,

Everest: Zona da morte

Opa, pessoas absurdamente lindas minhas leitoras e meus leitores queridos! O post de hoje, foi uma dica da minha amiga, leitora, e noob no Point Blank (Desculpe, não resisti Hahahahahahaha) Karen Ribeiro. Espero que gostem:

Chegar ao topo do mundo é um sonho de muitos. É por isso que o monte Everest é escalado todos os anos por centenas de alpinistas, e poucos destes realmente decidem chegar ao cume. O que nem todo mundo sabe, no entanto, é que para cada 10 pessoas que chegam ao topo do Everest, uma nunca mais volta. O cemitério a céu aberto do monte Everest, num local chamado de “zona da morte”, coleciona mais de 220 corpos, ainda parcialmente preservados pelo ar frio e seco.

A “zona da morte” nada mais é do que qualquer lugar que fique acima dos 8.000 metros de altura, limite que torna impossível a adaptação do ser humano ao meio, por conta do frio descomunal e do ar extremamente seco e rarefeito. Ninguém sobrevive na zona da morte por muito tempo. Por isso há um tempo máximo de descanso no topo do Everest, pois há casos de pessoas que simplesmente lá ficaram e não conseguiram mais descer, por conta do esforço descomunal exigido pela altitude tão extrema.

Mas não é só isso que torna a zona da morte tão perigosa. Alpinistas também sofrem de um efeito alucinógeno, chamado de “febre do cume”, desencadeado pelo ar tão rarefeito. Há registros de pessoas que literalmente achavam que suas cabanas eram do tamanho de catedrais, e de outras que começaram a perder a sanidade por conta das condições tão difíceis a elas impostas. Muitas destas pessoas, intimidadas pela grandeza e implacabilidade do Everest, continuam lá, sem vida, e só descem quando o vento as carrega de volta.

Alpinistas mumificados pelo frio há anos decoram a trilha até o topo do mundo e, infelizmente, nenhum deles poderá ser levado de volta para que sejam devidamente sepultados; missões de busca e salvamento ou resgate de corpos no Everest são missões suicidas. Todos os esforços do tipo que ocorreram foram malsucedidos, e acarretaram em mais mortes. Na zona da morte, quando alguém fica para trás, fica de vez.

O vídeo a seguir mostra fotos de vítimas da zona da morte.

Usuário Android ou iOS clique AQUI.

É inimaginável a quantidade de pessoas que já tentaram subir esse “morrinho”, e não voltaram (pelo menos com vida).

Pessoal, minha amiga e leitora do blog Paola da Costa, me pediu humildemente que a ajudasse a pedir a ajuda de vocês. Ela pede que, quem puder, responda apenas um questionário de 10 perguntas sobre Radiação. Não precisa se cadastrar, fornecer email, nem nada. Não tomará mais que 2 minutos de seu tempo. Ela quer uma base do conhecimento popular sobre o assunto, para dar palestras sobre os males que a radiação pode causar a cada um de nós. Peço a ajuda de vocês, pois esse é um assunto complexo, e que pouca gente tem noção do quanto pode ser nocivo. É só clicar no link abaixo, e responder as 10 perguntas. Repito: Não é necessário nem dizer seu nome, muito menos, se cadastrar.

Para responder o questionário, basta clicar AQUI. Eu e ela ficamos muito agradecidos por sua ajuda. :)

Sugestões no [email protected] ou no Facebook. No mais, sem mais. Desejo uma ótima semana a todos vocês!

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

Comentários