Nova Guiné, a ilha dos Canibais (Re-post)

Opa, comboio de papa jeba queridos leitores! O vídeo de hoje, é dica do leitor Antônio Filho.

Eu nem pretendia postar nada hoje, pois daqui a pouco estarei viajando, e realmente não tinha tido tempo de preparar nada. Aí, pra minha sorte, eis que o Antônio me envia esse material, e em pouco menos de 20 minutos, achei o documentário muito interessante. Como o título sugere, ele gira em torno da Nova Guiné, seus pigmeus canibais e a morte em geral. Deixarei uma pequena definição de canibalismo, retirado da Wipédia, e logo em seguida, o vídeo de uma hora e meia, mais ou menos.

Canibalismo é um tipo de relação ecológica em que certas espécies de animais se alimentam de indivíduos da mesma espécie. Segundo alguns investigadores, essa prática terá resultado da evolução das espécies, com o objetivo de eliminar os indivíduos menos aptos, por exemplo, provenientes de uma ninhada em que alguns filhotes saem dos ovos defeituosos ou imaturos .

Exemplos frequentes são o consumo dos machos de alguns insetos, a exemplo de integrantes da ordem mantodea e aracnídeos pelas fêmeas, depois da cópula. Alguns estudiosos acreditam que esta prática aumenta as probabilidades da fêmea ter uma prole forte, por ter ingerido as proteínas do macho, apesar destas espécies se alimentarem habitualmente de outros animais. Além disso, são citados vários casos de espécies em que o macho desenvolveu estratégias para escapar ao suposto canibalismo da fêmea.

O termo terá origem no idioma arawan, por via do espanhol Caribal de “Caribe”, língua falada por uma tribo indígena da América do Sul ou povos caraíbas antilhanos, de que os viajantes europeus reportaram costumes antropofágicos, e poss. com infl. de can ‘cão1’; fr. Canniba Um caso noticiado pelos mídia no Brasil foi refutado por um “pajé” arawan, que afirmou não conhecer a tradição de canibalismo na sua tribo, ou em tribos do grupo arawan; no entanto, afirmou ter ouvido de seu pai que existiram “povos antigos” que comiam os corpos dos inimigos mortos em batalha. Um antropólogo que estudou as tradições destes povos reiterou não existir o canibalismo nas suas tradições .

 No caso do canibalismo entre seres humanos, a prática é denominada antropofagia. No entanto, alguns casos recentes que podem considerar-se criminosos (ou relacionados a transtorno mental grave), são noticiados amplamente, tanto na mídia como na internet, como casos de canibalismo4 . Para além dos casos macabros, ligados a antigos rituais religiosos, ou a casos recentes, existe ainda um caso amplamente noticiado sobre os sobreviventes de um desastre de avião que supostamente teriam cometido canibalismo por uma questão de sobrevivência“.

_________________________________________________________________________

Atualização 15/11/2013 – 17:17

O leitor Murilo Viomar me mandou um link contendo esse mesmo documentário, postado pelo Eduardo ArrowStrider em 2012. Mas tá valendo, se nem eu, que sou autor, tinha visto, imagina a maioria dos leitores. :)

Valeu pela dica, Murilo.

Usuário Android, iOS ou Windows Phone clique AQUI.

Cara, a muito tempo não me sentia tão enojado. Certo que, cada povo com seu costume… Mas não dá pra entender como certas pessoas conseguem se submeter a condições tão extremas. Que nojo, velho… Que nojo…

No mais, só desejo a todos um ótimo final de semana. Sugestões, no [email protected] ou no Facebook.

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Mega Bizarro

Sobre Peu

Ver todos os posts desse autor

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco. "Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral. SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também. Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte. Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

loading...

Comentários!

Atenção: os comentários desse site são via Facebook e sequer fica arquivado em nossos servidores. Então tudo o que você escrever aí em baixo é de inteira e completa responsabilidade sua. Tome cuidado, Goku e as autoridades estão de olho, ok?!

62 Comentários nesse post. Comente!

  1. De todos os posts do Isso é Bizarro, esse foi o que me deu mais nojo!!! Tudo bem que eles tem sua religião e suas coisas lá, mas mds isso é literalmente bizarro auehaeuahe

    Emanuel Nascimento / Responder
  2. Canibal é o caralho.

    Eles são antropófagos pq existe um ritual com significação social para comer gente. Canibal é quem não tem mais o que comer e come gente.

    Chega de preconceito nessa merda!

    Pompeu / Responder
    • Bom, chará, eu só usei os termos usados no próprio documentário.

      Peu / (in reply to Pompeu) Responder
      • Sem grilo Peu, tô te dizendo pq leio coisas de Antropologia e tem um senso comum em achar que comer gente sempre é canibalismo.

        Pompeu / (in reply to Peu) Responder
    • Esse narrador do documentário é um bosta. Cheio de comentários irônicos e preconceituosos, se sentindo imensamente superior. Uma pena ter sido um merda desse o responsável por apresentar tribos tão interessantes. Visão pequena de vida!

      lolo / (in reply to Pompeu) Responder
    • Calma vey se gosta de uma linguicinha mau assada, não é pra ficar nervoso.

      Diego / (in reply to Pompeu) Responder
  3. UAEHUAEHuAEU rachei o bico do comentario na parte do cara furando o nariz “com uma maça de mira dessa não tem como errar uma flecha” aos 25 min.

    ótimo post Peu

    João Daniel / Responder
  4. NHAM… NHAM… NHAM… deu até fome vendo esse vídeo e o conteúdo do post…

    Alguém ai tem um ketchup, maionese e uma mostardinha pra acompanhar… ???

    =D

    Kenshin Himura / Responder
  5. Cara muito bom post Peuzao admiro suas materias seu trabalho e foda hem ….

    Drigopontocom / Responder
  6. O-de nada, irmão. Desejo um estômago forte pra galera aí. huauhahuahua

    Murilo / Responder
  7. no começo é tudo lindo até a tia Betinha ir embora
    TÁQUEPAREEEEO eu vomitei na porta do quarto pq não deu tempo de chegar no banheiro, quando uma mulher estava se “perfumando” com a secreção do cadáver em decomposição

    pepeu das pepekas e leitor Antônio Filho.parabéns pelo post meus caros colegas de bizarrice

    árabedocaos / Responder
  8. cara… dessa vez o blog se superou puta que pariu….perdi as contas de quantas vezes segurei forte pra nao gorfa

    Gustavo / Responder
    • Eu reconheço que nunca pensei em postar algo tão… Nojento (Não há outro termo para descrever esse post).

      Peu / (in reply to Gustavo) Responder
  9. pra falar a vrdd a única coisa que me impressionou foi o pau no nariz, véi do céu senti no meu aquilo,mt foda vlw tio peu

    guilherme / Responder
    • Cara, sério que tu achou o banho de secreção normal? O.o

      • Realmente não achei normal, mas não me deu enjoo ou nojo. A única coisa que me incomodou foi a “operação” no nariz do jovem. Acho que para alguém que já estudou casos de IML secreções não é tão incomum.

  10. Só consegui ver até os 25 minutos, mas vou terminar. Eu que nao gostaria de estar na pele desses documentaristas..

    Se isso é feito aqui no ocidente, as pessoas são classificadas como ‘loucas’. Agora lá, isso é uma tradição cultural. Vai entender..

    Ps: Tudo que provem lá das bandas da Austraália é teeensoo kkkkkk

    Jana / Responder
  11. Esse era o programa que eu estava procurando para agora!
    Pipoca e refrigerante pra acompanhar.
    Muito obrigado, Peu!

    Lord Undertaker / Responder
  12. nhami,nhami….

    rafael martins / Responder
  13. O mais foda , que vi é o profissionalismo do cara que narra o documentário , como se fosse uma coisa super normal ! FODA .

    Murilo / Responder
    • Você disse tudo: Profissionalismo. É isso que faz a diferença. :)

      Peu / (in reply to Murilo) Responder
    • Profissionalismo? Eu vi o cara chamando as pessoas de atrasadas o tempo inteiro. “show dos horrores”, o comentário mais escancarado. Não deu pra notar a ironia que ele usava em tudo? Isso é profissionalismo? Se bem que, vendo pelo lado que a sua (NOSSA) referencia de profissionalismo aqui no Brasil tá nesse nível, vc está certíssimo.

      lolo / (in reply to Murilo) Responder
  14. Que documentário mais louco, a parte do homossexualismo foi bizarra e escrota, a frase final do locutor realmente e verdade, (nem parece que essas pessoas pertence ao nosso planeta), Acabei de ver tudo…. interessante e diferente nem sabia que existia isso, só o audio que não e fiel as imagens…

    Victor Manoel / Responder
    • Isso pode ter acontecido com o áudio por causa da tradução, cara. Com certeza, esse documentário não é Brasileiro. Deve ser americano, inglês, francês…

      • É italiano, feito na vibe dos Mondo Movies pelo pessoal da escola do Holocausto Canibal.

        Pompeu / (in reply to Peu) Responder
  15. salve salve peu boa noite eu tbm esse ai eu ja tinha visto em outro lugar mais esse foi um dos post que mais mexeu com meu estomago uma coisa é ver tripas e tals agora outra coisa é ver gente comendo defuntos em decoposição

    jaime / Responder
  16. Porra Peu, já vi muita coisa estranha, então pensei que o video ia ser de boa também, deu play comendo aquele biscotinho maroto com coca-cola, tive que parar de comer na metade do pacote…

    Vitor / Responder
    • Sorte sua que já tinha comido a metade. E eu, que ainda nem tinha comido nada ainda? Vim comer 11 da noite, antes de começar um show no qual participei, porque acabei esquecendo o que tinha visto.

      Peu / (in reply to Vitor) Responder
  17. e pensar que tem gente que reclama de ter nascido no brasil hahah

    roberto.dias / Responder
  18. Sera que esse povo nunca vai evoluir, vão viver sempre na merda?
    Eita raça do caralho!

    rodrigo / Responder
  19. Parabéns Peu ótimo post .Na minha opinião esse documentário além de bizarro nos mostra qunta diversidade e grandes tabus que pequenas comunidades ainda tem,bem não cabe a nós julgar pois esses costumes foram passados de gerações pra gerações.Mais é certo que muitas coisas que eles fazem a nossos olhos são extremamente repugnantes.

    Jefferson / Responder
  20. Meu Deus, vomitei em ver isso, que nojento, que cultura essa hein.

    marilia / Responder
  21. Impressionante e bizarro ! haha mas acho que essa cultura de muitos seculos não deveria ser interrompida pelos “civilizados”. Acho certo o caso dos leprosos serem tratados e tal, mas não acho correto impedir certos rituais como o de defumar os defuntos! Não devem acabar com os costumes de um povo só por que julgam diferentes aos dos ditos civilizados. Muito obrigado por esta postagem Peu!
    vejo o IEB já tem uns anos e é a primeira vez que comento, vou tentar comentar sempre auheushuahe.

    walisson / Responder
    • Walisson, é muito importante para nós os comentários de vocês. Ficaremos muito felizes se você realmente começar a comentar sempre. Eu que agradeço sua visita, assim como a de todos os leitores. Grande abraço, irmão.

      Peu / (in reply to walisson) Responder
  22. Esse post me deu medo, nojo, arrepio, repugnação, espanto e todos os sintomas ao ver tamanha bizarrice..

    Mas valeu o tempo, sempre achei esse lugar sinistro e macabro, por mais que seja tradição ou rituais das tribos, deixa qualquer pessoa tensa

    Parabéns PEU!

    Michel / Responder
  23. Esse pessoal parece mais animal do que gente

    John / Responder
  24. Tudo tranquilo até chegar +- ao minuto 50, homossexualidade? Mas que raio de cultura é essa kk
    Excelente post, ótimo documentário.

    DynamiteP7 / Responder
  25. Fiquei completamente enojada, nem consegui ver o vídeo todo mas gostei do post.

    Jade / Responder
  26. O melhor comentarista do mundo o

    Eduardo Jost / Responder
  27. e esse creme de porra jequeti aew como que é? UHEUAehuaEah. foda foda

    zUADO / Responder
  28. …Gosto desses assuntos…as vezes fico horas e horas pesquisando, lendo sobre essas coisas…mas apesar disso, nao sou nenhum tipo de doente insano rsrs…so curioso msm…houve um caso ae no seu estado sobre o tema, meu chegado…la em Garanhuns, terra do Lula…fizeram ate empadas com as carnes das moças…
    Bom dia! :)

    NeoDarkSide / Responder
  29. Cara! A matéria é impressionante…. e a trilha sonora da época, é tosca demais!!! Parabéns pelo post!

    japak / Responder
  30. Cara… se essa porra fosse em (Full) HD, eu fatalmente teria vomitado.
    :
    Eu vejo pessoas destroçadas, “bolos” de carne em acidentes, mas nada me causou tanto nojo quanto esse filme… que eu já baixei! rsrsrs

    M4IN / Responder
  31. Puta que pariu, ainda bem que não nasci em uma Papua dessas.

    wagner / Responder
  32. Ainda bem que li os comentários antes de ver o vídeo, acho que me preparou pro que eu ia ver e não fiquei com tanto nojo.
    De pensar que a gente já acha bizarro quando fulano usa um corte de cabelo diferente ou fala de um jeito diferente… Enquanto isso em uma parte do mundo tem gente que toma banho de xorume humano, come bigato direto do defunto do ente querido.. Particularmente já acho exagero velório overnight! :p

    May / Responder
  33. Edu fez dessa porra um seriado, dividido em 3 capítulos, com vários leitores cobrando a postagem quando havia demora entre os vídeos….e vem um maluco assim e posta em apenas 1 link…kkkkkkk

    e você não conhecia? O caro “AUTOR” acompanha o blog desde quando?

    Bruno Nogueiraaa / Responder