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Vítimas de explosão (supostamente)

Opa, tarados em dedões com cheirinho de queijo gorgonzola queridos leitores! A dica de hoje, é mais uma do leitor Leley Oliveira.

Não é de hoje que vemos pessoas com vários tipos de escoriações por aqui. Decepados, decapitados, sem dedos, sem pele, sem ossos, sem olhos, sem órgãos… De tudo um pouco, já apareceu nessa birosca. Mas esse caso, confesso que é um pouco impressionante. Tratam-se de vítimas de uma suposta explosão de uma fábrica clandestina de fogos de artifício (era o que dizia na fonte). Não haviam mais informações, inclusive, de onde o fato aconteceu, porém, é notável que não foi no Brasil. Como o áudio não está bom, e eu ando meio gripado (ouvidos trabalhando a uns 60% da potência total + ou -), eu não consegui identificar se o idioma é sequer latino (tipo espanhol), ou um dos mais comuns, tipo inglês,  francês ou italiano. Na verdade, o vídeo aparenta até ser um pouco antigo, e quem sabe até já foi postado por aqui outrora… mas, enfim. Achei que deveria ser compartilhado por um pequeno detalhe: Além das vítimas sem vida, um homem, mesmo com tantas escoriações, continua vivo. E aparenta reclamar muito da situação em que se encontra. Também, não é pra menos… Eu só não sei onde ele ainda encontra forças para reclamar.

Informações, são sempre bem vindas, e dão direito a créditos.

 

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Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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