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Irmãos gêmeos esquartejados na Paraíba

Olha eu aqui de novo, Rui de Nô, Doutorzinho e Edgar caros leitores! Hoje, tenho mais uma matéria daquelas pra vocês. Eu tinha outro post preparado pra hoje, mas pesquisando na net, achei esse caso, e decidi postar, deixando automaticamente o outro para amanhã.

Este fato aconteceu na cidade de Mari – PB. A polícia, recebeu uma denúncia de que havia um cadáver enterrado, às margens do “Açude do Governo”. Chegando lá, os policiais encontraram a cena de um musical da Broadway crime cometido com requintes de crueldade, pois era possível ver partes de um corpo enterrado de um lado do açude, e dentes, partes de um crânio, massa encefálica e pelo menos 5 capsulas de pistola 380 do outro. Também foram localizadas vestes, e um cordão de prata. Pois bem, a área foi isolada, e peritos foram chamados para o local,  e logo começaram um bunda lê lê a cavar o local onde dava pra ver partes de um corpo enterrado… E logo tiveram uma surpresa: Não havia um cadáver ali, e sim dois, esquartejados, um corpo sobre o outro. De início, os corpos não foram identificados, pois suas cabeças não estavam juntas aos corpos, mas populares encontraram um saco sujo de sangue, que estava ao lado de um par de bolas tênis, dentro de um matagal também às margens do açude, e chamaram os peritos, que ao abrir o saco, constataram se tratar de meio quilo de queijo de coalho das cabeças dos indivíduos, identificados por curiosos, como sendo Willian e Kekê, irmãos gêmeos, residentes naquelas proximidades. A polícia ainda não sabe o motivo dos assassinatos.

 

Policiais desenterrando os corpos (Vídeo muito melhor que as imagens):

 

 

Por hoje é só, pessoal. Amanhã tem mais!

Até a próxima. Beijo na bunda!

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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