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Cobras: Bizarramente incríveis e perigosas [Atualizado]

Atualização 19/12/2013 – 11:07

Minha amiga e veterinária Rayssa Hasters me enviou algumas imagens de picadas, para serem adicionadas a galeria, e o melhor: Com informações de qual serpente causou o dano. :D

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E aí, você que tem um amigo que acha que imita bem o Silvio Santos queridos leitores! Hoje, resolvi preparar um post sobre esses incríveis animais: Cobras.

As cobras, animais inseridos no grupo dos répteis, são seres rasteiros, que não possuem pernas. Também conhecidas como serpentes, são animais de sangue frio, e precisam do sol para regular a temperatura corporal.

As cobras metem medo em muita gente… Isso, por algumas delas deter o poder de matar… Outras, por atingirem tamanhos gigantescos, podendo asfixiar seres de diversos tamanhos.

A maior parte das cobras põe ovos, e parte destas abandona-os pouco depois de os pôr; no entanto, algumas espécies são ovovivíparas e retém os ovos dentro dos seus corpos até estes se encontrarem prestes a eclodir. Recentemente, foi confirmado que várias espécies de cobras desenvolvem os seus descendentes completamente dentro de si, nutrindo-os através de uma placenta e um saco amniótico. A retenção de ovos e os partos ao vivo são normalmente, mas não exclusivamente, associados a climas frios, sendo que a retenção dos descendentes dentro da fêmea permite-lhe controlar as suas temperaturas com maior eficácia do que se estes se encontrassem no exterior.

É importante ressaltar algumas coisinhas…

O que é peçonha?

A peçonha, é basicamente o “veneno” existente em algumas cobras. A peçonha, é um tipo de agente tóxico, que é inoculado através da picada. As cobras peçonhentas apresentam glândulas salivares modificadas, responsáveis por produzir uma espécie de saliva tóxica rica em enzimas e proteínas,  e sua função básica é auxiliar na digestão das presas, já que estas são engolidas inteiras. Não seria bem correto chamar a peçonha de veneno, já que esta, se engolida por qualquer ser, não acarreta nenhum prejuízo.

Quais são os tipos de peçonha?

Cada espécie de serpente apresenta sua particularidade, por mais que os efeitos das picadas de duas cobras de diferentes famílias pareçam iguais, as suas peçonhas trarão formulas moleculares diferentes. Mas mesmo assim podemos agrupar as cobras de acordo com os efeitos das peçonhas no corpo de outros seres. Então, classificaremos assim:

  • Ação Proteolítica: As proteínas presentes nesse tipo de peçonha são capazes de necrosar os tecidos com os quais entram em contato, causando severas lesões locais.  Isso acarreta  diversas infecções, e pior, são capazes de romper as paredes das nossas veias e artérias, o que resulta em hemorragia.
  • Ação Coagulopática: É um problemas muito sério, pois o mesmo veneno que contém um forte coagulante também atua como um anticoagulante severo. Assim que o sangue intoxicado chega na nossa circulação, ele começa a se coagular, obstruindo a irrigação dos tecidos. E após algum tempo, esse mesmo agente tóxico começa a barrar a coagulação do sangue por todo o corpo, mas isso sem afetar a microcirculação já comprometida. É uma situação muito delicada, pois nesse estado uma hemorragia ocorre facilmente, principalmente no caso de algum vaso rompido.
  • Ação Neurotóxica: Ocorre quando a peçonha em questão consegue bloquear a transmissão de um impulso nervoso até o músculo. Dependendo da espécie de cobra, a peçonha pode ser pré ou pós sináptico, mas em ambos os casos, os músculos se encontrarão inertes após a picada.

Fui picado, o que eu faço?

Primeiramente você vai ter que se manter calmo, depois seguir IMEDIATAMENTE para o hospital mais próximo. O próximo passo, é tentar identificar a serpente. Se não tiver ninguém por perto para fotografar a mesma (para ajudar na identificação), é o jeito levar a serpente junto… mesmo que morta, se infelizmente não tiver outro jeito. Até lá, pode-se lavar bem o local da picada e colocar gelo, o que retarda o efeito das enzimas. Também é aconselhavel deixar o braço abaixo do nível do coração, para dificultar que o sangue chegue rapidamente até o mesmo. Atenção para algumas dicas:

NÃO FAZER TORNIQUETE! A única coisa que isso vai causar é um acúmulo de toxinas no membro, o que pode resultar em uma necrose irreversível!

A partir do primeiro minuto em que você é picado, a peçonha já se espalhou pelo corpo, logo, não adianta chupar a peçonha. Ela não vai estar mais lá, no exato local da picada.

Já falamos muito. Então, vamos ver algumas imagens, e saber mais um pouco sobre algumas delas. :D

Não peçonhentas:

São aquelas que não contém toxinas. Usam de outras artimanhas para matar suas presas, como a asfixia, ou mesmo, se alimentam de outras coisas, como ovos. Seus mecanismos de defesa variam, mas um deles é comum em 100% desses animais (peçonhentos ou não): A mordida. Todas as cobras tem dentes, e suas mordidas podem fazer um estrago e tanto, podendo necessitar pontos inclusive, dependendo do tamanho do animal. Vejamos algumas delas:

Jiboia:

jiboia boa

A Jiboia é uma serpente não peçonhenta, pertencente a família Boidae, da espécie Boa Constrictor. Dividem-se em duas sub espécies: A Boa Constrictor Constrictor (BCC – a da foto) e Boa Constrictor Amarali (BCA), mas sem grandes diferenças. São relativamente primitivas, e atingem tamanho média a grande. Adultas, podem medir por volta dos 5m. Vive em terra e na copa das árvores. Gosta de água, mas sobrevive sem problemas em locais de secas extremas. Mata as presas (em geral, roedores e pássaros) por constrição, sufocando-os até a morte. É um animal dócil, quando acostumado com a presença do ser humano, o que o faz um dos animais exóticos mais criados como bicho de estimação (inclusive por mim).

Jiboia Arco Iris (Salamanta):

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A Jiboia Arco Iris também é da família Boidae. Sua espécie é a Epícrates Cenchria. Adulta, pode atingir até cerca de 3m. É um animal terrícola. Se alimenta de aves e roedores, e também mata por constrição. Uma característica especial dela, é refletir a luz em sua pele, com um tipo de brilho colorido. Também é um animal dócil, quando acostumado com o ser humano, e assim como sua prima Jiboia, é muito usada como animal de estimação (inclusive por mim).

Sucuri:

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A sucuri, também conhecida como anaconda, arigbóia, boiaçu, boiçu, boiguaçu, boioçu, boitiapóia, boiuçu, boiuna, sucuriju, sucurijuba, sucuriú, sucuruju, sucurujuba e viborão é uma cobra sul-americana, também da família Boidae, pertencente ao gênero Eunectes. Tem a fama de ser uma cobra enorme e muito perigosa. Existem quatro espécies, das quais as três primeiras ocorrem no Brasil: Eunectes notaeus, a sucuri-amarela, menor e endêmica da zona do Pantanal; Eunectes murinus, a sucuri-preta, maior e mais conhecida, ocorrendo em áreas alagadas da região do cerrado e da Amazônia, sendo que, neste último bioma, os animais costumam alcançar tamanhos maiores (a da foto); Eunectes deschauenseei, a sucuri-malhada, endêmica da Ilha de Marajó; e a Eunectes beniensis, a sucuri-da-bolívia. É uma das maiores serpentes do mundo, podendo chegar facilmente aos 8m. Prefere áreas alagadas, para facilitar sua locomoção, principalmente ao ingerir alguma presa. Mata por constrição, e seu alimento varia de acordo com seu tamanho, podendo engolir capivaras, veados e até bezerros quando adulta. É um animal extremamente agressivo.

Píton Birmanesa:

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A Píton é outra das serpentes maiores do mundo, brigando com a sucuri. Pertence a família Pythonidae, e é um animal muito dócil. É um animal nativo da região asiática, e de algumas partes do Canadá. São animais dóceis, quando acostumados com a presença humana. Existem diversas sub espécies deste animal, sendo as mais conhecidas a Píton Birmanesa (foto acima) e a Píton Reticulada, que é um pouco menor. O albinismo (foto abaixo) é um fator comum dentre esses animais, não se sabe bem o por quê.

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Periquitambóia (Cobra Papagaio):

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Corallus caninus, conhecida popularmente como araramboia, arauemboia, boa, cobra-papagaio, jiboia-verde, periquitamboia , araboia, boa-arborícola-esmeralda e píton-verde-da-árvore, é uma serpente amazônica de hábitos noturnos, considerada um dos mais exuberantes ofídios. Pertence à família Boidae. Sua medida pode ultrapassar mais de 1,5 m. A espécie possui normalmente dorso verde com barras transversais branco-amareladas e região ventral amarela, mas podem ter as mais variadas cores (como na foto). É uma constritora, que passa um grande período de tempo enrolada em troncos de árvores. Ela alimenta-se basicamente de roedores, pequenas aves e répteis. A cobra-papagaio consegue elevar sua temperatura e incubar os ovos, fazendo seu corpo tremer. É uma espécie super agressiva.

Caninana (Papa Ovo):

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Spilotes pullatus é uma serpente da família Colubridae, característica da América Central e América do Sul, que também ocorre em Trinidad e Tobago. A caninana pode atingir cerca de 4 metros de comprimento e é bastante rápida e ágil. Apesar de ser bastante agressiva, a caninana não é peçonhenta. Alimenta-se principalmente de roedores arborícolas, pequenas aves e ovos. Também é conhecida como arabóia, cainana, cobra-tigre, iacaninã, jacaninã, papa-ovo e papa-pinto. Também possui variação em sua coloração, como na foto abaixo.

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Corre campo (cobra cipó):

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Thamnodynastes pallidus é o nome científico da serpente também designada popularmente como corre campo, cobra-do-mato, corredeira, ubiraquá ou cobra cipó. Distribui-se amplamente pela América do Sul, incluindo a Guiana, Suriname, Guiana Francesa, nordeste do Brasil, Peru, Venezuela, Argentina, Colômbia e Bolívia. Chega a atingir um comprimento de 1,5m. O seu corpo é amarelo-bronzeado com duas linhas laterais escuras. As escamas apresentam uma borda negra. Elas também possuem uma variação, podendo serem completamente verdes, assim, sendo chamadas de Cobra Verde.

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Falsa-Coral:

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A Oxyrhopus trigeminus é uma espécie brasileira de serpente da família dos colubrídeos. Tais répteis possuem coloração avermelhada, com anéis dorsais azuis ou negros e amarelos ou bracons e ventre vermelho. Alimentam-se preferencialmente de lagartos. Podem chegar a 1m. Incidência: Região Nordeste do Brasil. Depois aprenderemos a diferenciar a falsa da verdadeira.

Peçonhentas:

São as famosas cobras venenosas. Usam esta, tanto para conseguir seu jantar, quanto para se defender de predadores, inoculando a mesma através de presas, geralmente localizadas na parte inferior da boca (com exceções). A peçonha também é um forte aliado para a digestão. A maioria delas, podem causar grandes estragos, como necroses irreversíveis, cegueira e outras sequelas, podendo levar seres humanos a óbito. Vejamos algumas delas:

Cascavel:

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Cascavel é o nome genérico dado às cobras dos gêneros Crotalus e Sistrurus. As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. Geralmente, refere-se mais especificamente à espécie Crotalus durissus (foto), cuja área de distribuição se estende do México à Argentina. A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo às vezes é interpretado como correspondente a idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima possibilidade de evitar o confronto.

Jararaca:

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Bothrops é um gênero de serpentes da família Viperidae. Popularmente, as espécies são denominadas de jararacas, cotiaras e urutus. São serpentes peçonhentas, encontradas nas Américas Central e do Sul, sendo importantes causadoras de acidentes com animais peçonhentos no Brasil e nos outros onde se distribuem, com altas taxas de morbidade e mortalidade. As diferentes espécies apresentam grande variabilidade, principalmente nos padrões de coloração e tamanho, ação da peçonha, dentre outras características. Atualmente, 47 espécies são reconhecidas, mas é consenso dentre os pesquisadores que a taxonomia e sistemática deste grupo está mal resolvida, de modo que novas espécies têm sido descritas e algumas sinonimizadas

Surucucu:

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É a maior cobra peçonhenta da América do Sul. Vive em florestas densas, principalmente na Amazônia, mas conhecem-se registros na literatura da presença desse animal até em áreas isoladas de resquícios de Mata Atlântica.

Coral Verdadeira:

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As corais (Micrurus e Oxyrhopus) são serpentes de pequeno porte, facilmente reconhecidas por seu colorido vivo. Há corais peçonhentas (Micrurus) e não-peçonhentas (Oxyrhopus), mas não é difícil a distinção, possível pelo exame minucioso da posição das presas ou da qualidade dos desenhos (anéis). As cobras-coral existem na América do Sul, América Central e Sul dos Estados Unidos.  Seu veneno é de longe muito mais tóxico do que o da jararaca ilhoa, a segunda serpente mais venenosa do Brasil. As corais, além de serem muito visíveis devido às suas cores, não apresentam o comportamento de ataque como, por exemplo, das cascavéis. As presas das corais são pequenas e podem estar localizadas na porção anterior da mandíbula, na Micrurus, como na porção posterior, nas  Oxyrhopus. Portanto, elas não picam, mas mordem a caça para inocular a peçonha.

Para distinção, é só lembrar do ditado: Vermelho com amarelo perto, há veneno, fique esperto. Vermelho com preto ligado, pode ficar sossegado. :D

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Víbora do Gabão:

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A Bitis gabonica é uma espécie de víbora venenosa encontrada nas florestas e savanas da África subsariana. Esta espécie é a maior do género Bitis, e também é considerada a maior víbora do mundo,além de ter as maiores presas e a maior produção de peçonha dentre as cobras.

Mamba Negra:

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Dendroaspis polylepis é uma das cobras mais venenosas do continente africano. Seu tamanho varia de 2,5 m a 4,5 m. É a cobra mais rápida do mundo, capaz de se deslocar a 20 km/h. No entanto, usa essa velocidade para escapar do perigo e para atacar as suas presas. Ao contrário das outras espécies do mesmo gênero, vive a maior parte do tempo no solo, mas pode escalar árvores com facilidade. Sua dieta consiste de pequenos mamíferos e aves. Tem um bote muito rápido e seu veneno neurotóxico causa paralisia. Se o local da picada for no pé ou na canela, a vitima pode morrer em até 4 horas. Se a picada for na região do tórax ou no rosto a vítima pode falecer em menos de 20 minutos. Sem o tratamento é mortal em 100% dos casos . No verão, a fêmea coloca de 12 a 18 ovos. A mamba negra não tem este nome devido à cor do seu corpo, já que tem uma cor acinzentada(variável), mas ao interior preto da sua boca (Foto abaixo), que ela exibe em sinal de ameaça. Ao contrário do que por vezes se diz, não ataca voluntariamente o homem. No entanto, se torna ferozmente agressiva ao se sentir ameaçada. É encontrada na África do sul, Quênia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbábue, Moçambique, Botswana, Angola e Namíbia.

Black mamba (dead), Mang'ola, TanzaniaDavid Bygott

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Naja é um gênero de serpentes venenosas da família Elapidae , elas variam em toda a África, Sudoeste da Ásia, Sul da Ásia e Sudeste Asiático. Apesar de vários outros gêneros compartilharem o nome comum, a espécie Naja é o grupo mais reconhecido e mais difundido de cobras comumente conhecidos. O gênero Naja consiste de 20 a 22 espécies, mas sofreu várias revisões taxonômicas nos últimos anos, portanto, as fontes variam muito. São animais peçonhentos, agressivos e bastante perigosos. Algumas espécies têm a capacidade de elevar grande parte do corpo e/ou de cuspir o veneno (primeira foto abaixo) para se defender de predadores a distâncias de até dois metros. Outras espécies, como por exemplo a Naja tripudians, dilatam o pescoço quando o animal é enraivecido. A artimanha serve para “aumentar” seu tamanho aparente e assustar um possível predador. Atrás da cabeça, a naja também pode possuir um círculo branco parecido com um olho, também eficaz em amedrontar agressores que a confundam com um animal maior e mais perigoso. As najas são os animais tipicamente utilizados pelos célebres encantadores de cobras da Índia; no entanto elas apenas acompanham os movimento da flauta, já que cobras não possuem audição.

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Há ainda a Cobra Rei (King Snake), que é também uma naja. É a maior cobra peçonhenta do mundo, podendo chegar aos 5m. Sua peçonha não é tão tóxica quanto a da Naja de óculos, por exemplo, mas é letal ao ser humano. O nome vem do fato desta cobra se alimentar de outras serpentes. Esta, é uma das que costumam erguer o corpo até altura da vítima, mais ou menos.

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Deixarei algumas imagens do estrago de algumas picadas, e dois vídeos, um contendo uma picada de cascavel e outro de jararaca, para matar a curiosidade de como é o resultado de uma picada. Informações na legenda de cada imagem. Logo após, deixarei 2 documentários sobre esses animais tão incríveis. Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior.

Picada de Cascavel:

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Picada de Jararaca:

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E aqui, os documentários.

O misterioso universo das serpentes:

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Predadores Selvagens – Cobras:

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E é só. Espero ter esclarecido um pouco mais sobre esses animais tão incríveis. Sempre lembrando que na maioria das vezes (99% das vezes), esses animais só atacam por defesa. Logo, se você der de frente com algum deles, apenas deixe ele seguir seu caminho. Caso invadam seu espaço, chame os bombeiros/polícia ambiental/controle de zoonoses para que o removam. EM HIPÓTESE ALGUMA tente manusear um animal selvagem. Evite machucá-lo (e se machucar), e principalmente tirar sua vida. Apenas faça o que eu disse, e siga sua vida. :D

Mesmo tendo costume, as vezes acontece dessas comigo… Imagine com você…

 Montt

Anubis, uma jovem Jiboia Arco Iris. Pena eu não ter fotosdas demais, no momento.

Sugestões no [email protected] ou no Facebook.

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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