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Tragédias do Ar #1

Opa, Staphlylococcus Epidermidis amados leitores! É possível, que aqui esteja surgindo uma nova série. Não tenho certeza, e não sei se existirá material suficiente para o que pretendo, mas vamos ver no que dá. Vocês entenderam no decorrer do post, que inclusive, foi feito na íntegra por meu amigo Wagner Rocha (a quem devo muitos agradecimentos por dicas, e truques, digamos assim). O post ficou maravilhoso, e acredito que muita gente irá gostar do que vem por aí. Vamos lá.

Tente pensar naquilo que será seus últimos segundos de vida. O que passa pela sua cabeça?

O medo é uma reação em cadeia no cérebro, que tem início com um estímulo de estresse e termina com a liberação de compostos químicos que causam aumento da frequência cardíaca, aceleração na respiração e energização dos músculos. Um ataque de pânico, também conhecido como crise de pânico ou crise de ansiedade, é um período de intenso medo ou desconforto, tipicamente abrupto.

Os comportamentos instintivos podem assumir formas muito complexas, com longas sequências de ações especializadas para determinados fins como, por exemplo, os dois outros conceitos supracitados. Mesmo com citações e conceitos prontos, não somos capazes de ilustrar a real sensação de estar dentro de um avião na hora de uma falha. Acredito que seja algo horrível. O cérebro tenta fugir da idéia de estar em risco de morte. Você pensa em familiares, pensa que vai dar tudo certo, porém, às vezes, não é bem esse o final da história.

 Iremos iniciar um estudo sobre Desastres Aéreos. Talvez você nunca mais consiga ver um avião com os mesmos olhos, ou até crie aversão à ideia de voar. O objetivo desta série de posts é levar você, leitor, a sensação de estar na pele de todos os envolvidos numa situação onde quase sempre prevalece a catástrofe.

Sinta a dor de ouvir, direto da cabine dos pilotos, o desespero. Ouça o drama dos familiares das vítimas. Vivencie, mesmo que por poucos minutos, o que é partir para um destino sem volta.

Colisão – Voos Gol 1907 e Legacy

Recém entregue ao comprador pela Embraer, em São José dos Campos (SP), o Legacy tinha como destino final os Estados Unidos. Por ser um avião novo, teria que obrigatoriamente pousar em Manaus para cumprir rotina de desembaraço alfandegário. A tripulação era formada pelos pilotos americanos Joseph Lepore, piloto comercial há mais de vinte anos, com mais de oito mil horas de voo, e o co-piloto Jan Paul Paladino, piloto comercial há uma década, com mais de seis mil horas de voo.

PilotsLepore e Paladino

Abaixo, uma matéria exibida pela Rede Record:

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Anatomia do acidente:

ANATOMIA DO ACIDENTE

ANATOMIA DO ACIDENTE 2

ANATOMIA DO ACIDENTE 3

ANATOMIA DO ACIDENTE 4

ANATOMIA DO ACIDENTE 5

ANATOMIA DO ACIDENTE 6

ANATOMIA DO ACIDENTE 7

Não iremos expor nossa opinião sobre esta tragédia. Abrimos o espaço a você, leitor(a) do IÉB, a colaborar com seu comentário logo abaixo.

Achamos interessante que você veja a reportagem e libere seu próprio senso crítico sobre o caso.

Porém, é notória a falta de preparo dos pilotos americanos ao brincar com a vida.

As vítimas do voo da Gol sequer tiveram tempo de saber o que aconteceu.

192021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui, um documentário sobre o ocorrido.

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Referências
http://grupopapeando.wordpress.com/tag/fisiologia-do-medo/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_de_p%C3%A2nico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Instinto
http://www.assustador.com.br

Hoje, é com um imenso prazer que posto o mais novo trabalho de minha amiga Natacha Fernandes. Essa moça manda muito bem! Espero que gostem:

Wagner, meu MUITO OBRIGADO a você, cara. Esta parceria aparenta ter dado certo. :D

No mais, sem mais, pessoas. Sugestões no [email protected] ou no Facebook.

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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