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Preso no elevador (Update)

E aí, percevejos “caros fiéis”! Tudo legal? Essa história é um misto de tragédia com comédia. Eis que este pobre homem, sentiu uma caganeira leve vontade de defecar em seu trabalho, sendo, que o banheiro se encontrava num andar mais elevado que o que ele estava. Mas no caminho havia uma pedra: Um elevador. Daí, eis que o homem adentra no cubículo, escolhe o destino desejado, e… e… e… O elevador simplesmente trava. A partir daí, começa uma corrida contra o tempo… O homem faz de um tudo para tentar livrar-se das garras de seu arqui inimigo, mas não consegue. O mocinho consegue aguentar cerca de 30 horas (isso mesmo, 30 horas!) sem arriar o barro… Mas mesmo após uma tentativa frustrada de cagar pela porta entreaberta do elevador, chega aquele maldito momento que ninguém segura, e ele se vê obrigado a despejar seus dejetos ali mesmo, em uma privadinha improvisada com suas vestimentas. O homem ficou preso no elevador, aturando seu próprio cocô por aproximadamente 41 horas.

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Como eu disse: Seria trágico, se não fosse cômico. Ou seria cômico, se não fosse trágico? Sei lá… Mas esse vídeo acima, é apenas uma paródia de um caso real. Vejam:

Créditos do primeir vídeo ao leitor Douglas Vianna, via email, e do segundo, ao leitor Kenshin Himura. Se você também tem alguma sugestão, envie para [email protected] . Ah, e cuidado, o perigo pode estar onde você menos espera:

elevador

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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