Livra-nos do Mal

Terráqueos (Documentário) [Re-post]

E aew, excomungados dos 600 diabos senhoras e senhores! A dica de post de hoje, chegou por email, enviado pelo leitor Nyew Ortiz, e em pouco mais de 10 minutos de vídeo, já estava decido a postar. Ao contrário do que muitos pensarão (por causa do título), esse documentário não fala de  extraterrestres. Fala exatamente dos terráqueos. É um documentário norte americano, que mostra como funcionam as fazendas industriais, e relata a nossa dependência humana sobre os animais, para obter alimentação, vestuário e diversão, além do uso em experimentos científicos. Compara o “especismo” da espécie humana com outras relações de dominação, como o racismo e o sexismo. É realmente um documentário excelente, e eu os recomendo, senhoras e senhores.

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Por hoje é só, pessoas. Desejo a todos um ótimo final de dia, assim como uma ótima semana para os dias que prosseguem. Sugestões no [email protected] ou no Facebook.

Até a próxima. Beijo na bunda! :P

Sobre Peu

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Apaixonado por voar e por música, sou um Pernambucano que gosta de tudo um pouco. "Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral. SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também. Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte. Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

65 Comentários nesse post. Comente!

  1. Nossa… Isso é algo diferente…

    Juunin / Responder
    • Já faz alguns anos que assisto vídeos aqui.

      É a primeira vez que chorei….

      Maldito seja nossa espécime…… maldito sejamos nós…….. um dia seremos dizimados desse planeta que nunca foi nosso.

      luiz / (in reply to Juunin) Responder
      • É fera vc fala isso mas não vive sem carne! e sem roupas eu sei que é tocante mas seria impossível viver sem ter que matar animais.

        Ismael / (in reply to luiz) Responder
        • não é impossível. as pessoas só tem preguiça de pesquisar as outras alternativas.

          Silvia / (in reply to Ismael) Responder
  2. Isso não é bizarro ‘-‘ Mas de qualquer forma, esse é um ótimo documentário. Obrigado por compartilhar conosco Peu.

    Tio dos Gore / Responder
    • Lógico que é bizarro pô. A palavra bizarro(a) se encaixa em um grande leque de situações, imagens, notícias e acontecimentos, e não só em mortes, acidentes, assassinatos e coisas do tipo.
      Uma boa definição de bizarro, pra mim, é o que foge muito do normal. Várias coisas, portanto, passam a ser bizarras, como por exemplo o tamanho do meu pau, que é imenso. E outra coisa que foge muito do normal é o comportamento humano, e por isso esse post aborda algo que também é, sim, bizarro.

      Urubu Rei / (in reply to Tio dos Gore) Responder
      • O bizarro disso tudo é que nós somos os “aliens” do planeta!
        todos dizem que os aliens fazem testes,colocam sonda, esudam comportamento, bem fazemos tudo isso aqui nesse planeta, minha opinião é que nós não somos daqui, viemos para cá e dominamos os seres vivos que habitavam o planeta.
        me chamem de louco, mas olhem sobre os deuses astronautas… bem minha opinião, não gostou,pisque os olhos e volte a viver!!

        Carrion / (in reply to Urubu Rei) Responder
  3. Ainda bem que só como carne Friboi.

    Flavio Silva / Responder
  4. IEB também é pura cultura

    diego / Responder
  5. Acho que esse documentario já foi postado por aqui Peu…

    Vitor / Responder
  6. Tenho vergonha de ser humano.

    Tiago / Responder
  7. Hei, este cara tem o mesmo nome que eu! Será mesmo um xará ou eu que bebi demais na noite anterior e não me lembro do que fiz? Por via das dúvidas, vou assistir… de pé…

    Sádico Nyew / Responder
  8. Porra, a do cachorro sendo jogado no caminhão de lixo, ainda vivo para ser esmagado foi muito foda!

    Mário / Responder
  9. Já tinha visto este documentário, e se não me engano aqui msm no IÉB!

    Henrique / Responder
  10. Tai.. Um tipo de video qe nao tenho coragem de ver, sabendo do que se trata :/

    Dienny / Responder
  11. deu coragem de ver não :(

    Ana Karina / Responder
  12. Pouco mais de 10 minutos é?! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs.
    Brincadeira à parte, eu poucas vezes na vida senti algo que não conseguia explicar. O ser humano tem um potencial de amor e bondade muito grande. Mas preferimos muitas vezes o caminho do ódio e da maldade, e quando se trata de crianças e animais isso choca mais ainda. E a pergunta a ser realmente respondida é a feita no vídeo, será que esperamos colher algo diferente daquilo que plantamos? Pois estamos cegos por não querermos ver.surdos por não querermos ouvir, e mudos por não querermos falar.

    Deus abençoe a todos.

    Deusimar Barbosa / Responder
  13. virei vegetariano ao assistir este documentario ha alguns anos.

    Xisto / Responder
    • Sou vegetariana a um tempinho já.Foi muito dificil no começo,ainda mais quando é só você em sua casa que decide optar por essa filosofia,porque ser vegetariano é estilo de vida.Fora as pessoas tentando mudar sua ideia,tentando “reverter” você.Mas ai é só se manter firme e indo se acostumando aos poucos,se adaptando.E já tinha visto esse vídeo,na verdade,visto não.Só comecei e depois fiquei pulando os minutos com o rosto virado,nem posso dizer que assiti,vi de relance,TERRÍVEL!

      Mosy Cruz / (in reply to Xisto) Responder
  14. Muito bom!

    cudocamelo / Responder
  15. Hillário :O

    Ju / Responder
  16. Infelizmente, outro re-post =/
    Link do que já foi postado: http://www.issoebizarro.com/blog/acidentes-tragedias-assassinatos-suicidios/terraqueos/

    Mas não deixa de ser um interessante documentário! Aborda a natureza mais bizarra do ser humano, que é a única espécie que mata por prazer =/

    Lucas / Responder
    • Sim, é um repost, e no título tem isso indicado…
      Eu gosto quando fazem reposts, porque existem pessoas como eu que são preguiçosas o suficiente pra não olhar além da página 50…
      Eu acesso o IÉB há um bom tempo já, mas convenhamos… Dá aquela preguicinha marota de olhar muitas páginas… E aí você dá F5 e tem posts novos…. *-* É uma dlç isso.
      Mas enfim…
      Não só pessoas assim como eu, mas existem também os novos leitores que não conhecem os posts antigos.
      Na minha humilde opinião, um re-post é sempre bem vindo xD

      …e bem. Meu professor de geografia passou esse documentário na sala no ano passado, e Peu do céu, eu nunca chorei TANTO em uma manhã na minha vida… Odeio quando maltratam os animais, principalmente gatos [eu tenho um e fui correndo pra casa abraçar o meu felino], e quando ouvi eles miando eu não aguentei e comecei a chorar. Fora o cachorro que eles colocam vivo no bagulho de amassar lixo lá.. D:
      Eu acho que isso deveria merecer uma punição bem ao nível do que os caras fazem… Odeio gente assim D:
      …e eu quero abraçar meu gato agora de novo. ç.ç

      Neonne / (in reply to Lucas) Responder
  17. Muito bom, inclusive vou compartilhar. Se todos nós tivéssemos um mínimo senso de igualdade com os animais, o mundo seria um lugar bem melhor.

    Pedraum / Responder
  18. Bacana!

    Georgiana / Responder
  19. Olá Pessoal,
    Vi o documentário todo e realmente fiquei chocado!!! Somos um lixo mesmo, todos nós, fato! Reféns da capitalismo. Como diz no video, todos somos terráqueos, e nos comportamos como superiores, como preferenciados de Deus? Me atordoa o fato de ainda comer carne, e de não poder fazer absolutamente nada. Fico me perguntando, e Deus? Porque ele fez a natureza ser tão cruel? Temos que admitir que em alimentação, estamos fazendo parte da cadeia alimentar com total falta de respeito a vidas alheias..
    Penso que o máximo que podemos fazer e tirar o sofrimentos que fazem nesses abatedouros, abate-los de forma rápida e indolor, tem que haver fiscalização nessas porras! Falo isso porque acredito ser impóssivel acabar com o consumo de carne no planeta.
    Como diz no final do documentário “COLHEMOS O QUE PLANTAMOS”, o que será que iremos colher?

    TEMOS MUITO QUE EVOLUIR AINDA! E SE DEUS REALMENTE EXISTE, ELE PRECISA FAZER ALGO.

    Arthur Silva / Responder
  20. Eu já conhecia esse documentário e confesso que não consegui passar dos 10 minutos. Foi graças a esse vídeo, que hoje não consumo em absoluto, mais nada que se derive de suínos, aliás, acho que todos deveriam fazer o mesmo e quiçá, não consumir mais nenhum tipo de carne animal, somente humana. kkkkk Tô brincando! Os absurdos cometidos contra os pobres animais que esse documentário vos mostra, é algo que nem deveria ser feito ao seu pior inimigo, claro que sou suspeita para defender essa ideia, pois não sou do tipo piedosa, mas enfim. Abs a todos os responsáveis desse Blog, que fazem que o mesmo seja excelência no gênero. =D

    Andrea / Responder
  21. Não sei nadar, não sei voar, não possuo força o bastante e nem velocidade para abater um animal e saciar minha fome. Não tenho os instintos de quais plantas posso comer para me alimentar. Minha pele não aquece e não possuo belos pelos. Morreria com rapidez se ficasse no frio só com minha pele… Morreria no sol escaldante….
    Não farejo e não escuto tão bem pra saber se é um amigo que se aproxima…
    Mas sou um ser raciocina e isso não me fez melhor… Pq até hj não aprendi que a única criatura que é brutalmente dependente, sou eu.
    Eu nunca me senti tão lixo vendo um vídeo.
    Valeu Peuzito

    AdrianaP / Responder
  22. “A natureza não é responsável por esses atos: NÓS SOMOS!
    São as mudanças inevitáveis?
    – Ou nós mesmo fazermos acontecer, ou a natureza nos força a fazê-las!
    Chegou a hora de todos nós reconsiderarmos nossos hábitos alimentares, nossas tradições e acima de tudo:
    O NOSSO MODO DE PENSAR!
    Então, é claro que os animais sentem e é claro que experimentam da dor que tanto tememos!
    Afinal, a natureza abençoou esses animais com uma fonte de seus sentimentos!”

    Lucas Uchoas / Responder
  23. É complicado pensar na própria hipocrisia. Eu como carne, mas não mato nem inseto dentro de casa. E não é exagero, por exemplo quando aparece uma aranha aqui, procuro colocá-la em algum pote e jogar pra fora. Nem me imagino matando alguma animal tipo uma galinha, porco… E não mataria se dependesse de eu matar pra continuar comendo carne, e aí sim, tenho certeza, viraria vegetariano sem ter outra opção, porque matar com as próprias mãos jamais. E não é por nojo ou algo assim, mas sim porque tenho dó, respeito os animais pra caramba. Respeito mas como carne e nunca tentei parar de comer. E daí as vezes quando como penso no possível sofrimento pelo qual aquele animal passou, e é perturbador pensar nisso. Aliás, quando você caio na realidade e come a carne encarando aquilo como um pedaço de um animal morto, o que de fato é, já é desconfortável.

    Tem uma frase do Paul McCartney que se não me engano é de uma entrevista em que o assunto vegetarianismo foi tocado:
    “Um dia quando eu era criança fui pescar com meu pai e vi a situação do peixe no barranco, logo após ser fisgado. Estava se debatendo, tentando respirar e lutando pela sua vida. Ali eu vi que a vida daquele peixe era tão importante pra ele quanto a minha é pra mim. Então pensei: ‘não preciso de sua vida’, e o devolvi a água. Desde então sou vegetariano.”

    Não foi bem com essas palavras, mas o conceito da mensagem foi isso aí. Acho inclusive que foi depois de ler isso que eu passei a ver até aranhas com outros olhos, rs, apesar de que nunca fui de sair estapeando-as pelas paredes, rs.

    Quem sabe eu ainda vire vegetariano um dia. É difícil, mas acho que vale muito a pena sim.

    Urubu Rei / Responder
    • A sociedade de hoje é a mais hipócrita que existe, como por exemplo quando fez frio em São Paulo mobilizaram muitaa gente atrás de agasalhos para os sem teto, mais acaba o frio e essas pessoas voltam a ser invisiveis aos nossos olhos, infelizmente a tendencia é piorar

      haru / (in reply to Urubu Rei) Responder
    • É, mas quando a barata voa, amigo…

      Neonne / (in reply to Urubu Rei) Responder
  24. Gostei do documentario,gostei desse tmb, The Story of Stuff (A historia das coisas)

    222001 / Responder
  25. quando eu tiver um tempo eu vejo o documentário, bom post :D
    nunca matei nenhum animal, e se dependesse de mim matar um bicho pra comer , só faria em casos extremos (perdido na floresta, etc)…
    eu sou marombeiro e nao posso ficar sem carne haha preciso de proteina, como aproximadamente 500g de carne por dia , tbm como ovos, leite…
    (12 claras + 2 gemas, e 1 litro de leite por dia) …

    Thiago R. / Responder
  26. 30 min, foi oque eu consegui ver.

    Icaro / Responder
  27. Já vi esse vídeo aqui, postado pelo Dani, se não me engano. Até baixei o vídeo e assisti umas três vezes. Ótimo post.

    Bili / Responder
  28. nao sei qual o problema em ser ou nao ser reposrt…pq o povo reclama tanto disso? poxa, se já viu, entao nao ve. Porem, tem gente que nao viu um post antigo e ta vendo agora..
    que besteira o povo q reclama dessas coisas.

    renato jur / Responder
  29. Cara, isso e mais comovente do que um cara cortando o pescoço de outro, uma mulher debaixo de uma roda de ônibus, ou ate mesmo um homem bater em uma mulher.
    Sinto vergonha do ser humano, me comovo com certas coisas, e olha que me comover e bem difícil.
    Não gosto de ver animais sofrendo, porha tira a pelo do animal ainda vivo, wtf. eu queria pega esses fdp e arranca r a pele dele com uma faquinha de passa manteiga enferrujada e sega ainda o.O

    JPoonntes / Responder
  30. Apesar de triste, o documentário é muito bom, a voz do narrador me lembra o Zeitgeist.

    Matheus / Responder
  31. Está é a terceira vez que tento ver este video e não consigo.

    David / Responder
  32. Conheço esse documentário à + ou – 5 anos e confesso q demorei meses para conseguir assisti-lo por inteiro, assistia 10 min e interrompia chorando muito, me sentindo o pior ser do universo, isso pra uma pessoa viciada em gore deis do lançamento do faces da morte e dos primórdios da internet. A lei do especismo imposta por nós é muito mais brutal do q qualquer genocídio ocorrido na história.

    Epitácio Pitangy / Responder
  33. Não vou assistir não! Sou vegetariana e odeio esse tipo d vídeo… Meu ponto fraco pro lado bizarro é este definitivamente! Acho o ser humano deprimente, pessoas falam q é a lei da sobrevivência a maioria mata para se alimentar, mas nem sempre, alguns sentem prazer…

    =/ / Responder
  34. Ensinar o respeito pelos animais é criar uma sociedade mais pacífica e consciente.

    As religiões ensinam que os animais não têm alma. Não é concebível, para os espíritas, que Deus, que é todo bondade e justiça, desprezasse os animais, criando-os unicamente para servirem de alimento, distracção e auxílio no trabalho.

    Para o Espiritismo, os animais são irmãos em evolução, tal como os humanos. Os animais não são ainda Espíritos; não possuem uma inteligência, livre-arbítrio e consciência de si próprios que se nos comparem. Possuem, contudo, o princípio espiritual, como que um esboço do Espírito que serão futuramente. Os animais, portanto, também sobrevivem à morte física, reencarnam e evoluem.

    O espectáculo cruento de um animal que mata outro para se alimentar, longe de atestar uma suposta crueldade de Deus, ou o rebaixar dos animais por parte de Deus, é uma forma de os animais desencarnarem, assegurando a evolução através da reencarnação, e mantendo o equilíbrio ecológico.

    A atitude do Espiritismo para com os animais é de respeito, carinho e compaixão. Todo o sofrimento inútil lhes deve ser poupado. Ainda existem pessoas que têm que se alimentar de animais. Contudo, a posição espírita acerca disso é que os animais devem ser criados e abatidos com o mínimo de sofrimento. Torturar e abater animais para divertimento, não é, também aceitável.

    De resto, o Espiritismo não controla as opiniões e os comportamentos sociais dos seus simpatizantes. Não é uma religião nem uma seita, mas uma filosofia, e, como tal, cada espírita responde perante a sua consciência.

    Alguns religiosos defendem que os animais, “não tendo alma”, não sofrem nem têm que merecer qualquer consideração. A Ciência mostra que os animais sofrem consoante a sua organização nervosa mais ou menos sofisticada, e quanto à questão da “alma”, para nós, têm-na, sim.

    Alguns ateus defendem que o amor pelos animais é um produto da evolução genética, que nos leva a ter uma empatia por alguns animais, que achamos mais estimáveis, por motivos meramente biológicos, por processos químicos cerebrais. Para o Espiritismo a inteligência não é produto da matéria: a matéria é veículo para a manifestação da inteligência. Dito de outra forma, o amor pelos animais não é um incidente evolutivo sem significado; ele é uma manifestação do Espírito, uma expressão de caridade, uma lei divina.

    O animal selvagem que nos olha, esquivo; o animal que nos acompanha no dia a dia e que, dizemos, “só lhe falta falar”, são para nós bênçãos de Deus e companheiros de jornada na evolução.

    Paladino / Responder
  35. Me recuso a assistir =/

    Rafael / Responder
  36. eu tenho nojo dos humanos!
    acho que vou virar vegetariano

    Arthur / Responder
  37. Em resumo, o ser humano é câncer na terra! consome e acaba com tudo que existe…..

    indiolocco / Responder
  38. Muito bom o documentario,aborda um tema realmente muito importante,nos faz pensar.

    Mundando de assunto,tem um filme muito bom chamado May Obsessao Assassina,esse filme com certeza se encaixa na categoria filmes bizzarros.

    Capitao obvio / Responder
  39. assiti esse documentário no começo do ano e ainda estou traumatizada
    x.x

    helen / Responder
  40. Depois de ver esse documentario a cerca de anos atras, me tornei vegetariana.

    Emanuela / Responder
  41. Esse é um documentário muito bom.
    Aborda muitos aspectos que realmente deveríamos repensar.
    Outros aspectos já forçam mais a barra. Te fazem sentir vergonha por sermos todos responsáveis por uma “matança cruel e sanguinária”.

    Na hora da alimentação não existe piedade. É a lei da sobrevivência. Todos os seres vivos a praticam.
    Iremos culpar a todos os animais carnívoros por se alimentarem de carne e aplaudir os herbívoros por darem o exemplo?
    Muito de nossa evolução da espécie se deu graças a sermos onívoros e nos adaptarmos a qualquer ambiente na terra.

    Concordo totalmente nos quesitos diversão e testes em animais para fins cosméticos.
    Tanto que aboli visitas a circos que possuem animais por exemplo.

    No caso da ciência é um tema muito complicado. De acordo com o documentário, te leva a acreditar que é inútil.
    O que me diriam do soro antiofídico? Um exemplo em milhares de outros.
    Os camundongos possuem carga genética 92% iguais ao de um ser humano!
    É justo testar uma nova vacina direto em um ser humano e acompanhar os resultados? Seu filho por exemplo? Que tal em um camundongo primeiro? Lei da sobrevivência…

    Pra finalizar… Aranhas, baratas ou formigas, sentem dor ao morrer?

    Paulo / Responder

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