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Ferramentas para torturas e execuções históricos

 Então, pessoal, deparei-me com material suficiente para lançar mais este megapost, que mostra as máquinas, aparatos e meios de tortura e execução usados no decorrer da história da humanidade. Se você já suspeitava que nossa raça é a mais filha da puta de todas… Não fique mais na incerteza!

Deixo bem claro que o interruptor “Tom Irônico” no texto está ligado com o “foda-se” em intensidade máxima, para dissipar um pouco o horror por trás da criação e utilização destas porcarias.. Óbvio que o assunto é sério e muitas pessoas (a maioria inocentes) morreram pelo processo que estes instrumentos e “técnicas” causavam, e eu estou ciente e respeito isso. Se você não sabe o que é IRONIA, pode parar de ler por aqui mesmo, fechar a página, enfiar dois dedos no cu e ficar boladão na pracinha, porque eu não dou uma foda voadora para o que você pensa.

Em pleno século XXI, homens e mulheres ainda são torturados: espancamento, privação de sono, asfixia e choques elétricos, funk proibidão, burrice alhêia e novelas da Globo estão entre os métodos de tortura mais comuns, segundo o relatório anual da Anistia Internacional. Ao longo da História, outras ferramentas (tão ou mais assustadoras que a minha cara com insônia) foram utilizadas para obter informações, impor medo, castigar ou apenas mostrar poder. Para os psiquiatras, é o torturador que não se resolveu consigo mesmo. “Um homem saudável não tortura os outros. Em geral, é o torturado que se torna o torturador”, eles afirmam… Mas como você sabe, tem gente que é apenas filha da puta mesmo. Como diria nosso amigo DraftL, “Depreciem”:

 Dama de ferro:

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Método de tortura comum na Idade Média, também é conhecido como Virgem de Ferro ou Donzela de Ferro. (Iron maiden, olha a inspiração!) O aprisionado era colocado em um sarcófago – com a estampa da Virgem Maria, daí o nome Dama de Ferro – que, em seu interior, continha uma série de cravos de ferro. Quando fechado, os cravos perfuravam a pele da vítima, no entanto, não atingiam nenhum órgão vital. Como penetravam na pessoa, ela morria aos poucos, por insuficiência sanguínea. Detalhe: alguns modelos eram tão grossos que os gritos do prisioneiro nem eram ouvidos pelo torturador. Se eram ouvidos, o torturador estava pouco se fodendo para os gritos.

Pêra:

peraEra um aparelho em forma de pêra formado por quatro folhas. Nas mulheres, era inserido na vagina ou na boca; nos homens, era enfiado no cu, mesmo. Depois de inserido na vítima, o aparelho, formado por 4 folhas, começava a se abrir. Como suas extremidades eram cortantes, causavam danos irreparáveis nos torturados. Perfeito para castigar estupradores, não?

Roda de despedaçamento:

Roda
Consistia em uma roda na qual o torturado era preso com as costas voltadas para o interior do instrumento. Abaixo da roda, o torturador colocava fogo. A roda, então, era girada. A pessoa assava, aos poucos, feito um porco no rolête.  Em outros casos, o carrasco substituía a brasa por objetos pontiagudos, o que fazia com que, conforme a roda fosse girando, a pessoa fosse virando guisado.

Máscara da Infâmia:

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Esse instrumento promovia uma caça às sogras mulheres linguarudas. Isso mesmo, quem fofocasse muito na Escócia do anos 1500 corria o risco de ter a cabeça trancada em uma gaiola de ferro. Presa à gaiola, uma placa de freio às vezes era inserida na boca da mulher (para dominar sua língua). Por serem de ferro cortante, muitas placas causavam sangramentos na boca do torturado. Mas a tortura não parava por aí: na maioria das vezes, as sogras mulheres – geralmente as que mais sofriam com o método – eram levadas a cidades para serem expostas publicamente. Perfeito hoje em dia para políticos corruptos que não cumprem o que prometem nas eleições.

Tubo Crocodilo:

croctube
O torturado era obrigado a entrar em um tubo de  pregos, que funcionavam como dentes de crocodilo. Dentro, apenas seu rosto e seus pés ficavam expostos. Aí começava a pior parte: Com fogo, o torturador aquecia, gradualmente, o dente de crocodilo, queimando as vítimas. Era o preço por não passar informações. O fogo também podia ser colocado diretamente na face ou nos pés da pessoa. Quem pegava mais pesado obrigava o torturado a se agachar dentro do próprio anel, movimento que acabava perfurando os órgãos vitais da vítima. Pau-no-cuzismo pouco é bobagem.

Empalamento:

empalado
Método mais conhecido, era quando um objeto pontiagudo varava o corpo de uma pessoa. O  empalamento perfeito para um torturador – se é que um método de tortura pode ser chamado de perfeito… – seria quando a estaca longa entrasse pelo ânus e saísse pela boca da vítima. Em alguns casos, o torturador enfiava as estacas sem causar a morte imediata da vítima. Aí começava a girar o objeto, suspender o corpo ou fazer movimentos que torturavam ainda mais a pessoa. Vlad Tepes Draccul (Vlad, O Empalador) adorava isso.

Esfola:

esfola
Método muito utilizado durante a Idade Média e, sobretudo, na inquisição. O torturado tinha as mãos e os pés amarrados em uma espécie de poste e ficava totalmente exposto ao carrasco. Este, então, pegava uma faca e começava a cortar, lentamente, a pele da vítima, deixando seu corpo em carne viva. A tortura, na maioria das vezes, começava pelos pés e subia em direção á cabeça. Geralmente, antes mesmo de chegar à cintura, a vítima já tinha morrido por insuficiência sanguínea. E assim se especializaram muitos cirurgiões até os dias de hoje. Ainda hoje me perguntam porquê não gosto de ir ao médico…

Esticador:

esticador
Imagine dois rolos colocados nas extremidades de uma mesa. Agora, imagine que, em um destes rolos, a pessoa tivesse seus pés amarrados; no outro, suas mãos. Aí o torturador começava a fazer perguntas. Se a vítima não respondesse, os rolos começavam a girar em direções contrárias, afastando-se. A pessoa, então, virava espaguéte. Depois de um tempo, suas articulações começavam a descolar-se e a vítima morria aos poucos.

Tean Zu:

Tean
Era um método simples no qual a vítima colocava seus dedos em uma superfície de madeira e estes  eram separados por varas ligadas a cordas. Se não respondesse às perguntas, as cordas de ferro começavam a ser fechadas, esmagando os dedos do torturado que podiam até ter os ossos escancarados para fora da pele. A Yakuza não tem muita paciência, e corta fora de uma vez.

Forquilha do Herege:

forquilha
Utensílio muito utilizado durante a Inquisição. Era uma vara de metal com um pino em cada uma das extremidades. A parte superior do garfo era colocada no queixo  da vítima, enquanto a inferior pressionava o osso do esterno da vítima. O torturado era obrigado a permanecer com a cabeça erguida o tempo todo, sem se deitar, olhar para o lado ou para o próprio corpo. Qualquer movimento ou descuido e o garfo penetrava em sua mandíbula. Se é instrumento de tortura ou não, depende do ponto de vista: Pode ser um ótimo corretor postural…

Aranha Espanhola:

aranha

Temor de muitas mulheres durante a idade média, era um objeto com garras de metal compridas e que, depois de serem aquecidas, eram fixadas nas mamas da mulher. O metal quente queimava a pele macia dos seios das mulheres. Mais do que isso: as garras se fechavam e o torturador puxava o objeto, arrancando violentamente o peito da vítima. O método também chegou a ser utilizado em barrigas e nádegas. Eu queria enfiar isso no olho do cu de quem inventou. Sério.

Garrote:

garrote
O torturador trancava a vítima em uma cadeira, com as costas presas a uma superfície plana e o pescoço amarrado a uma roda. A roda, então, girava e o pescoço era esmagado lentamente, fazendo com que o torturado fosse sufocado aos poucos. No entanto, essa era a forma menos violenta. Havia garrotes com pregos ou lâminas que, conforme viravam, penetravam na coluna da vítima. Argh…

Manivela Visceral:

manivela
Aqui, o torturado era amarrado em uma mesa e o torturador cortava seu abdômen. Então, separava o intestino delgado da vítima do fundo do estômago e o ligava em uma manivela. Essa, então, começa a tirar centímetro por centímetro do intestino delgado – que podia chegar até 6m – do corpo da vítima (que estava consciente e vendo tudo). Ninguém sobrevivia a esse processo, que matava pela dor que provocava. Nem buscopam na vêia pra aguentar esse.

E aqui tem mais:

Conclusão: Dois filhos da puta concorrem pelo prêmio máximo…Romanos e Gregos.

Mas o prêmio filha-da-putagem mór, vai mesmo para os católicos da época da inquisição:

Eu disse: DA ÉPOCA DA INQUISIÇÃO, seus porras! Não venham generalizando tudo, achando que estou falando de todos os católicos que existem.

No mais, espero que tenham “gostado” de mais este MegaPost.

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