Janeiro, no bairro do Frade, nesse dia essa menina havia saído de moto na garupa do namorado junto com outro casal de moto, eles batendo pega, na curva da usina nuclear a moto entrou na contra mão e bateram de frente com um ônibus da viação senhor do bonfim, a menina e o rapaz morreram na hora. Detalhe no dia anterior tinha sido aniversário da menina.

Valeu, Bocão! :)

Mais uma vez, venho com aquele velho clichê: Que sirva de alerta a todos aqueles que pensam que são o Black Kamen Rider em sua Battle Hopper (valeu pela correção, pK).

Black_Kamen_Rider na Petro Hoper
Bicho, eu amava esse cara! *-*

E por hora, é só, companheiros. Bom final de semana a todos, e tenham cuidado pra não virar post nessa bagaça. Amanhã, tem mais!

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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