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O Salto Quântico – Iniciação [Megapost 2/2]

Uma mensagem que eu gostei muito e decidi adotar como introdução nesse segundo post, foi a do nosso leitor Victor.  Por favor, apreciem e façam uma reflexão em cada uma de suas palavras.

Victor

Antes de sair o megapost, uma das coisas que eu mais esperava ver, eram os comentários.
Eu realmente esperava ooooutra cousa. Eu tenho que admitir que o issoebizarro me trouxe maturidade. Na verdade, meu principal objetivo sempre foi esse em visitar o blog, e não pelo puro prazer de gostar de ver bizarrices. Ao nos depararmos com algumas verdades não tão bonitinhas, é praticamente natural que haja uma indagação a respeito da vida, e com isso uma certa evolução. É até mesmo uma das propostas do site.
Mas ironicamente e infelizmente a maioria dos comentários revela que a maioria das pessoas, mesmo no mundo fudido em que nós vivemos, mesmo com todo o conteúdo chocante aqui presente, ainda assim, aceitam ser alienadas, e mente fechada para novas possibilidades. Ninguém precisa aceitar tudo que lê, acreditar em tudo que vê. Mas o mínimo sensato que se pode fazer pra alguém que quer melhoras ou mudanças, é considerar possibilidades, e não simplesmente se fechar simplesmente pq pode parecer absurdo. Se não fosse a mente aberta, ainda nem teríamos telefone, computador, avião e qualquer outra merda, pq antes disso tudo existir, pareceria absurdo também.
Sério, parem de se conformar com pouco. Parem de sentar na própria ignorância e não progredir. Vocês, ao terem essa postura, simplesmente estão dizendo: O mundo ta foda, mas tudo bem, eu aceito me alienar e corroborar pra isso.

 

É desnecessário qualquer um comentário a mais. Vamos começar logo sem nenhuma delonga.

 

A chegada

Em minha estadia em SP estive na casa de uma amiga, vou chamá-la de N. Cheguei quinta-feira à noite para ir ao lugar de encontro no dia seguinte, na sexta-feira (22/02) às 12 horas. Chegando lá, prontamente conheci as meninas que moram com ela e com quem passaria a maior parte do meu tempo no final de semana, suas iniciais são T e TC, pois as duas iniciais são iguais. Antes de chegar na casa, ainda na rodoviária, liguei perguntando se queriam alguma coisa. Levei alguns Big Bob’s. Como não conhecia as duas meninas muito bem, propus uma cerveja para socializarmos. E que facada que eu tomei! Cada cerva R$ 8,00 na Rua Augusta, onde estive hospedado na casa delas. Como eu senti uma falta de ânimo das meninas, eu saí para conhecer melhor o lugar. Que lugar bom! Hahahah! A cada 50 metros alguém me convidava para uma casa de entretenimento. Hahahahha! Mas o meu objetivo não era esse, era espairecer. Foi então que eu entrei num barzinho chamado Bella Paulista. Eu pedi um simples chopp e o cara me traz isso aqui, ó…

Um chopp-jarra. Hahahaha! Foi então que eu fiquei ali até por volta de uma da manhã meditando como seria o Bruno Guerreiro, como seria a iniciação, se a minha supraconsciência falaria alguma coisa, se fosse ficar calada, se ela era engraçada… dúvidas e mais dúvidas sentindo aquela brisa gélida lancinante de São Paulo. Sensação essa que em uns 5 meses eu não havia sentido devido ao forte calor que assolava o Rio de Janeiro. Olhando para a rua vi alguns skatistas se divertindo, pegando carona no caminhão. Tomei três chopps e duas águas e voltei para casa e dormi.

 

Primeiro dia: sexta-feira

Acordei bem, levantei e tomei banho. Me arrumei e saí para almoçar no Shopping Frei Caneca por volta das 10:45. Esse shopping fica na rua detrás do apartamento onde eu estava alojado. Uma outra vez quando fui a São Paulo, estive em restaurante no último andar. Daquele ali eu quero distância posto que eu como muito e o quilo custava R$ 55 e eu tenho costume de comer mais de um quilo por refeição. Sim! Uma puta pegadinha ver que seu prato deu R$ 60 e o refrigerante R$ 8. Dessa vez comi em um restaurante mineiro* que tem por lá. É um de esquina. Apesar de ser comida mineira, peguei dois frangos à parmegiana.

*Nessa semana, quase todos os dias comi comida mineira por coincidência. Muito boa por sinal.

O esquisito é que em SP as pessoas dão a impressão de que nunca viram alguém de paletó. Por onde eu passava as pessoas me olhavam. Teve um que deu vontade de perguntar: “Porra! Eu to cagado, cara? Pra tu ficar me olhando assim?”. Mas, enfim…  Saí do shopping por volta das 11:20. Peguei um táxi e dei o endereço ao motorista dizendo que ficava perto da Estação Ana Rosa. Perfeito! Em 40 minutos de ida, 30 foram de trânsito e 10 minutos perdidos. Nunca vi cidade pra ter tanto engarrafamento e tanta rua esquisita. Sim, sei que não estou habituado e por isso achei diferente. rs

Chegando ao local, fui recebido por uma atendente que me encaminhou ao andar inferior. Lá seria onde eu encontraria o “guru” Bruno Guerreiro… HAHAHAHAHAH!

 

Primeiro dia: seminário

Logo ao chegar fui muito bem recepcionado por um sujeito de baixa estatura e magricela mas com uma grande presença. Ele era uma pessoa totalmente ao contrário do que eu havia pensado: idoso, barbas longas, todo vestido de branco… um guru em si. Um mago. Cumprimentei-o e disse: então você é que é o Bruno? O guru, o mago…

Ele continuou falando enquanto eu buscava um lugar para me sentar. Enquanto o resto das pessoas ainda não haviam chegado, ele pôs no aparelho de DVD o vídeo de John Chang para rodar. Quem não lembra quem é John Chang, pode clicar aqui e será redirecionado a  um outro post meu falando sobre o mesmo. Não se preocupe, o link abrirá em uma nova aba.

Logo após a apresentação do vídeo de  John Chang, ele começou a explicar a apostila do seminário.

Quase ao final da explicação das partes principais, os iniciantes que ainda não se encontravam presentes chegaram.  Nessa hora, por volta de 12:30, que Bruno anuncia: “olha, só vamos sair daqui às 8 horas da noite e teremos 2 intervalos de 15 minutos.”

Nessa hora eu engoli seco porque ficar  7 horas e meia sentado em uma cadeira é fogo. Mas tudo bem. Bruno continuou a explicar o conteúdo da apostila e dar explicações a todas as nossas dúvidas.

Eu não posso falar sobre o que ele explicou senão  não haveria razão para haver apostila nem seminário. O que posso dizer é que dentro da apostila vem uma venda, um protetor auricular, alguns CDs com temas diversos no qual ele discorre sobre o conteúdo de cada CD, um bloco de anotações e uma caneta, além da própria apostila.  Quem quiser entender melhor o Salto Quântico, deve ler atentamente a apostila  informativa completa clicando aqui.

Chegando ao final do primeiro dia de seminário, o próprio Bruno nos deu uma carona até o metrô Ana Rosa.

Outro fato importante que não pude deixar de comprovar é que Bruno não comeu nada durante todo o tempo em que estivemos lá. Inclusive, havia uma outra senhora, na qual chamarei de E. que também se alimentava de prana. Ambos fizeram o processo dos 21 dias de Jasmuheen. Caso queiram ler como foi o processo dos 21 dias de Bruno Guerreiro, está documentado em seu site. Basta clicar aqui e uma nova aba será aberta com a página em questão.

 

Primeiro dia: em casa à noite

Peguei o metrô e me dirigi até à estação Consolação. Era simplesmente impressionante como as pessoas me olhavam. Parecia um extraterrestre. Parece que nunca viram alguém de paletó no metrô. Enfim, voltando para casa, percebi que a minha calça jeans não era uma calça apropriada para uma festa.  Assim que eu cheguei, fui apresentado à M. e logo após, descarreguei todo o meu material na sala e dei boa noite para as meninas que estavam na casa. Agora eram 5 e somente eu de homem. É… pois é… Fui à rua, mais precisamente ao shopping Frei Caneca para comprar uma calça jeans decente. Com a calça jeans comprada, retornei à residência. Chegando lá as meninas estavam eufóricas. Afinal, era a comemoração do aniversário de N. que foi dia 17 do mês de Fevereiro. Fui tomar banho e me arrumei. Meu perfume sumiu e meu tênis também. Só depois de uma vasculhada geral pela casa, N. descobriu que eu havia deixado tanto o tênis quanto o perfume no banheiro onde T. estava tomando banho. Quando N. adentrou ao banheiro foi aquela gritaria… e como eu ria! Hahahhahhaha!

Devidamente trajado para o aniversário, saí do apartamento para tomar um vento… e uma cerveja gelada também pois as que estavam na casa necessitavam ser assopradas antes de serem bebidas por estarem tão quentes. Pareciam recém-saídas do forno. rs

Parei na frente do apartamento onde havia um barzinho cheio de pessoas. Bom… mulheres cariocas, eu adoro vocês mas as paulistas são infinitamente mais charmosas. Homens paulistas… vocês precisam aprender a se arrumar tão bem quanto os cariocas. Invistam em roupa, isso faz uma grande diferença!  Hahahaha!

Parado, quieto e são no meu canto quando de repente um wild corinthiano appears me perturbando. Tomei até a minha cerveja rápido pra me ver livre daquele encosto. Ô cara mala. Voltei para casa com a falsa desculpa de que saí para procurar um bolo. HAHAHAHAHAHAHAHA! E colou!

Nessa hora eu perguntei às meninas se na festa seria somente eu de homem, uma delas me informou que outros mais chegariam e que eu poderia conversar com eles. Pois é… e chegaram. 3 casais homossexuais. Não adiantou em muita coisa mas tudo bem. Fiquei conversando com T. e sacaneando os demais presentes. Expliquei a T. que quando você não sabe sobre o que estão falando você balança a cabeça como um gesto de confirmação e indaga: Éééé… aham.  Pronto! Instantaneamente você já faz parte daquela conversa.

Foi uma noite agradável. Virei DJ de iTunes, Media Player, S3, iPhone e qualquer outro aparelho que aparecesse. Sem contar que a cadeira que eu estava do nada envergou e eu caí. Tudo bem. A observação é que eu tomei uns gorós e outros mas nada que viesse a atrapalhar as minhas obrigações do outro dia. Aliás, do mesmo dia…

 

Segundo dia: acordando pela manhã

Em pleno sábado de manhã, após ter dormido apenas 3 horas (ou menos), acordo com a música Heart of Glass da cantora Blondie. Vocês sabem que música é essa? É um hino ao homossexualismo. Tudo bem… sem nenhum preconceito. Desmaiado como eu estava de sono, foi quando vi que tinham 4 pessoas na sala e eu dormindo no sofá cama, dois homens em atitudes suspeitas para serem heterossexuais (HAHAHAHA!). Pensei comigo mesmo: “eles são gays e eu estou de barriga pra baixo. Alguma coisa nessa conta não vai bater e com certeza não serei eu a vítima.” É nessa hora que eu me protejo numa investida defensiva contra a parede. Dormi mais alguns minutos e os dois sumiram. Estava lá eu em um estado semi-sonífero quando me pego cantando essa música da Blondie que deve ter repetido 50x. Nessa hora, pude notar uma risada repleta de sono de TC. com a seguinte frase: “tu acordou só pra cantar essa música?”. Enfim, fui pego no flagra.

Contudo, a pergunta que não queria calar era: quem colocou o meu paletó em mim? Eu lembro de ter ido dormir com a roupa que eu estava na festa mas deixa isso pra lá. Uma semana maluca com gente hype. Hype até demais. Hahahah! Todos gente fina. Até que eu gostei de conversar com eles e saber seus pontos de vista. Alguns foram bem curiosos.

Vi no meu relógio que eram 08:20, saí correndo do sofá-cama onde eu estava dormindo, dei um jeito em mim, lavei o rosto e escovei os dentes e parti. Ah! Como é bom o frio de São Paulo na careca. Já estava com saudades de uma sensação similar. Caminhei até a esquina onde fiz meu desjejum: um misto quente com 2 Gatorades e três águas. Hoje o seminário começava mais cedo, às 9. Peguei o primeiro táxi que parou – porque passar, passaram vários. Até parece que eles tinham um sensor anti-carioca atrasado. Dessa vez fui sem trânsito conquanto continuasse perdido nas ruas.

 

Segundo dia: continuação do seminário

Enfim, cheguei enquanto todos já se encontravam presentes. Como as explicações do seminário não tinham acabado pelo fato de todos os iniciados serem ávidos de respostas, só foi terminar por volta de meio dia. Nessa hora, foi quando eu comecei a sentir coisas estranhas. Sim, leitor… agora, a partir daqui fica estranho.

 

Segundo dia: conversas pré-iniciação

Após o término do seminário, o Bruno deu alguns minutos para que descansássemos e ficássemos à vontade para encarar a verdade que estava porvir. Como eu seria o primeiro a ser iniciado, fiquei com mais cagaço ainda. Posso dizer que fiquei tranquilo com o “cu na mão” em um bom e claro carioquês. Quando terminei de comer os salgadinhos e outras guloseimas que são disponibilizados para que os iniciandos não morram de fome, comecei a me sentir mal. Antes, já comecei a sentir coisas esquisitas como um assobio no meu ouvido, flashes de luzes oriundos do nada que só eu via, sentia coisas me observando e por aí vai.

Enquanto a minha hora não chegava, fui lá fora, numa espécie de quintal onde nossas auras são medidas. Antes de realizar o salto, minha aura media 13 metros e meu chackra umbilical não estava respondendo ao aurímetro. Ao final comento quantos metros minha aura alcançou. Nesse intervalo, fui lá fora ver se conseguia desmanchar alguma nuvem mesmo sem saber como fazer. E FUNCIONOU! Entrei e comentei o que havia feito, foi quando então o Bruno nos passou a técnica sobre como fazer. Eu a adaptei e consegui excelentes resultados. Eu consegui modelar uma nuvem de chuva por alguns segundos. Se você não entendeu o que eu quis dizer com modelar a nuvem, é você conseguir fazer mais ou menos isso aqui.

Imprimir na nuvem uma forma a seu bel prazer. Preciso de nuvens grandes para isso. Não continuei testando mas tenho quase certeza de que funciona. Vou procura testar empiricamente.

As nuvens de chuva são diferentes pois estão carregadas de água. Consegui modelar em forma de O. Consegui fazer com que uma nuvem fosse contra o vento e não se movesse para que eu pudesse desmanchá-la mesmo com o vento soprando contra e forte e outra nuvem se aproximando na direção contrária. A tal nuvem permanecia às vezes imóvel, às vezes contra o vento. Esse fenômeno foi registrado por uma iniciando, entretanto, nessa hora eu já tinha sido iniciado. Regressei à sala…

Eis aqui um vídeo meu desmanchando uma pequena nuvem. Se não acreditarem, posso fazer outro:

Esse aqui é um vídeo que eu gravei do Bruno desmanchando uma grande nuvem:

Esses aqui são os vídeos de um iniciado:

OBS: Bruno pediu para eu ler sobre James Randi e seu desafio de 1 milhão de dólares. Não levei tanta fé pois precisava comprovar por mim mesmo. Seu escrito sobre James Randi pode ser encontrado aqui. Eu achei que fosse mais simples então, enquanto escrevia essa parte, resolvi entrar no site de James Randi e ler sobre como eu poderia ter US$ 1 milhão facilmente dele. É tanta burocracia que com certeza ele não me chamaria para nada. Caraca! Se vocês querem saber mais sobre o que fazer para falar com ele, cliquem aqui e vejam o quanto de coisas eu preciso só para poder mostrar o meu “poder paranormal” que de “paranormal” não tem nada. Apenas ciência. Acreditem em mim: em todas as afirmações sobre poderes paranormais, nada mais é do que a ignorância da ciência  sendo exercitada de forma inteligente. É simples. Poderes paranormais não existem, é apenas a matéria interagindo com a própria matéria só que de uma forma desconhecida pela ciência.

Depois de comer, aí sim que comecei a passar mal. A passar mal mesmo. Falta de ar, mãos cada vez mais suadas (essa nem tão assustadora), sensações na barriga, como se uma energia boa me atravessasse. Enquanto sentia as mais indescritíveis sensações – até porque sempre fui muito sensível à todos os tipos de sensações – conversava com W., um outro iniciando. Foi quando ele me disse que estava sentindo algumas coisas diferentes, falando ao mesmo tempo comigo e com o Bruno.

As minhas sensações foram:

– Alguma energia atravessando a minha barriga

– Falta de ar

– Mãos suadas

– Mal estar

– Cacoetes na vista devido à vista turva em alguns momentos

– Uma tonteira leve

– Repuxões no pescoço

 

Bruno nessa hora indaga: “É. Existe toda uma equipe espiritual amiga aqui nessa sala preparando-se. E no seu caso, João, como você vai ser o primeiro, é bem provável que eles já tenham começado. E isso explica o porquê dessas sensações.”

Ok! Já vão me usando sem ao menos pedirem a minha autorização. Abuso espiritual! Enfim, quando eu pedi para que parassem um pouco, em poucos minutos a sensação cessou e uma sensação enorme de paz tomou conta de mim. Sim! É doideira mas é verdade. Veio do nada.

Apesar das pessoas terem dito que poderia ser nervosismo, em momentos de estresse, não é esse o efeito que a adrenalina faz. Pelo o pouco que eu entendo sobre essa substância, ela deveria me alertar (e não me deixar mal), melhorar a minha visão (não deixa-la turva), me deixar mais ágil (e não grogue como eu fiquei) além propiciar um maior bombeamento cardíaco, resultando em uma melhora na respiração e nas funções do corpo, deixando em stand-by alguns órgãos não tão necessários na hora de um estresse como o intestino. Pois os efeitos foram o contrário do que se espera de uma dose de adrenalina pelo próprio corpo. Acelerou meu coração com uma leve taquicardia que eu senti e talvez por causa dessa taquicardia a minha respiração não tenha sido o esperado. Mas mesmo assim, taquicardias não eram frequentes, não havia razão aparente para que eu tivesse uma falta de ar e a sensação na barriga de alguma coisa atravessando, posto que a adrenalina põe em stand-by alguns órgãos dessa região e com isso eu não sentiria nada. Entendo que isso se deva ao nível de adrenalina lançado ao organismo, mas mesmo assim foi muito estranho. Algum médico me corrija se eu estiver errado, será um esclarecimento fundamental, corroborando ou não.

Quando eu pisquei os olhos, eu vi vários espectros negros envoltos por uma aura branca. Fiquei com os olhos fechados durante alguns segundos “olhando” a sala. O curioso é que eu podia vê-los e alguns vultos que eram as pessoas se mexendo na sala.

A cor preta eu entendi, de alguma forma desconhecida, que eu não conseguia vê-los inteiramente por algum motivo que eu não sabia ainda. Era uma espécie de intuição que me disse isso. Apesar de uma amiga minha – e leitora do IÉB – já ter comentado isso comigo uma única vez.

Outra vez que vi isso foi quando estava deitado no meu quarto com as luzes apagadas e vi uma fumaça preta, IDÊNTICA àquela do seriado Lost descendo pelo teto sem nada em volta. Mas não era uma coisa ruim. Era uma pessoa que eu acreditava saber quem era que estava me visitando e que ainda está viva. De alguma forma eu sabia. Também soube na mesma hora que no outro dia discutiria com uma pessoa importante para mim. Nesse dia, eu dormi normalmente, sem nenhum problema e sem medo.

Voltando à sala, mesmo de olhos fechados, consegui ver aquela legião e exclamei ao Bruno: “realmente, são vários.” Ele apenas sorriu.

Então a hora estava porvir. Enquanto Bruno e sua assistente, a mesma que presenciou após a minha iniciação o desmanche de nuvens, ajeitavam a maca. Eu consegui ver nitidamente em minha mente a imagem de um homem em um lugar da sala. Não falei nada. Mas aquilo começou a me incomodar a um ponto que eu só melhorei depois de falar.

Era uma imagem de um espectro com uma aura branca puríssima enquanto em seu núcleo era todo negro. Mas não senti medo. Já havia entendido que não conseguia ver por alguma razão. Quando eu comentei, Bruno disse que muitos relatavam a mesma coisa. Um homem em pé ou sentado, exatamente naquela posição onde Bruno se encontrava. Eu comecei a narrar suas vestimentas. Ele tinha uma espécie de coroa na cabeça, uma capa muito bonita que se eu fosse chutar uma cor, seria vermelha. Sim, leitor! Aquele vermelho pomposo dos reis. A roupa como se fosse uma seda fina, digna de um rei. Eu apenas vi aquela imagem na minha cabeça e comecei a questionar se era verdade eu poder ver uma coisa tão nítida sem ser com os meus olhos físicos.  E como eu sabia daquelas roupas mesmo sem ver? Apenas vendo um espectro negro? Sei lá. Comecei a achar que estivesse louco. Foi quando E. disse que era o Terceiro Olho.

Hoje, lendo sobre ciência, encontrei uma resposta bem bacana que creio que possa ser verdade.

Partindo do pressuposto que tudo é vibração, as glândulas pituitária e pineal –  unidas – conseguem filtrar, traduzir, interpretar e reorganizar essas vibrações que estão além dos sentidos pois somente elas conseguem interpretar vibrações superiores. A glândula pineal possui pigmentos iguais aos encontrados nos olhos e estão ligados por duas cordas nervosas com o tálamo óptico. Logo, essas vibrações superiores interpretadas pelas duas glândulas fazem com que o terceiro olho reaja e propicie imagens “invisíveis” aos olhos físicos através de imagens na mente. E é assim que a supraconsciência também opera. A glândula pineal pode ser interpretada como resquício de um terceiro olho. Basta pesquisar bem que a resposta será parecida ou idêntica. Eu me surpreendi com essa investigação!!! Para mim, essa pesquisa e essa resposta foram – no mínimo – satisfatórias para tentar compreender a ciência por detrás do terceiro olho, se é que ele realmente existe. O problema é que eu sei que ele existe e me recuso a acreditar por ter um senso crítico. Contudo, as coisas – agora – estão se encaixando. Começo a aceitá-lo como verdade devido às conversas com a minha supraconsciência posto que é esta região que eu sinto ativada quando converso com ela. Eu disse anteriormente, leitor, que eu sou muito sensível às diversas sensações do corpo. É por isso que eu posso identificar onde é a origem das respostas.

Em evidências científicas o Salto é repleto.

Mas deixando de lado o que eu vi ou deixei de ver, me deitei na maca…

 

Segundo dia: deitado na maca.

Agora as coisas vão ficar mais interessantes.

Me deitei na maca e sabendo que o processo demoraria alguns minutos, chegando quase a uma hora. No meu caso, fiquei 54 minutos. Foram os 54 minutos mais insanos da minha vida. Sentia como se o Bruno estivesse me energizando, colocando suas mãos sobre mim mais ou menos como na foto abaixo.

Eu  ficaria deitado na maca para ele ver os imprints , como chamamos as energias produzidas por sensações negativas que tivemos em outras vidas e nesta; e implantes, que são tecnologias extrafísicas colocadas em nosso corpo, principalmente em nossos chackras para mudar seu funcionamento, tanto para melhorar quanto para piorar seu uso. Nesse momento, antes de deitar na maca eu sentia bastante calor e suava bastante. Também pelo cagaço! Lógico!

Quando deitei na maca, o calor sumiu e comecei a sentir um frio absurdo mas não insuportável. Mais estranho ainda foram as sensações. Uns puxões, a sensação de uma energia deixando o meu corpo. O corpo mais leve, algo na minha mão esquerda que eu não sabia explicar o que era. Em alguns momentos, parecia que meu senso de direção estava alterado. Como alguns sabem, o que nos dá o equilíbrio é um mecanismo dentro da orelha. Tanto que as pessoas com labirintite perdem o controle. Sendo que eu nunca tive isso. Mas era uma sensação tão boa de ser empurrado para um lado e para o outro mesmo parado. Não fiquei tonto mas que era bom era…

Sensações de uma leveza no corpo, como se estivesse fora dele durante algum tempo, senti sensações boas no meu corpo todo. Entretanto, em alguns momentos, vi uns pontos vermelhos e a aparição de seres Greys na tela.  Quando me refiro à tela, me refiro ao que aparecia pra mim enquanto estava com os olhos vendados. Diversas sensações boas se passavam por todo o meu corpo mas o que não me deixava eram essas imagens de Greys.  Não estavam nítidas mas eu sabia, de alguma forma o que via. Parecia que havia alguns deles me olhando, como se estivessem me examinando.

Para quem não sabe quem são os Greys, são essa raça de extraterrestre aqui:

Só de olhar para uma imagem dessa me dá calafrios. Eu posso ver quaisquer outras imagens de alienígenas que não sinto tanto temor quanto esta mas enfrentemos. Não me lembro de todas as sensações mas que todas foram boas, isso foi.

Uma curiosidade, é que eu achei que o Bruno estivesse me operando com as mão sobre mim e estivesse dando a volta ao me redor na maca. Entretanto, ele nem ao menos se aproximou de mim e nem as mãos sobre mim pôs. Só fui constatar isso na próxima sessão e foi uma surpresa tão grande para mim pois achei que ele estivesse me energizando de alguma forma. Mesmo assim eu sentia uma mulher e um homem, que não era ele, perto de mim. Ele (Bruno) ficou o tempo à minha direita enquanto eu sentia algumas pessoas em minha volta.  Embora deitado na maca e de olhos fechados, consegui ver aquele ser que eu descrevi antes, acima da minha cabeça fazendo alguma coisa. E à minha esquerda, sentia diversas vezes alguém passando. Mas não sabia o que era então não liguei. Bruno depois me disse que era uma mulher que está com ele há muito tempo, desde a época de criança. Sentia energias emanarem do meu umbigo para cima e para baixo do corpo. Sério! Eram energias! Muito boas! Eu acredito muito nas pessoas mas isso não quer dizer que eu sou tolo de acreditar em tudo o que dizem. E se alguém me dissesse que sentiu energias boas, eu acreditaria. Vez ou outra sentimos isso subitamente mas enfim…

Depois de tantas sensações absurdas que eu senti, Bruno disse que já tinha terminado. E exatamente nessa hora, todo aquele frio absurdo se dissipou do meu corpo. Essa foi a sensação mais notável de todas. Em analogia é como você estar no calor com um cobertor por cima suando. Entra no ar condicionado e em alguns segundos começa a sentir frio. Depois disso é jogado ao calor novamente e volta a suar. Foi exatamente isso que eu experienciei.

Por alguma razão eu fiquei meio grogue, meio mole mas com uma paz intensa. É simplesmente inexplicável até porque eu só pensei em coisas bobas como eu brincando com o meu cachorrinho, sacaneando a minha mãe, pensando sobre o que escrever no IÉB quando chegasse de volta ao Rio, o que faria quando chegasse no apartamento em SP e por aí vai, deixando todas aquelas sensações acontecerem. Se eu tivesse meditado, aí sim eu poderia atribuir as sensações à meditação.

Sempre assisti a GhostHunters, que atualmente passa no SyFy, onde a T.A.P.S. (sigla para The Atlatic Paranormal Society – A Sociedade Paranormal do Atlântico) que é uma série onde investigadores céticos (digo céticos pois são realmente questionadores e não pseudocéticos que negam tudo) vão a diferentes lugares examinar se há atividade paranormal. Aprendi com eles que em lugares onde há um frio súbito, ou uma mudança de temperatura súbita, há presença espiritual e isso pode ser comprovado por qualquer um que assista a pelo menos 10 programas. Além disso, eles (espíritos malignos) se alimentam de emoções negativas para se manifestarem. Também comprovado se for assistido. Logo, me veio a mente que esses espíritos realmente podem ter aparecido por lá e realizado essa “operação” espiritual em mim. Abaixo, uma série em duas partes gravado pelo próprio pessoal da T.A.P.S., onde eles fazem o Top 20 de encontros.
OBS: Não sei o que houve com a parte 2 pois o próprio canal deles não disponibiliza.

Parte 1

Parte 2

Apesar de parecer insanidade, eu estou utilizando a razão, a racionalidade, a inteligência para deduzir o que houve. Isso se chama de metodologia científica. Quem é monografando, realmente sabe o significado dessa palavra. Abaixo, um quadro informativo com o extrato de cada  modo de análise.

Vamos a um rápido entendimento sobre metodologia científica.

 “Método científico é o conjunto de processos ou operações mentais que se devem empregar na investigação. É a linha de raciocínio adotada no processo de pesquisa.” (GIL, 1999; LAKATOS;MARCONI, 1993).

Para quem quiser ter mais uma vaga noção sobre metodologia científica, esse conteúdo foi retirado daqui. Digo vaga noção pois até a própria metodologia científica é comumente criticado pelos próprios estudiosos da área. Estranho seria se diferente fosse. E é assim que a ciência deve ser, um questionamento eterno. Quando dizem que encontraram a verdade, ao invés, deveriam ser humildes o suficiente para dizer: “encontramos uma verdade”. O nosso foco não é esse e não vamos nos desviar.

O processo no qual eu me baseio, é o hipotético-dedutivo pois segui a lógica e experimentei. Este é um resultado de uma discussão que durante um bom tempo perdurou entre os defensores da teoria da empiria e os defensores da teoria do racionalismo no campo da metodologia científica, que originou o neopositivismo que abarca o método hipotético-dedutivo.

Somente a titulo de conhecimento, Thomas S. Kuhn, uma sumidade no campo dos estudos acerca da metodologia, era físico de formação mas depois da publicação de seu livro Estrutura das Revoluções Científicas, passou a ser conhecido como um filósofo nessa área. Bacana, né?

Pois bem, ainda acham que não me baseio em evidências científicas? Em algum momento me referi a doutrinas religiosas? Tudo o que eu fiz foi abrir a minha mente e ver se há a possibilidade de certos aspectos terem sido não esquecidos, mas abandonados pela ciência. Aspectos que os demais cientistas negam pesquisar pois vão contra os padrões normativos e paradigmáticos em vigor no status quo (estado atual) científico. Esse establishment (padrão) deve sempre ser questionado. E é isso o que movimenta a ciência: os questionamentos incessantes e a mente aberta para novas possibilidades.

Bom, chega de aula de ciência!

Vamos ao que interessa.

Gostaria de atentar aos demais que, quando Bruno nos olha para ver nosso inprints e implantes, ele anota num bloquinho e nos dá para termos a certeza de que ele é um clarividente. Apesar da sua letra ser um mistério para a compreensão humana, diria até divina, ele repassa o bloquinho escrito escrito com o que ele viu no iniciando e no decorrer do processo, os demais podem atestar a sua veracidade. E o iniciando na maca não fica nem ao menos sabendo disso. Fui saber depois.

Ao final dessa etapa, minha aura foi medida e resultou em mais de quarenta metros de distância do aurímetro e meu chackra umbilical respondia na vertical. E o bacana é que eu sentia uma sensação gostosa.

 

Segundo dia: desbloqueio

Deitei na maca e Bruno, com suas mãos, promoveu o meu desbloqueio apesar de não ter feito muita coisa – como ele mesmo disse – pois grande parte do trabalho já estava acabado antes dele começar, devido à cirurgia espiritual que recebi. Não senti muita coisa, apenas alguns puxões que estou certo que foram por causas naturais.

 

Segundo dia: conversa com a supra

É nessa hora que o bicho pega! Eu gravei essa parte e disponibilizarei aqui. Tanto em áudio como escrita. A gravação tem a duração de 1:04 hora.

Caso você, leitor, queira ler ao invés de ouvir, clique aqui para abrir a transcrição em uma nova aba. Caso queira fazer o download do arquivo, clique em salvar como.

Sim leitor. É bem louco assim mesmo.

Eu gravei a conversa de outra iniciando que daremos o nome de P. Ela me autorizou a disponibilizar sua gravação.

Confiram abaixo, mas dessa, vez sem transcrição.

Sua aura marcava 12 metros e depois do desbloqueio, marcou mais de 40 metros.

Esses foram os dois desbloqueios do segundo dia. Amanhã teria mais.

 

Segundo dia: voltando pro apê

Após o término das duas sessões, o relógio já marcava 20 horas de sábado. E como eu sou um bom carioca, não poderia deixar de aproveitar o sabadão, né? O Bruno deu carona para uma galera até à estação de metrô Ana Rosa, e isso incluía a mim. Como estava apenas com uma roupa de sair e já a tinha usado, fui comprar alguma outra roupa que caísse bem em mim.

Após descer o metrô da Consolação, desci a Rua Augusta e atravessei em direção ao Shopping Center 3.  Entrei, procurei e não achei nada. Entendi o porque o número 3  no nome do shopping, só tem três lojas que vendem alguma coisa, o resto é tudo comida. Aquilo lá é um pólo gastronômico, só tem restaurante!!

Mas não me abati. Decidi que compraria uma roupa bacana custasse o que custar. Como estava com uma preguiça enorme de andar aquela porra toda de rua, peguei um táxi e o cara me deixou no shopping Frei Caneca. Aí sim tudo mudou! O problema é que em nenhum lugar tinha uma jaqueta. Até que eu fui numa loja chamada TNG (Deveria cobrar pelo Marketing!!!) e comprei uma jaqueta foda na minha cor preferida e com uma camisa flambê gola V. A jaqueta é essa aqui:

Casaco Pockets Azul

Quem quiser dar mais uma bisbilhotada, só clicar na imagem que abrirá uma nova janela.

Bom, nem tão cedo eu vou usar esse casaco aqui no Rio mas já fica guardado pra quando eu for viajar pra algum outro lugar do Brasil. Casaco foda!

Fiz um lanche em frente ao shopping enquanto os paulistas que trabalhavam no lugar ficavam contemplando a minha superioridade porque eles não paravam de me olhar. E isso me incomodava um pouco, mas tudo bem… eu como sou uma pessoa pública preciso lidar com a fama e com a inveja. Só que não. Hahahahahahahahahahahaha!

 

Segundo dia: sabadão à noite

Cheguei no apartamento e comecei a convidar as meninas pra sair porque não queria ficar em casa, era sábado, pra irmos pra alguma boate. Vamos resumir essa parte: gastei dinheiro a toa com o casaco e não saí pra canto nenhum. Na verdade, saímos. Fomos ao supermercado Extra da Brigadeiro e compramos cervejas e outras bebidas. Legal, né? Sabadão em casa. Enquanto a galera bebia e eu com uma leve dose de cana na mente, resolvi que ia meditar pra falar com a supraconsciência, pra ver se o álcool atrapalhava a comunicação. Peguei a venda, o protetor auricular e comecei a meditar em cima do sofá-cama. Hahaha! Coisa de ébrio contumaz mesmo! Hahaha!

E CONSEGUI! Falei algumas coisas porque apareceu a seguinte mensagem dela pra mim: “vai aproveitar a festa, cara. Me deixa quieta”. Depois disso ela não quis responder mais nada. Depois disso tomei umas e outras e dormi. Bom, eu acho… porque?

Tiraram uma foto minha de aliança na manhã seguinte e não sei nem de onde ela veio. Aliás,  eu não sei nem quem tirou a foto. Até porque se eu não lembro, eu REALMENTE, DE FATO, CONCRETAMENTE SOLIDIFICADO, não fiz nada. Se beber, não case. Como a mão é a esquerda, se beber, não noive.

 

Terceiro dia: retirada de implantes e inprints e construção da armadura etérea

Acordei na merda. Mandei uma mensagem pro Bruno dizendo que ia me atrasar e que não era para se preocupar comigo, que ele já poderia ir começando a fazer o que tinha que fazer. Tomei banho, arrumei as malas e me arrumei. Passei naquele boteco da esquina pra comer mais uma vez aquele misto quente e beber o gatorade de uva. Era o único que tinha, né?

Neste terceiro dia eram só os desbloqueios e a lembrança das vidas passadas. Nada de seminários e afins. O que fiz então foi gravar uma sessão da conversa com a supra do iniciando D. G. O programado para o dia era o desbloqueio e a conversa com a supra de duas pessoas, juntamente com mais uma hora de conversação com a supra, para aprendermos como retiramos implantes e inprints e criarmos a armadura etérea. Entretanto, como a nossa turma de iniciandos era ávida por conhecimento, nós passamos do cronograma e o seminário durou 5 dias, de sexta-feira até terça-feira. Contudo, neste terceiro dia (domingo, 24/02) eu deveria retornar ao Rio e, infelizmente mesmo, não pude acompanhar o resto das sessões. O que me chamou a atenção foi um dèjá vu que eu tive. D. G. também teve um e me informou. Mas, enfim…

Abaixo segue o desbloqueio de D. G. Infelizmente não sei o que houve que não gravei o depoimento de Estrela*.

*nome fictício

 

Depois de sua conversa com a supra, havia chegado a hora de conversar com a minha. Ao questioná-la se ela (minha supraconsciência) estava pronta, de imediato a mensagem que apareceu foi: “Bora! Vamos dar um show!”. Eu comecei a rir sozinho e ninguém havia entendido o porquê.

Bom, quando eu pausei o procedimento com a supra ontem, na sessão, era outra coisa. Entretanto, como havia praticado em casa, fiz o mesmo pedido a ela. Por isso que o início dessa segunda gravação, não coincide com o final da primeira. Só para esclarecer.

Bom, essa é a segunda parte da gravação. Não fiz a transcrição senão demoraria muito mais tempo para este post sair. Espero que esteja audível.

Algumas curiosidades dessa gravação são realmente bizarras.

Vejamos a primeira. No meu chackra cardíaco havia um implante. Só que, quando eu peguei pra ler o papel dizendo que havia um implante bem no meio do meu peito, eu tive um estalo de que, desde nascido, eu tenho uma mancha bem ao centro do peito. E agora escrevendo isso, me lembrei de um post sobre um caçador de reencarnados. Quem desejar ver o post, é só clicar aqui. Neste post, há uma incitação de que as manchas que temos de nascença, podem ser reflexos de outras vidas na nossa atual. Além disso, era um implante benigno que estava com defeito.

A segunda curiosidade, trata-se de quando fui limpar meu chackra coroa que possuía dois implantes, um de cada lobo do cérebro. O estranho é que eu senti e vi (não me perguntem como e se não quiserem acreditar, não precisam), mesmo de olhos fechados, feixes de luz verdes emanando dessa coroa. Inicialmente na direita e depois, na segunda limpeza, na esquerda. A maior estranheza disso tudo foi, mesmo depois de ter limpado, meu olho esquerdo estava mais vermelho que o normal. E quando eu estava limpando, eu sentia a sensação de onde a chave de fenda estava chegando mas não sentia dor. Para provar isso, eu tirei uma foto dos meus olhos. Isso foi o que eu consegui recortar e diminuir um pouco da foto original. A Resolução da foto original é de 3264 x 2448

olhos

Apesar da foto não ter ficado muito boa, o meu olho esquerdo (que nesta foto é o olho direito), estava mais comprometido do que o normal. Abaixo a foto original redimensionada. Para vê-la melhor, é só clicar nela própria.

A terceira curiosidade é que quando me referi ao meu amigo, eu senti  uma sensação de amizade  enorme no meu peito e compreendi o quão grande é essa amizade.

A quarta, e última – por enquanto – é poder ver mesmo de olhos fechados. Na hora da construção do escudo etéreo, eu me senti desproporcional ao meu corpo, eu conseguia sentir e ver que a minha aura tinha mais de 100 metros. Ela era muito alta mas não tanto para chegar até às nuvens. Eu via todos nitidamente só que muito longe de mim. Mas muito longe mesmo, só que mesmo assim eu os via. Exemplificando aos cariocas: imagine você no posto 8 em Ipanema enxergar alguém no posto 9 com extrema perfeição só que do tamanho de uma formiga. Pois é. É estranho. E eu conseguia me ver muito bem de outra perspectiva também, a fronta. Conseguia me ver sentado, envolto com uma armadura etérea cristalina azul. Não peço para vocês acreditarem, apenas peço que deixem suas mentes abertas a isso.

A armadura era mais ou menos igual a essa

A diferença é que era muito mais brilhante. É como se em cada parte existisse um ínfimo diamante extremamente brilhante, igual ao da imagem. Essa imagem é do jogo Diablo 3.

Depois disso, teve mais uma sessão de conversas de P. com sua supra.  Após, nos dirigimose ao shopping Pátio Paulista celebrar nossa iniciação.

 

No shopping

Buscamos sentar o mais longe possível da civilização possível, até porque devido ao assunto que trataríamos, seríamos taxados de loucos. Mas tudo bem! Sem problemas. rss

Sentei numa posição geoestratégica interessante, o que me deu uma vantagem comparativa aos demais na mesa para observar as possíveis interações externa. Em outras palavras: sentei num lugar legal pra ficar olhando os outros. Hahaha! E olha… valeu a pena! Ê, Ê!

Tiramos algumas fotos – que não serão postadas – e conversamos um pouco. Além de beber uma cerveja estupidamente quente  E CARA, não havia chopp. Blasfêmia! Bruno nos contou uma história bacana que eu gostaria de compartilhar. Quando ele era pequeno, ele conseguia se projetar facilmente para fora do corpo. Até que um dia ele adentrou num espaço que servia para a prática de rituais de macumba (digo macumba pois não sei de qual religião se tratava e, inclusive, não busco ofender nenhuma religião independente do credo).  Foi quando ele viu uma senhora e ela começou a passar mal até desmaiar. Quando ele pensou que queria entrar no corpo dela, ele já estava. Nisso, deram doce, bala, sorvete e outras coisas mais que uma criança adora. rss

Nessa hora bateu um estalo na minha consciência sobre uma situação similar que aconteceu com uma pessoa conhecida mas não revelarei por motivos pessoais.

Outra situação que me veio à cabeça – que eu posso comentar – é que essa minha amiga de SP é praticante de alguma dessas religiões (entendam que eu realmente não sei qual é a religião). Ela disse que uma entidade sua vinha da região ao final da coluna, onde localiza-se o chackra raiz e a outra da região da genital, que é o chackra base. Achei muito interessante e dei para ela ler a apostila. Acho que ela aprendeu uma ou duas coisas.

Depois dessa nossa conversa e uma boa noite, Bruno nos deixou em uma estação de metrô que eu não lembro qual, pois a estação Ana Rosa estava fechada. Saímos do carro embaixo de forte chuva. Eu não liguei pra chuva até porque eu gosto muito de chuva, frio e sol. Não posso falar da neve porque nunca vi. rs

Peguei o metrô até à rodoviária e da rodoviária cheguei ao Rio.

 

Após isso tudo, o que vem acontecendo de diferente comigo?

Muita coisa. Antes eu já era calmo, agora estou mais calmo. Eu queria ser mais sereno e consegui essa serenidade. Adquiri mais autocontrole e outros benefícios propiciados pela meditação em si, só que com o desbloqueio dos chackras, melhora E MUITO! Além de todos aqueles benefícios que eu notei e enumerei no primeiro post

Um teste que eu realizei foi comer de forma com que eu realmente me sentisse empanzinado. Fiz esse teste indo ao shopping.

O que eu comi?  Bom, antes de sair de casa eu comi a sobra de um churrasco misto que havia sobrado. Coloquem aí, uns 300 gramas de comida. Isso não tapa nem o buraco do meu dente. Depois comi um frango à parmegiana com feijão e vinagrete do Giraffas com uma latinha de refrigerante.  Coloquem aí, 600 gramas de comida + 350 ml. Ao total 900 gramas, o que continua sendo não muito. Como a minha irmã não queria mais comer, eu comi o que ela não queria. Mais uns 300 gramas pra conta. 1.2 kg, o que é uma quantidade considerável de comida. Não contente, enquanto comia o que a minha irmã não queria, esperava uma pizza brotinho que havia pedido. Comi a pizza com outra latinha de refrigerante. Por volta de 600 gramas de comida mais 350 ml de refrigerante. Ao terminar de comer tudo, ainda tomei outro refrigerante porque veio a mais e não queria devolver. rs

Resultado, comi quase dois quilos de comida e pouco mais de um litro de refri. E como isso é bom? Para quem malha é excelente. Você vai conseguir ótimos resultados com isso.

Aí o que deve ficar na mente das pessoas é: “caramba! O Salto dá mais fome.”

Não! Pra falar a verdade, você comendo menos também sacia. Fiz esse teste tanto no máximo quanto no mínimo. Só que no máximo, ele não te deixa com aquela sensação de nem poder respirar direito tampouco com qualquer tipo de incômodo. E como eu sei disso? Bom, eu me observo. Eu conheço bem o meu organismo. E você, leitor? Conhece o seu?

Agora, vamos a alguns fatos esquisitos.

O primeiro fato aconteceu logo na terça-feira, dia da minha colação de grau. Fui ao shopping para fazer as unhas. Não, leitor…  isso não é viadagem. Isso é higiene. Se você não tem, foda-se. Tava lá eu, paradão na esquina, escoltando as menina quando eu sinto um incômodo enorme. Nessa hora eu pisquei e vi uma mensagem. Eu não acreditei e fechei os olhos de novo. Vi as mensagens: “1840, Etiópia, Guerreira” e uma imagem se seguiu de uma amazona com uma lança na mão. Perguntei se era simbólica ou literal e na mesma hora a resposta foi literal. Quando eu abri os olhos, percebi que uma senhora lá no fundo falava sobre espiritismo. E pisquei de novo e vi outra mensagem. Fechei os olhos e perguntei: “sim, mesmo?” Pois a mensagem que havia aparecido era “sim”. A resposta foi: “isso mesmo”. Era uma mensagem que eu não sei de onde veio mas foi interpretada pela supraconsciência.

Depois disso, senti uma vontade enorme de dizer à senhora isso mas não consegui porque, talvez, ela me acharia louco. E isso me incomodava de uma forma anormal. Isso só melhorou quando a senhora terminou sua conversa e foi embora. Foi quando eu me vi tranquilo e em paz novamente. Eu sei o que eu senti e não estava louco.

Outro fato curioso, foi que eu estava indo à loja de conveniência de um posto de gasolina perto de minha residência, quando sou abordado por um rapaz com roupas sujas e de pele bem escura me agradecendo pelo chinelo, mas numa felicidade só. Eu balancei a cabeça acenando: “sim, sem problemas.” Quando dou uns 5 passos, algo me fala pra olhar para trás. E cadê o cara? Como que ele sumiu tão rápido? Eu fiquei pensando comigo que ele poderia ter corrido, se escondido ou qualquer outra coisa. Achei que foi coincidência ele ter desaparecido tão rápido. Essa não é a primeira vez que isso acontece mas a outra eu não me lembro nem quando e como foi.

A outra situação aconteceu quarta-feira. Meu avô veio aqui dar um recado para a minha mãe. Só que ele já é falecido e a comunicação ocorreu da mesma forma. Eu comecei a sentir alguém me vigiando e não tinha ninguém. Fechei os olhos e perguntei quem era. A mensagem não demorou e veio no ato: “seu avô”. Conversei com ele um pouco e ele me deu o recado. Comecei a achar que estava louco mas perguntei pra minha mãe se o recado era verdadeiro e ela me perguntou como que eu sabia daquilo. Eu disse que não sabia, foi meu avô quem falou. Eu ainda não engoli essa história direito. Bom, eu esqueci de mencionar que meu avô faleceu quando eu tinha uns 5~6 anos. Eu o amava MUITO mas ele está em um lugar diferente agora.

Quanto aos implantes e inprints  e outros tipos de sabotagens, estou na fase de não aceitação. Eu, conversando com a minha supra, me revelou que havia uma programação numa parte do meu corpo – que eu não lembro – que me fazia beber muito e fumar muito (cigarro, galera… acalmem-se). Bom, limpei essa programação quarta-feira(06/02), ou terça-feira  (05/02) dessa semana.  Não lembro ao certo e não sinto vontade nenhuma de fumar. Bom, não sei o que houve mas não sinto nenhuma vontade. Sim, leitor! Eu também duvido – OBS: TIVE UM DÈJÁ VU AGORA, DUAS VEZES SEGUIDAS – de certas coisas mas tudo se mostra tão eficaz que me faz acreditar, pela lógica e pela experiência de que algo acontece. Eu estou na fase da negação das coisas que acontecem. Sim! Isso é comum. Você negar que, o que você faz – depois do salto – é mera coincidência. Entretanto, com o tempo, você vai vendo que não é apenas coincidência. E a frequência dessa vez foi azul e não tive muita coisa pra queimar. É verdade!? Começo a achar que sim pelos resultados que estou tendo.

E outra coisa MUITO importante: a lei da atração. Ela aumenta de forma exponencial. Cuidado com o que você pensa porque vai acontecer.

Nas minhas conversas com a supraconsciência, a fiz uma pergunta que não queria saber a resposta. Ela me respondeu mas eu não aceito aquilo – completamente – como resposta. Veja, leitor, caso você vá realizar o salto, haverão perguntas que te incomodam demais e você quererá as respostas para elas. E você deve aceitar a verdade nua e crua. É difícil? SIM! Mas se quisermos crescer, precisamos aceitar as verdades e partir para a próxima, independente da dor que vá causar. Eu ainda não aceitei e por isso, talvez, esteja tendo um pouco mais dificuldades de falar com a supraconsciência. Pode demorar essa aceitação. Todos temos segredos que só nós mesmos podemos responder. Não tenha cuidado com o que você pergunta a si mesmo porque é a resposta mais verdadeira que existe. Doerá, mas essa dor será necessária para a cicatrização.

Eu não consigo enumerar TODOS os benefícios até porque eu fui iniciado há apenas três semanas atrás, no dia 23 de Fevereiro. Isso não quer dizer que eu não pense sobre eles. Sim, eu penso e chego a diversas conclusões sobre diversos assuntos e para isso uso a mente racional.  Não precisamos depender dela (supraconsciência) para tudo, dessa forma, você não viverá.

Bom, poderia me prolongar por mais tempo mas prefiro partir para o próximo passo que é…

 

VAMOS FALAR DE COISA BOA? VAMOS FALAR DE TEKPIX?

Bom, pessoas… vamos a uma parte interessante. Conversando com o Bruno, negociei um desconto para os leitores do IÉB. Não é muita coisa mas alguma coisa é melhor do que nada. Não concordam? De R$ 2.000, os interessados em realizar o Salto Quântico terão um desconto de R$ 100, ficando, assim, R$ 1.900. Os interessados deverão enviar uma mensagem para o e-mail do Bruno com o assunto: Salto – IÉB.

No campo da mensagem, dizer que você leram nessa página aqui que ele daria um desconto de R$ 100 a quem quisesse ser iniciado no Salto Quântico. E no e-mail vocês podem escrever o que quiserem para ele. Vai demorar para ele responder posto que ele realmente é uma pessoa absurdamente ocupada. Não se achem esquecidas porque ele responderá os e-mails de cada um de vocês, não se preocupem. Assim como vocês, ele também trabalha. Ele também rala, então não se preocupem. :)

Para falar com o Bruno, é só enviar um e-mail com as instruções supracitadas para:
[email protected]

Pra finalizar, deixo vocês com esse vídeo com uma crítica no final:

Nesse vídeo, só porque aparece a respeitada imagem de Michio Kaku e alguns outros cientistas influentes, os pseudocéticos dirão que é verdade ou mentira? É verdade ou mentira a mulher se teleportar? Os pseudocéticos são contraditórios, enquanto afirmam que no universo tudo é capaz de existir, negam o direito de existência dessas capacidades. É muita incongruência.
É questionando que a ciência cresce. Questionem a si mesmos: “e se?”

 

Algumas informações retiradas da página de Bruno Guerreiro: Sete Antigos e Salto Ciência / e Din Akari Kei:  Fator Quântico

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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