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Relatos Bizarros #18

Mais uma sexta-feira de pura alegria. Vamos comemorar o aniversário de São Paulo, gurizada! o/

Não sabe como enviar o seu relato? Simples, meu chapa!

Há três meios

O primeiro: basta clicar aqui e você será direcionado à nossa página de relatos.

O segundo: envie-nos um e-mail -> [email protected]

O terceiro: basta começar a ler os relatos que, ao final, haverá um formulário idêntico ao da nossa página de relatos para preencher com sua história surpreendente.

A título de esclarecimento: se o seu relato não apareceu aqui, não fique chateado. Nas próximas semanas ele com certeza aparecerá. Eu posto os relatos por ordem de chegada. Basta só aguardar. Semana que vem tem mais, não se preocupem! :)
Seus relatos com certeza aparecerão só basta esperar!

Comecemos! :D

 

#01

Nome: Babi

Eu sempre fui muito sensível quando se trata de coisas paranormais e eu que contava as histórias de terror nas festas mas enfim…. Minha história é a seguinte: Quando eu tinha cinco anos, meus pais resolveram se mudar para outro apartamento e sempre que iam visitar apartamentos, eles me levavam pra conhecer também. Quando eles foram escolher o apartamento que eu moro atualmente não foi diferente. Eu levei uns brinquedos para me distrair enquanto eles resolviam as coisas. Eu estava sozinha em um dos cômodos, sendo mais precisa o quarto que eu iria dormir, e enquanto eu brincava eu ouvi uns barulhos só que como a casa tava cheia, eu achava que eram meus pais e o corretor… Meus pais resolveram ficar com o apartamento e as minhas primeiras semanas foram super tranquilas até que eu comecei a ver coisas… Eu não gosto de dormir virada para a porta porque sempre tive medo de ver as coisas( até hj eu não durmo virada para a porta).Eu sempre acordava as 3 hras da manhã em ponto e sempre via dois vultos me observando na porta. Eu achava q poderia ser os meus pais e passei por isso durante uns 2 anos seguidos acreditando que eram os meus pais até que eu perguntei pra minha mãe porque eles me observavam muito durante a noite. Meus pais ficaram assustados e disseram que não eram eles. Um ano se passou e nada foi resolvido. As coisas pioraram. Eu acordava de madrugada com a sensação de estar sendo enforcada e eu abria os olhos e via uma lora em cima de mim com uma faca na mão me enforcando e quando eu piscava tres vezes ela sumia e aparecia na porta. Eu passei a madrugada acordada e no dia seguinte contei tudo para a minha mãe e ela me colocou pra dormir com ela durante algumas noites. Todas as noites eu acordava ela e contava sempre a mesma história e apontava pra porta enquanto a moça ainda estava lá só que ela não conseguia ver. Eu tinha uma dessas casinhas de pano que vc montava e entrava umas 3 pessoas lá dentro( era antiiigo pra cacete) e eu sempre dizia que tinha umas crianças lá dentro… Todo mundo achava que eram meus amigos imaginários até que minha tia que também sente essas coisas disse que tinha sim crianças ali e que era pra desmontar antes que alguma coisa acontecesse… Quando eu fiz 10 anos essas coisas pararam… Só a cozinha que ainda me perturba pelo fato do teto ter caído em cima do braço da criança da antiga família que morava aqui… Não conheço muito bem o prédio mas as histórias que rolam sobre os apartamentos não são mto boas… Bom meio chatinha a história mas é isso ai…

 

#02

Nome: Janine

Você já fez a brincadeira do copo (Tábua de Ouija)???

Eu já, e sim, foi de verdade.
Aconteceu a cerca de 4 anos, eu e mais uns 10 amigos resolvemos tirar a duvida quanto a veracidade de tantos relatos que vemos por ai.
Era final de tarde no inverno, fomos até a casa de um amigo preparamos uma mesa, fizemos a oração do pai nosso lendo de trás pra frente colocamos os dedinhos no fundo do copo e eu decidi ser a pessoa que ia fazer as perguntas a quem quer que fosse o espirito. Detalhe: o dono da casa e o irmão dele não participaram e ficaram apenas olhando.
Quando o copo começou a mexer todos acharam que era alguém querendo fazer graça, até que o copo começou a mexer rápido e formou a palavra “sai”
depois de algumas perguntas com resposta não, pedi pra quem quer que fosse apontar pra quem tinha que sair, curiosamente o copo só apontou pra quem não acreditava naquilo e estava ali só por estar.
Depois de um tempo as letras começaram a formar sempre a mesma palavra “socorro” falamos que não podíamos prestar socorro a alguém que já morreu e o copo parou por um tempo, depois formou a palavra “filha” várias vezes
perguntamos se alguém na casa conhecia a tal filha e o copo ia na direção dos donos da casa, mesmo eles estando fora
Perguntamos o nome da filha e formou-se o nome, os donos da casa se olhavam cabreiros mas não falavam nada, em fim fizemos varias perguntas sobre a pessoa, nome se fazia tempo que morreu tudo mais, terminamos a seção com uma oração feita da maneira correta e desmanchamos tudo convencidos de que foi tudo verdade.

Só não contávamos com o que o dono da casa nos contou: do lado da casa dele tinha uma casinha menor que eles alugavam pra uma senhora e sua filha, senhora tal que tinha morrido a 10 dias e o nome dela e da filha eram os mesmo que se formaram na mesa.
Ficamos todos de olhos arregalados.
Depois dessa fizemos o jogo umas 3 vezes, inclusive na casa ao lado -dessa vez o buraco foi mais embaixo e foi bem assustador-
Mas o que ficou na minha cabeça foi essa vez mesmo, e eu posso dizer pra quem quer que seja que sim, dá certo
Porém não recomendo acender velas vermelhas fazer pentagramas e muito menos num lugar onde não tem luz por que você pode não gostar do que vai acontecer.

 

#03

Nome: P riscila

Aos 10 anos de idade eu morava em uma casa muito simples, com 4 cômodos bem pequenos dentro de uma madeireira. A minha prima de mesma idade sempre posava lá em casa nos finais de semana. Em uma noite fomos tomar banho, como de costume, sempre íamos juntas para ficarmos conversando. Enquanto eu estava no chuveiro, ela ficou esperando sentada na privada. No banheiro havia uma porta simples de madeira que não fechava direito, ela estava apenas encostada e também não haviam divisórias nem box. Enquanto eu lavava os cabelos e conversávamos, um barulho estranho veio da porta, como se estivesse abrindo. Rapidamente tirei o sabão dos olhos e olhei para a porta que estava ligeiramente aberta, foi quando vi uma mulher não apenas negra, mas parecia um vulto, tão escura quanto a noite, parecia desfragmentar-se, tanto que não vi seu rosto apenas o formato. E ali ela ficou, nos observando entre a fresta. Parece engraçado mas o vulto estava vestindo uma bermuda azul e parecia flutuar pois não vi suas pernas.
Na hora eu fiquei totalmente sem reação, por alguns segundos fiquei paralisada.
Olhei para a minha prima que também estava olhando para a porta em estado de choque. Então falei “fecha a porta, fecha a porta”. Ela que estava mais perto rapidamente fechou a porta e comecei a gritar chamando a minha mãe.
Estávamos somente eu, minha prima e minha mãe na casa e mesmo a mulher não sendo nada parecida com a minha mãe, perguntei: “Mãe era você que estava aqui?” – Não filha, eu estava dormindo.

Hoje, 14 anos mais tarde, ainda pergunto para a minha prima se ela realmente também viu a mulher, sabem como são as crianças… mas ela confirma até hoje e inclusive descreve exatamente da forma como era a mulher.

 

#04

Nome: Fernanda

Bom, o relato não é muito bizarro, mas acho que vale a pena (:
Vamos ao início de tudo: minha prima, Camille, quando tinha uns 2 anos, tinha pesadelos todas as noites. Era com uma garotinha, que dizia que nunca iria abandona-la. Até aí, nada de muito estranho. O problema, é que na última noite que ela sonhou com essa garota, ela disse: “calma Camille, eu estou indo”. E eu nasci, na mesma noite. Minha avó, como sabia de tudo, levou ela no centro espírita, e a médium disse que, realmente, a menina não tinha a abandonado.
Hoje nós somos muito amigas. Mas muito amigas MESMO. Não passamos uma semana sem nos ver. E acontecem coisas, não vou dizer bizarras, mas estranhas com a gente: olhamos com frequencia para o mesmo lugar, mesmo sem ter nada lá, falamos as mesmas coisas, na mesma hora, temos sonhos iguais… é estranho.
Mas, vamos ao relato:
Estávamos na casa da avó dela, mexendo no computador. D. Carmen (sua avó) foi até o quarto nos dizer que ia no salão fazer o cabelo, então ficamos sozinhas. Uns 30 minutos depois, por alguma razão, olhamos juntas para a porta, e do nada, surgiu uma mão lá. DO NADA MESMO, a mão surgiu e fez um gesto como se estivesse nos chamando, e desapareceu. Até hoje quando falamos nisso ficamos com um certo ar de “medo”. Eu sei que não é muito bizarro, mas até hoje não entramos mais naquele quarto. Já fazem 6 anos.

 

#05

Nome: Diego

Nunca fui de me misturar com qualquer um. Mas conheci uma galera legal que mora aqui na gabina, rio de janeiro (cidade de deus).
Sempre saiamos pra curtir,beber,zoar.
Sendo que, alguns de nossos amigos tinha corpo aberto, assim digamos.
Pegavam santo, viam coisas, eram sensíveis ao sobrenatural.
Sempre me desconfiei dos ”teatrinhos” proporcionados por eles.
Sempre achei uma farsa, porque realmente alguns fingiam, pra por medo nas meninas.
Começamos a levar o assunto ao extremo, invadir casas abandonadas, mexer com quem ta queto etc…
Um de meus amigos, ”Samiu” presenteou a namorada de um amigo meu ”Juliana” com um pentagrama.
E como alguns sabem, quando você da algum acessório seu pra uma pessoa, toda carga que ele contém passa pra pessoa que você deu.
Passou algum tempo a ”Juliana” começou a ficar estranha, não comia, só andava triste, n tinha vontade de fazer nada, como se tivesse perdido a vontade de viver.
Fomos invadir outra casa abandonada. Chegando lá a juliana passou muito mal, até que o ”Rafael” namorado dela rancou o pentagrama dela, e começou a se sentir mal também.
Em frações de segundos ele arremessou o pentagrama pra dentro de uma mata, e quando ele olhou pra mão dele tava queimado a marca do pentagrama, tipo aquelas marcas de braza que o pessoal marca os cavalos.

 

#06

Nome: Clovis

Oi,meu nome é Clovis e tenho 21 anos,meu depoimento é sobre a casa da qual estou prestes a me mudar,mas,o que aconteceu foi bem antes disso um pouco depois de eu me mudar para cá,eu devia ter uns 16 anos.Bem o negócio foi o seguinte,acima da minha casa havia um estabelecimento para comércio para alugar,até aí tudo bem,mas depois de alguns meses enquanto eu estava em casa eu ouvia barulhos vindo de lá,cadeiras se arrastando,pessoas andando de um lado para o outro e barulhos de coisas pesadas sendo arrastadas,e o estranho era que eu já tinha entrado no lugar antes e não tinha nada lá,nem cadeira e nem coisa pesadas,então eu pensei “Bom tem gente se mudando pra lá então”Caso encerrado certo?Errado,pois depois de um tempo,o proprietário de lá chamou meu pai pra ajuda-lo alimpar o local porque ele ia abrir um bar ali,então e eu fui ajudar também,e sabem o que eu vi ao chegar ali?Nada,nem cadeiras nem objetos pesados que pudessem ser arrastados,e os barulhos continuavam,mas depois que o bar abriu parou,e estranhamente depoi que eu soube da bizarrisse eu não tive medo só um sentimento de estupefação.Bom é isso pessoal até a proxima(que provavelmente vai ter).

 

#07

Nome: M.

Faz uns 5 anos atrás, era meu aniversario e resolvi convidar umas amigas para irem a minha casa.Ficamos conversando sentadas no meio fio comendo brigadeiro sem perceber que era umas três horas da manha. Quando acabou o assunto todas olhamos por coincidência para uma janela de um pequeno prédio, estava no quarto uma mulher, jovem, muito bonita, cabelos loiros de vestido branco, possuía uma palidez cadavérica, o quarto brilhava de tão branco. Estava olhando fixamente para nós seu rosto demonstrava raiva, segurava um telefone mas não mexia nenhum músculo. Vendo aquilo todas se olharam com medo, quando olhamos de novo para confirmar, ela não estava mais lá, como se desaparece-se por segundos.
Descobri que aquele apartamento não havia morador algum, tanto é que tinha uma placa de aluga-se, na verdade não houve muitos moradores desde então.
Até hoje falamos sobre isso, mas não caímos ainda na real, como se fosse a nossa imaginação.

 

#08

Nome: Gustavo

Bom aconteceu quando eu tinha cerca de 10 anos, meu pai havia morrido quando eu tinha 2.
Em uma certa noite como de costume fui dormir no quarto da minha mãe sendo que enfrente ao quarto dela havia o quarto da minha irmã e mais pra frente o meu quarto.No meio da noite acordei com um dor tremenda no corpo comecei a chamar minha mãe e ela acendeu a luz ( era cerca de 3:00 horas) quando tirei a camisa do pijama meu corpo estava todo arranhado tipo arranhado de gato só que bem fundo…Na hora pensei que tinha sido meu gato então eu fui atrás dele pra bater nele então vi que ele estava trancado do lado de fora miando para entrar.
Então minha mãe foi na cozinha e pegou o merthiolate (que na época ardia pra caramba) e passou em mim puis a camisa novamente e quando estava voltando pra quarto da minha mãe passei enfrente ao meu quarto e a porta começou a bater então eu e minha mãe corremos para o quarto dela e ela disse para mim dormir e esquecer…
Até hoje fico perguntando para ela oque aconteceu e ela nunca quer responder e manda eu esquecer…
Será que já aconteceu isso com alguém mais? Se sim entrem em contato pois nunca achei uma explicação…

 

#09

Nome: Marcos

Mano tive varias experiencias, pra falar a verdade isso acontece quase que rotineiramente comigo, (graças a Deus não aconteceu mais) porque apesar de não ter medo não ter medo não me sinto confortavel com esse tipo de situação pois tenho filhos e não quero esse tipo de coisa pertubando eles, em fim vou contar 2 situações, pois foram as mais recentes, vou contar por ordem de acontecimento.

acontecimento atual 1:
para esclarecimento quero lhes dizer que sou gamer, fico até tarde jogano, as vezes até amanheço o dia ja que estou no seguro desemprego, tenho 25 anos, tava com 24 quando aconteceu, bem vamos lá, eu estava em meu escritorio na epoca (não existe mais depois do ocorrido o escritorio voltou a ser banheiro) isso mesmo era banheiro eu transformei em escritorio e virou banheiro de novo, bem eu estava jogando o game (sonic e sega all star racing no pc) era +ou- meia noite a uma e meia da madriga, não lembro com exatidão, eu estava jogando de boua, quando derrepente eu senti uma presença, algo muito presente  mesmo !!! eu não o vi mas pude sentir “ele” seja lá o que fosse por a cabeça em do lado da minha e olhar a tela do pc como se estivesse curioso o ser encostou  o lado do rosto dele no meu e ficou prestando total atenção ao pc, eu fiquei muito tenso e comecei a bater o carrinho nas laterais da pista ‘oO, sou muito zeloso com meu pc espero desligar e tudo, mas dessa vez taquei o dedo no estabilizador e levantei, quando eu levantei “aquela presença fria/gélida” afastou para que eu não passasse por dentro dela, me abracei a minha esposa na cama como um garotinho se abraça a mae =/ e no outro dia contei a ela.
acontecimento atual 2:
esse é bem mais simples, eu fui trolado por um espirito brincalhão acredito eu, eu levantei umas duas horas da madrugada morrendo de fome, pqp a barriga ardia veio… e resolvi fritar uma calabresa e fazer uma farofa, eu acendi a boca do fugão, e virei de costas pra pegar algo quando eu voltei a chama estava apagada e a chave do fugão fechada como se  alguem tivesse apagado mesmo, eu tava tão brocado que nem liguei, acendi de novo e fiquei olhando pra ver se apagava em minha frente, o que não aconteceu kkk =)
se gostarem eu conto outras experiencias =)erro
erro
erro
#10
Nome: Helder
Bom, já me aconteceram muitas coisas estranhas na minha vida, pois bem eu nunca acreditei, prefiro pensar que é coisa da minha cabeça, pois sou ateu e não acredito em nada além da ciência, tenho 14 anos e vou contar um caso que acontece comigo todos os anos, em 2009 eu estava sentado na cadeira de balanço da casa da minha avó, a cadeira ficava perto da porta, quando me levantei para ir jantar eu pude ver um velho muito alto de sobretudo olhando para mim na hora eu gritei e pude ver ele virando para sair, corri e contei a todos e todo mundo falou que era coisa da minha cabeça, eu também preferi acreditar que era.
Em 2010 eu minha avó e meu avô estávamos indo para uma cidade vizinha para uma comemoração, eu estava olhando pela janela quando no meio do nada no rápido clarão que o farol do carro fez na beira da estrada eu pude ver o mesmo velho olhando para mim, na hora eu congelei, fechei os olhos e falei que era tudo minha imaginação.
Em 2011 eu estava vindo da casa de um amigo as 23:00, a porta da minha casa tem uma cortina, quando entrei me virei para fechar a cortina eu vi o mesmo velho no final da praça que ficava na frente da mesma casa, na mesma hora eu fechei a cortina e fiquei ali parado por uns 5 minutos com medo.
Então todos os anos eu vejo esse velho, já falei a toda minha família e minha tia disse que é meu seguidor, ai eu perguntei o que era um seguidor, ela disse que era uma espécie de anjo de guarda, ficamos ali conversando sobre o assunto e me lembrei que anjos usam branco daí eu falei: Mas os anjos ou os seguidores como se fala, não usam branco?
Daí minha tia falou: Nem todos os seguidores são anjos ou bons.
Ninguém mais tocou no assunto e eu ainda prefiro acreditar que é tudo coisa da minha imaginação.

—> Estou traduzindo a segunda parte do livro Malleus Maleficarum e pretendo fazer um post sobre. <—

Agora, caso queiram, preencham o formulário com o seu relato bizarro.

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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