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Garota Indiana com Hidrocefalia (Excesso de água no cérebro)

É o seguinte mói de urubus sedentos por sangue meus queridos leitores… O post de hoje não tem sangue, vou logo lhes avisando (a não ser que alguém aí se corte e mande fotos/vídeo pra mim hehehe). Se vocês lembrarem do post que anunciava os novos autores, no local onde falava de minha categoria preferida, tinha “Todas, menos doenças”. Mas vagando pela net, achei estas imagens, dessa menina Indiana de apenas 18 meses, e decidi pesquisar e fazer um post sobre ela.

Roona Begum, que sofre de uma doença chamada Hidrocefalia (saiba mais sobre a doença clicando no Link da palavra anterior, ou lendo o breve resumo logo abaixo da galeria de fotos), vive com seus pais em uma casa de taipa (barro), na aldeia de Khola Jirania, situada no pobre estado de Tripura, que fica no nordeste do país. O pai de Roona, Abdul Rahman, de 18 anos, trabalha em uma fabrica de tijolos e ganha 150 rúpias por dia (cerca de 6 reais ) e não tem condições de pagar seu tratamento, assim como para interná-la e tentar uma operação. Como na Índia não existe assistência pública, o negócio complica para esta família (nós, pelo menos temos o SUS para reclamar, e eles, nem isso).

Sua cabeça tem uma circunferência de 91 cm (ou seja, duas vezes maior  que o normal), e a impede de ficar de pé, engatinhar e executar outras simples tarefas de um dia a dia normal.

Uma breve descrição sobre a Hidrocefalia:

Hidrocefalia é, de forma genérica, a acumulação de líquido cefalorraquidiano (LCR) no interior da cavidade craniana (nos ventrículos ou no espaço subaracnóideo), que por sua vez, faz aumentar a pressão intracraniana sobre o cérebro, podendo vir a causar lesões no tecido cerebral e aumento e inchaço do crânio.

É um problema de saúde que, na maior parte das vezes, está associado ao aparecimento de Spina Bifida. O líquido cefalorraquidiano passa, no cérebro, de um ventrículo para o seguinte (existem, ao todo, quatro) através de canais relativamente estreitos, circulando depois na superfície do cérebro e sendo, finalmente, absorvido pela sistema sanguíneo. Existe ainda uma parte do líquido que circula ao longo da medula espinhal.

Ora, a acumulação já referida de LCR no interior da cavidade craniana dá-se quando, por qualquer razão, existe uma obstrução à drenagem do líquido para o sistema sanguíneo. Essa obstrução pode estar relacionada, como já se disse, com o aparecimento de Spina Bifida mas pode, efetivamente, ocorrer por outras razões.

A hidrocefalia pode resultar de excesso de produção de LCR (situação normalmente rara, diga-se) ou quando é impedida a circulação ou absorção desse líquido. Quando o líquido cefalorraquidiano é constantemente produzido mas, de facto, está impedido de circular, acumula-se e causa um aumento, por vezes muito grande, da pressão no interior do cérebro. Os ventrículos incham e o tecido cerebral pode vir a sofrer lesões.

Texto: Wikipedia (Trecho, sem correções… Ctrl+c e Ctrl+v).

Vasculhando um pouco mais, no YouTube, achei este vídeo do Dr. Hermes Prado Jr., falando sobre o assunto:

As fotos da menina, foram divulgadas por um fotógrafo da AFP, e emocionou internautas do mundo todo, que criaram um site baseado na Noruega, lançando uma campanha de angariação de fundos. O site www.mygoodact.com , até o momento da edição deste post, já conseguiu arrecadar US$ 1.500,668.

E é isto.

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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