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Relatos Bizarros #22 – Especial de Feriadão

Olá pessoas bizarras! Como os senhores estão? Espero terem gostado do meu post sobre o Salto Quântico. Não foi nada fácil escrevê-lo. Na verdade, foi uma reportagem. rs

Não sabe como enviar o seu relato? Simples, meu chapa!

Há três meios

O primeiro: basta clicar aqui e você será direcionado à nossa página de relatos.

O segundo: envie-nos um e-mail ->[email protected]

O terceiro: basta começar a ler os relatos que, ao final, haverá um formulário idêntico ao da nossa página de relatos para preencher com sua história surpreendente.

A título de esclarecimento: se o seu relato não apareceu aqui, não fique chateado. Nas próximas semanas ele com certeza aparecerá. Eu posto os relatos por ordem de chegada. Basta só aguardar. Semana que vem tem mais, não se preocupem! :)
Seus relatos com certeza aparecerão só basta esperar!

Vamos!

 

#01

Nome: Ariana

Oi, o fato bizarro aconteceu comigo quando eu tinha aproximadamente 18 anos, hoje tenho 24 anos. Pois bem, eu mora em um apartamento bem pequeno com minha mãe e minha irmã mais nova, na época ela tinha uns 6 anos, porém nessa noite ela tinha ido posar na casa da minha avó, ou seja, eu estava sozinha, pq a minha mãe nunca parava em casa estava sempre na gandaia…como eu sempre tive medo de dormir no meu quarto devido ao fato de ocorrer muitas coisas bizarras quando eu estava sozinha no lá!…me mudei para a sala (heheh)…sempre levava meu colchão para a sala e dormia com a televisão ligada, pois assim me sentia mais segura, até hoje quando estou sozinha em casa sempre ligo a televisão para não me dar a sensação de estar sozinha (confuso….entendeu?:)enfim, como eu sempre dormia com a televisão ligada minha mãe sempre precisava desligar a TV quando chegava da gandaia, porém quando ela desligava eu sempre acordava!! Assim eu podia saber a hora que ela chegava (rsrsr). Ela também tinha o o hábito de se preparar para ir dormir ela sempre trocava de roupa, comia algo e como a cozinha e a sala eram conjugadas a luz da sala e da cozinha era apenas uma, ou seja se acendesse a luz da cozinha clariava até a sala, por fim, ela, escovava os dentes após todo esse ritual ela sempre fechava a porta do quartopara dormim. Em uma madrugada dessas eu acordei do nada, como se a minha mãe estivesse realizado todo esse ritual e desligado a TV (a TV estava DESLIGADA!!!!). Eu estava convencida de que ela estava em casa e tinha ido dormir, porque eu juro que ouvia a porta do quarto dela fechar e como a TV estava desligada não tinha dúvida alguma. Nesse momento resolvi ir ao banheiro fazer o número 1 e como o banheiro ficava exatamente do lado do quarto dela resolvi dar uma espiadinha, tinha certeza de que ela estava la porque até a porta estava fechada!!!abria a porta e quando me dei conta do ocorrido levei um PUTA SUSTO!!!! a cama dela estava da mesma maneira como ela havia deichado, ela não estava LÁ!. Naquele momento desisti de ir ao banheiro (não fiz nas calças, mas quase!!) voltei correndo para o colchão e quando ela voltou da gandaia perguntei se ela por um acaso teria dado uma passada em casa antes de ir dormir mas a resposta era oque eu esperava, Não…não era ela….

Outro fato exatamente como esse aconteceu com o meu namorado (que hoje é meu marido) depois que aconteceu isso eu não conseguia dormir sozinha…. (o que vou relatar a seguir aconteceu 2 ou 3 meses depois) estava nós dois no colchão na sala e como eu sempre dormia antes, era ele que desligava a TV. Então ele desligou a TV e dormiu, ele teve a mesma sensação que eu tive. Estava convencido de que minha mãe tinha comido, escovado os dentes e fechado a porta do quarto, então, ele tmb foi ao banheiro e quando chegou no banheiro percebeu que a porta do quarto dela estava ABERTA! (ele ouviu a porta fechar!!!) e deu uma olhada para dentro (o quarto sempre foi bem claro devido a iluminação da rua) a cama estava do mesmo jeito que ela havia deixado…ele tentou me acordar mas como eu estava com problemas psicológicos devido a muito stresse que eu tinha no trabalho adquiri bruxismos (rangia os dentes). Quando ele foi me acordar eu estava rangindo os dentes a ponto de quebrar (se assustou mais ainda…) ele me chacoalhou muito por que estava apavorado . Ele ficou muito assustado porque além de tudo ele disse que eu estava muito estranha e demorei muito tempo para acordar mesmo com os chacoalhões que ele dava…..depois disso tenho tido muitos sonhos que após algum tempo acontecem, coisas bobas do tipo sonhar com alguém indo embora e depois saber que a pessoa mudou de cidade… sonhar com acidente e eu passar muito, muito perto de um….(tenho outras histórias mas essa já foi bem longa…)

 

#02

Nome: Angie

Olá! Bom, eu não sou uma pessoa religiosa e nem fanática pelo mundo espiritual, mas desde que esses acontecimentos começaram, passei a ter um certo tipo de curiosidade pelo assunto para tentar entender ou achar alguma explicação.

Tenho muitas (muitas) histórias que aconteceram comigo, mas vou contar as mais antigas.
A primeira vez que vi algo que não conseguia explicar foi quando tinha uns 6, 7 anos. Estava deitada no meu quarto, pronta para dormir, quando vi uma bola de luz pairando na frente da minha cama. Era uma luz muito brilhante e oscilava. No primeiro momento achei legal, fiquei encarando, depois de um tempinho aquilo começou a me dar medo. No que eu pensei em chamar minha mãe, ela começou apagar até desaparecer.
Um fato que me marcou muito foi um sonho que tive, aos 12 anos de idade. Sonhei que meu pai chegava mais cedo do trabalho, ouvi o carro estacionando com pressa na rua e ele entrando em casa gritando “eles estão vindo me pegar” e se trancava no quarto. Logo em segida, umas figuras pretas entravam em casa e iam em direção ao quarto. Meu pai saiu correndo, pegou minha mãe e eu e tentou colocar a gente no carro para fugirmos. No que ele virou, os vultos atiraram nele, no peito e ele morreu ali mesmo. Lembro de acordar angustiada, chorando e com medo. Contei o sonho para eles e eles disseram que era só um pesadelo, para não se preocupar. Isso foi numa segunda feira. Na sexta, 7 de janeiro de 2000, meu pai chegou por volta do almoço, deixando o carro estacionado no meio da rua e gritando de dor. Entrou no quarto e ficou lá jogado na cama. Eu não sabia o que estava acontecendo, só lembrei do meu sonho e sabia que algo ruim estava para acontecer. Minha mãe entrou em pânico e começou a ligar pra ambulância, polícia e nada… enfim, veio um vizinho e se ofereceu a levar ele pro hospital, mas infelizmente meu pai acabou morrendo logo quando chegou, de infarto. Carreguei a culpa desse sonho por anos a fio, até finalmente entender que eu não tive nada a ver com aquilo.
Bom, hoje sou mãe de um bebê e desde que engravidei parei de ver e ouvir coisas, só às vezes ainda sinto alguém sentando na minha cama à noite, o colchão até afunda e sinto a respiração de alguma coisa. Alguém poderia me explicar o que pode ser isso?
Obrigada!

 Essas bolas de luz, geralmente – digo geralmente porque nem sempre – são coisas boas. Eu vejo flashes e bolas de luz aqui no quarto vez ou outra. Na maioria das vezes, é seu José, um espírito que anda comigo. Apesar do nome, ele é cigano. Ele é brasileiro mas adotou a ideologia cigana. Tem um relato no meio ufológico de uma pessoa que, ao ver uma bola dessas, essa própria bola – ou alguma coisa – disse telepaticamente: não toque!

A pessoa assustada não tocou. Noutras vezes, as bolas de luz são fenômenos espirituais. Eu não sei se você crê em vida extraterrestre mas, para mim faz todo o sentido se unirmos as duas coisas.
Que bom que tenhas perdido a culpa. Fazes muito bem à todo o seu sistema energético. :D
Talvez a pessoa que você sinta seja seu pai ou algum parente que já se foi, pode ser até mesmo algum espírito amigo desconhecido. Os espíritos obsessores geralmente agem de maneira maléfica. Existem os zombeteiros que fazem copos caírem, produzem barulhos e tudo mais só para ficarem rindo. Sim! Isso é possível do outro lado. rs
Não sei o porquê mas se não quiseres mais ver estas coisas, coloque, ao lado das portas que dão entrada para a sua casa, um copinho de shot (aquele de tequila) repleto de sal. Se tiver animais, coloque sobre algum apoio. Tem pessoas que gostam que espíritos amigos a visitem, outras querem distância por medo. 
Depois disso, ela me enviou um outro e-mail com o seguinte comentário

Olá, João! Obrigada pela resposta, não costumo contar essas coisas para muitas pessoas porque sempre ouço algum comentário desnecessário ou dão risada, rs…

Algumas pessoas, inclusive médiuns, já me disseram que eu “chamo” ou atraio espiritos não muito bons para perto, tanto é que você disse sobre os copos e barulhos, há alguns meses atrás, um copo que estava no balcão da cozinha, rachou perfeitamente pela metade, do nada!

E sempre aconteceram muitas coisas, mas felizmente depois que tive meu filho elas pararam! :)
– O copo rachando pode ter sido sim um espírito ou talvez, até você mesma. Entenda da seguinte forma…

Você tem uma mediunidade que não consegue controlar correto? Mas isso não quer dizer que seja descontrolada.
Definindo
– controlado: quando se controla e tem percepção do que faz(dã!)
– não-controlado: quando fenômenos acontecem ao redor da pessoa sem que ela tenha percebido e não tem controle.
– descontrolado: aí a vaca já foi pro brejo. Nesse nível e no controlado, a pessoa tem a percepção do que faz mas realmente é sem controle.
 Talvez isso seja sua energia forte emanando de você. Crendo ou não, todos temos chackras. Na maioria das pessoas eles estão desalinhados o que causa fenômenos não-controlados e descontrolados. Nalgumas vezes, controlado até. Se você sente essas presenças, não vejo razão para a sua energia não quebrar um copo. Eu ainda não pensei sobre esse assunto mas é uma dedução.
#03
Nome: Luanaaa
olaaa pessoal! vou contar um caso que aconteceu com minha irma
desde pequena ela fala que ouvia vozes e via pessoas no momento que elas nem estavam ali EX. um dia ela viu meu irmao em cima do telhado de minha casa, ele ate jogou um pedaço de bagaço de caju perto de nos,eu estava junto com ela brincando e ela viu ele la em cima , nos fomo corremdo pro fundo do quintal pra ver se eu e minha mae visse ele so que ele nao tava la ,estava no colegio.
sobre as vozes ela dizia sempre que ouvia chamando elaa
pelo nome as vezes ela ate sentia a presença de alguem perto dela. ate que certo dia ela foi se deitar pra dormi a noite assim que pousou na cama começou as vozes chamalas , apos veio a sensaçao de que alguem estivesse se deitando ao lado dela na camae depois se levantou e saiu, logo apos minha irma deu um grito e minha mae foi ver o que era
Quando ela contou tudo , a mae disse pra ela rezar e disse tambem que essas coisas que acontecia era os palavroes feios que minha irma vivia dizendo. no outro dia minha mae levou ela pra igreja e contou pra pastora o que acontecia com ela , entao a pastora disse pra minha irma que toda vez que a voz a chamasse era pra ela dizer a seguinte frase “eis me aqui Senhor”
e se a voz perscistisse era Deus querendo lhe dizer algo, caso contrario era o diabo atentando , entaoo taa, dias apos a voz tornou-se aa chamar entao ela disse a seguinte frase e a voz nao respondeu. e ela tambem nunca mais ouviu as vozes denovo
#04
Nome: Pedro
Bom, me chamo Pedro. A história que eu vou contar foi relatada pela minha avó. Mas vamos lá, primeiro vou falar um pouco da minha vida pra entenderem melhor a história.

Desde pequeno eu moro com a minha vó, meu avô e meus tios. A casa é um pouco pequena, por isso eu dormia no mesmo quarto que a minha vó e meu avô dormia em um quarto separado. Somos evangélicos e vamos ao culto todo domingo.

Meu avô nos levava pra igreja já que ele era taxista, por isso todo domingo de manhã ele batia na janela do quarto de um jeito específico. Eu orava muito em meu avô, pois ele tinha diabetes e vários outros problemas de saúde como consequência. Em 2009, mais ou menos abril, de madrugada, ele caiu da cama e não conseguia se levantar, ficou com um coágulo na cabeça. Inexplicavelmente as minha cadelas começaram a latir, acordando minha vó. Quando ela chegou perto das cachorras ela ouviu meu avô gritando. Isso foi na madrugada de sexta pra sábado. Quando minha avó chegou no quarto, meu avô queria que eu orasse nele, coisa que ele nunca pediu. Eu me levantei, fui lá e orei.
De manhã ele foi levado pro hospital e 10 horas da noite ele faleceu, por negligência dos médicos. No mesmo dia ocorreu o velório e depois fomos pra casa. Domingo era dia de ir pra igreja, mas agora meu avô não estava lá pra bater na janela. Mas no mesmo horário às 6:00 da manhã minha vó me acordou dizendo que alguém tinha batido na janela do mesmo jeito que o meu avô batia. Ela perguntou pro meu tio (que é meio brincalhão) se ele tinha feito uma brincadeira de mal gosto, e ele jurou que não. Ela disse que quem morria não voltava da morte e acreditava que era um demônio tentando nos enganar, mas já eu não tenho tanta certeza.

– Olá, Pedro! Pela minha concepção, as pessoas voltam sim à vida, logo após que morrem pois realmente há vida após a morte. O que pode ter acontecido é dele não ter ido ao outro plano e ter ficado em nossa frequência e, por causa disso, bateu na janela. Ou pode ter sido apenas o cérebro de sua avó pregando uma peça nela. Quanto ao demônio, creio que ele quebraria o vidro. rs
#05
Nome: T.
Desde muito pequena sempre fui sensível há essas coisas de espíritos,meus pais são ambos católicos,nunca contei nada disso há ninguém,o único que sabe é meu melhor amigo. Desde meus 9 anos de idade,tenho frequentes paralisias do sono,cada qual é diferente,nenhuma delas nunca foi igual a outra. Como elas apareceram quando eu era bem pequena,eu não me importei muito,afinal não entendia o que era. Quando eu tinha 12 anos,as paralisias voltaram,tive uma numa noite e pensei “legal cara,morri” Eu conseguia ouvir diversas vozes falando ao mesmo tempo,tanto de mulheres como de homens,mas não conseguia ver nada. Pouco tempo depois,eu estava sentada mexendo no computador como eu sempre fazia,minha cama ficava atrás da cadeira,e eu senti algo agarrar meu pé com força por debaixo da cama.,puxei meu pé com força e sai correndo. Nesse mesmo período,em um sitio,vi um homem totalmente vestido de preto,baixo e de rosto totalmente apagado,o que me deixou apavorada. Depois do ocorrido,não me lembro de nada mais ter acontecido,até agora. Voltei a ver vultos dentro de casa,semana passada,estava sentada mexendo no meu notebook e vi um garoto totalmente vestido de branco,ele tinha um brilho branco erradiando de seu corpo,ele estava em meu quarto e quando colocou a cabeça pra fora da porta para me olhar,eu sai correndo de casa,e fiquei na rua até que meu pai voltasse,tenho muito medo disso,e sempre deixo o medo ser maior,já sai correndo de casa umas 4 vezes por conta disso,só queria entender o porque de isso acontecer…
– Geralmente quando o brilho é branco, é coisa boa. Mas vai saber, né?
#06
Nome: Stephanie
Olá.
Meu nome é Stephanie, tenho 16 anos.
Irei contar algumas -no mínimo- “estranhas” experiências que aconteceram (e esporadicamente acontecem), comigo.
Acredito em espiritos, e isso talvez possa ter influenciado a minha imaginação a criar certas situações, mas deixo claro que não acho que isso aconteça. Acontecem coisas estranhas comigo, nada do tipo “ah meu deus! eu vi a minha vó que morreu!”, porque -graças aos céus- nunca vi nada tão explícito assim, mas estranhas o suficiente para me meterem medo.
Por exemplo: Na antiga casa em que eu morava (e que de fato era bem antiga), várias vezes eu sentia presenças. Uma vez acordei com a sensação de uma mão fria no rosto, praticamente como se tivessem colocado um ar frio em mim, em um dia de intenso calor. Assim que acordei – por causa disso- a sensação desapareceu, como se nunca tivesse acontecido.
Em outra ocasião, meus pais estavam no vizinho – um aniversário- e eu estava sozinha em casa. Estava tudo bem (eu estava dançando e agitando, bem animada), quando de repente senti uma presença na casa. Foi uma sensação horrivel, opressora. E eu estava sozinha. No alto da minha maturidade, a única coisa em que pensei foi fugir.
Peguei a chave, correndo, desliguei a televisão e saí em direção a porta. O que eu não esperava era que a televisão se ligasse de novo, sozinha, quando eu já estava praticamente saindo. Eu me senti congelar quando ela voltou a fazer barulho, mas voltei desesperada (mesmo assustada, não gostaria de imaginar minha mãe me xingando se visse a TV ligada depois) para desligá-la, e corri de volta para a porta. Eu estava frenética, e até hoje me sento mal lembrando disso.
Acho que o mais assustador, foi o que aconteceu quando eu fechei a porta (que tinha a parte de cima de vidro, coberta por dentro por uma cortina). Eu estava terminando de girar a chave, e de repente, como se viesse numa rajada de vento, um rosto se formou na cortina. Eu dei um grito. Era o formato de um rosto, com a boca aberta, a porra de um rosto. Saí correndo depois disso, o coração saltando, assustadíssima. Não disse nada para os meus pais. Eles provavelmente não acreditariam, até porque eu mesma duvidava de mim (um rosto?? Se alguém me contasse, eu não acreditaria), embora soubesse que tinha vivido algo muito estranho.
Até hoje não sei se isso realmente aconteceu, ou foi fruto de uma imaginação fértil, mas até agora eu lembro da sensação que me tomou naquela hora, assim como do rosto que se formou na cortina.
– Quanto mais medo você demonstrar, mais essas perseguições continuarão. É difícil mas o que se deve fazer é não demonstrar medo, a famosa coragem. Como eu sei disso? T.A.P.S..
#07
Nome: Plinio
Qd criança uns primos meu chegou em casa falando de um ritual q eles aprenderam com uns vizinhos q gostavam de macumbaria, o ritual era o seguinte pegava-se aqueles novo testamentos pequenos cinzas q eram distribuidos nas escolas abria em um certo lugar (não me lembro mais qual capítulo ou livro) colocava-se um barbante nesta página p/ o novo testamento ficr suspenso e então fazia-se uma reza p/ os espíritos desencarnados e fazia perguntas e os espíritos respondiam sim e não conforme o novo testamento girasse p/ direita e p/ esquerda, e fizemos tal ritual em um quarto da casa com as portas fechadas e eu não acreditava q aconteceria algo, mas p/ minha surpresa e desespero ao terminarmos o ritual e perguntarmos se havia algum espírito conosco o novo testamento girou na mesma hora confirmando q sim, e eu sai vuado do quarto e nãp quis saber de mais nada a respeito e meus primos tambem não mexeram mais, p/ mim o espíritual é tão real qt o mundo natural e NÃO DEVEMOS MEXER COM ESTAS COISAS!!
– Os espíritos presentes devem ter rido muito. rs
#08
Nome: Rámon
Ano passado ao ouvir barulhos de “chaves de Luz” de madrugada eu fiquei com muito medo mas depois de um tempo eu criei coragem e cheguei a levantar da cama , quando estava quase decendo a escada (havia decido 2 degraus) apos isso eu senti como se meu sub-conciente falasse para mim “não dessa” mesmo assim criei coragem e fui . desci a escada e oque vi me assustou muito eu não vi nada, eu achei que era paranoia quando eu tava subindo a escada eu ouvi o barulho da chave de luz de novo . apos isso eu nunca mais desci a escada a noite , não vou contar o resto do outro relato por que se isso não sair eu não postarei nada de relatos aki
– Oi, Rámon! Não adianta ficar com ameaças, os relatos tem uma ordem de chegada. É só esperar que o seu sai. Viu como saiu? Acabou que você não nos contou nada.
#09
Nome: Iasmym
Bem, aqui estou eu para contar o que já aconteceu comigo.
Quando eu tinha 12 anos, muitas coisas ruins estavam acontecendo (brigas familiares e até despejo da casa) então eu, meu pais, minha irmã e meu cachorro tivemos que ir morar com a minha bisavó que até então morava sozinha com sua empregada. Ela morava nessa casa fazia pouco tempo. A casa era grande, tinha dois banheiros, um em cada ponta, um quintal atrás com um quartinho que o dono guardava uns entulhos e o filho do dono morava em cima com sua família. Com pouco tempo na casa eu já fiquei com medo de andar sozinha nela, pois meu cachorro, TODO SANTO DIA latia no mesmo horário, até meu pai achava estranho e olha que ele não acredita nessas coisas.
Eu sempre gostei de filmes e histórias de terror, então em uma sexta-feira 13 chamei duas amigas para vermos “O Grito” que estava em lançamento na locadora. Uma delas era a neta do dono da casa que morava em cima da minha e outra era a minha melhor amiga na época.
A neta do dono não podia ver o filme, o pai não queria, mas minha amiga veio. Minha mãe estava fazendo o almoço, e estávamos eu, minha amiga, minha irmã e minha mãe no fogão conversando com a gente e minha amiga foi pro lado de fora ficar na janela pra ver o rádio pegava e enquanto estava conversando com ela, passou um vulto correndo, com uma capa preta. Eu dei um grito e em seguida minha irmã também, ela disse o que viu e minha amiga sentiu um vento gelado. Ficamos desesperadas, pois algo passou e não era coisa da nossa cabeça. Passamos o resto do dia chorando, imploramos pra minha mãe pra nos mudarmos e ela disse que ia conversar com meu pai.
Quando anoiteceu o meu pai chegou do trabalho e perguntou porque a gente chorava e minha mãe contou pra ele e ele ficou em choque e contou que já tinha visto e sentido coisas, e que já estava pensando em nos tirar de lá. No dia seguinte eu falei com a neta do dono que a gente ia embora e contei tudo que aconteceu e ela me disse que antes da gente morar lá moravam um casal de idosos que ela nunca mais viu e que quando perguntou ao pai o que aconteceu com eles, ele dizia que eles morreram, mas na época ela lembra que teve polícia no local, provavelmente foram assassinados.
Eu não sei o que/quem eu vi, mas não era humano.
Um mês depois nos mudamos da casa e foi um grande alívio, pois depois disso, eram sons, vultos e coisas continuaram acontecendo, mas como aquele ser que eu vi tão perto de mim eu não via mais. (Ainda bem)
#10
Nome: Alice
Pra começo de conversa devo admitir que desde criança tenho uma ”paixonite” por cemitérios. Em sua maioria são silenciosos, calmos e bonitos. Sempre cheios de estátuas e homenagens para entes queridos que se foram das mais variadas formas. A morte é um assunto que me intriga e saber da vida alheia também me intriga (ainda mais qdo a vida já se acabou), ou seja, se deixar, passo um dia todo lá, distraída.
Nasci em Santa Cruz das Palmeiras, interiorrr de São Paulo e me mudei para o litoral quando tinha 8 anos. A cidade em que nasci é bastante antiga, apesar de pequena, seu cemitério têm tempos história!
Bem, aos 11 anos fui passar férias na casa de meus avós e como de costume, desde o primeiro dia lá, já pentelhei meu avô para que ele me levasse até o cemitério junto de minha prima, que na época era minha melhor amiga (ela ia pra onde eu fosse – isso inclui o cemitério, mesmo ela morrendo de medo de lá); pois bem, fomos ao cemitério.
Chegando lá meu avô ficou conversando com o coveiro (que era amigo dele, cidade pequena, sabe como é), e minha prima e eu fomos entrando, passando pelo corredor central do cemitério. Chegando ao final do “caminho” olhei para a esquerda e ao fundo (uns 30 metros de onde eu estava), no muro do cemitério havia um portão (que dava saída pra uma outra rua) e apoiado nele havia um garoto, descalço, só de bermuda, todo sujo de terra, aparentava ter uns 20 anos. Ele me chamou atenção e percebi que ele também havia chamado atenção da minha prima sei lá por qual motivo, então paramos de andar e ficamos olhando o garoto, paradas ao lado de um túmulo bem grande e alto, de mármore preto, com a estátua de um anjo ajoelhado ao chão, com as mãos tapando o rosto, como se estivesse chorando.
Quando, mais do que do nada ouço uma voz bem próxima de nós, estridente e desesperada dizendo: “Socorro, me ajuda?! Me ajuda?!”. Fiquei branca, o sangue parou de circular pras extremidades e senti tudo formigar de tanto medo, isso tudo numa fração de segundos..olhei pra minha prima e ela já estava correndo e gritando, fui atrás dela tão rápido que acabei passando ela na corrida desesperada até meu avô.
Chegando lá contamos tudo, minha prima chorando, meu avô achando graça na certeza de ser uma brincadeira e o coveiro todo preocupado disse pra gente voltar onde estávamos que ele ia ver se alguém havia sido enterrado recentemente no local (vai saber, né!?), então fomos agarradas na mão de meu vô, descrevemos o túmulo, rodamos, rodamos, rodamos e não achamos o lugar…não tinha nada que batia com a nossa descrição.
Ainda hoje volto lá e realmente, nunca mais encontrei nada parecido, minha curiosidade ainda me corrói, o que foi aquilo?
Sou extremamente cética quanto esses tipos de assunto, então, não acho nada até que uma prova concreta de tudo isso apareça. =]
– Interessante! Se a ciência não chancelar algo como possível, você não acredita? E o que foi que você passou, foi mentira? rs
#11
Nome: Hannah
Bom vou tentar ser rápida. Eu sempre tive certeza de uma das minhas vidas passadas, não tenho religião, mais acredito que reencarnação exista sim, e nessa vida a que me refiro eu sirvo mesas em uma taberna de esquina, numa rua com piso que parece paralelepípedo, essa taberna é numa esquina e logo ao lado tem um beco. Bom, eu me vejo sempre num segundo momento também, onde um homem está chorando muito e implorando pelo meu perdão, enquanto diz que terá q fazer isso a pedido de sua esposa. Nesse momento ele marca meu rosto com uma faca, são pequenos cortes já que ele não consegue me machucar e era o que a esposa dele queria quando pediu, que ele me deixasse marcas no rosto para sempre e que isso doesse nele também, assim ele não repetiria.
Bom, essa é a imagem que está na minha cabeça desde muito pequena e eu trouxe essas marcas comigo, são pequenos cortinhos no meu rosto que quase não se vê, mas que eu nunca fiz e foi contando isso aos meus pais que a possibilidade de onde vieram surgiu. Então, tudo “normal” por aqui, quando encontrei o pai da noiva do meu tio, eu não o conhecia e fomos até o restaurante dele para conhecê-lo já que meu tio iria se casar. Chegando lá eu fiquei em um estado meio “fora de mim”, estava anestesiada, não sabia o que sentir. Quando esse senhor me viu ficou branco, perguntava a todo momento o que eu queria, que eu poderia comer o que eu quisesse, que estava muito feliz em ver como eu era feliz, enfim, a coisa mais estranha do mundo. Meus pais sempre tiveram um pé no espiritismo e a conversa surgiu na mesa, foi quando o homem virou e disse que precisava me pedir perdão pelo que havia feito, que se eu lembrasse o que era então que eu o perdoasse, pois não tinha outra saída e até hoje ele lembra como punição dele com ele mesmo. Enfim, não falou muito mais que isso e eu e minha mãe deduzimos que fosse referente a isso. A palavra certa é “perturbador”. Isso foi a mais de 15 anos, eu tinha uns 13/14 anos, eles não casaram, nunca mais o vi e na época não disse nada, pois não sabia o q dizer.
– Hannah, há algum tempo saiu uma reportagem na revista Galileu que eu postei aqui no blog. Dê uma olhada aqui nesse post sobre O Caçador de Reencarnados
#12
Nome: Pryscilla
Olá bizarros. Antes de tudo, devo lhes confessar que estava receosa de relatar o caso que vivi. Sempre fui meio cética, nunca contei isso pra ninguém que não fosse da família, pois temia que duvidassem, o que seria completamente normal. Mas o que eu, meus irmãos e minha mãe vivemos, jamais será esquecido por nós.
Nós tínhamos uma casa na cidade mas minha mãe morava com meu padrasto numa fazenda ha uns 6km de lá. Meus 3 irmãos -1 menina e 2 meninos – e eu nos dividíamos entre a casa da cidade, que era mais próxima da escola, e a casa da roça.
Meu padrasto não era lá muito bom. Às vezes ele bebia e ficava realmente insuportável conviver com ele. No fatídico dia, todos nós estávamos na roça. Ele bebeu, brigou com minha mãe e ela, irritada pediu pra um moço que trabalhava na fazenda para que a levasse à cidade. E eles foram de moto.
Nós quatro, meus irmãos e eu estávamos tranquilos, mas a noite vinha caindo e começamos a nos preocupar. Esperamos mais um pouco e nada. Foi então que meu irmão, o único que sabia dirigir mesmo sendo 4 anos mais novo que eu, resolveu ir pra cidade em busca da nossa mãe. Bom se ele iria, nós iríamos junto. O carro era uma elba branca 1986.
E lá fomos nós. Como era roça, a estrada era de terra. Meu irmão estava correndo um pouco demais e começamos a reclamar. Ele maneirou, mas quase no meio do caminho ele acelerou de novo bem numa curva e todos nós gritamos por seu nome “Renatiiiiinho…”. Nesse mesmo momento, o carro deu umas piruetas, passou por cima de uma árvore dessas fininhas de cerrado e caiu numa vala. Meu Deus, passou um filme na minha cabeça! Ficamos todos assustado e nos perguntando se estava tudo bem, e graças aos céus só umas escoriações e dor no corpo. Fomos descer do carro e pra nossa surpresa, o carro tinha passado do lado de um daqueles cupinzeiros gigantes, de mais de um metro, sem nem triscar nele. Ou seja, por uns 3cm teríamos batido de frente, aí a coisa teria sido feia pois ningu´´em usava cinto. Meu primeiro pensamento depois que descemos foi na tragédia q seria pra nossa mãe perder 4 filhos de uma vez.
Bom, o carro estava numa vala não muito funda, mas a árvore em que ele passou em cima tinha se levantado atras dele e impedia que o retirássemos de lá. Nisso, adivinhem que estava voltando pra casa? A nossa mãe! Contamos o que aocnteceu do jeito mais calmo possível pra ela não se assustar. Então ela decidiu mandar o rapaz acabar de voltar pra fazenda sozinho e ela iria voltar conosco a pé, pois o carro só sairia se cortássemos a árvore, e o lugar era deserto não tinhamos um machado e era noite. Seriam uns 3, 4km a pé. E lá fomos nós. Mas aquela noite de susto tava só começando.
A gente ia seguindo e rindo de tudo da nossa sorte, de estarmos todos juntos e tal, e faltando não muito pra chegar em casa, um vulto imenso na nossa frente. Paramos de conversar. Aquela coisa deu um bufado enorme, tipo um touro, sei lá, era um barulho horrível, e começou a vir na nossa direção. Meu Deus, estava tudo escuro, estrada de terra, fazendas ao redor, sabem como é nessas fazendas de interior, com cerca de arame farpado? Pois é, passamos todos por uma dessas; roupas rasgando, a gente correndo alucinado, minha mãe preocupada em saber se estavam todos bem. Nem lembro bem como passei tão rápido pela cerca, corri mais do que imaginava que pudesse. Chegamos então numa fazenda vizinha, de um amigo da família. Contamos a ele tudo que aconteceu. Ele então, muito prestativo, pegou o carro e um revólver e nos levou até o lugar onde a coisa apareceu. Mas tudo o que havia lá era uma mula e um cavalo.
Agora me digam, alguém já ouviu ou viu um desses animais avançar sobre humanos ou bufar feito o demo? Por que eu não. Nenhum de nós acreditávamos que pudesse ser. Havia algo ali.
O fazendeiro deu meia volta e nos levou até em casa. Fomos dormir todos juntos, pois depois daquela noite tenebrosa a gente estava apavorado e não queríamos nos separar. Então eu perguntei pra minha mãe quantas horas eram. Minha mãe tem um negócio engraçado, todo relógio que ela põe no pulso costuma parar de funcionar. E naquele momento em que lhe perguntei as horas, ela disse, quase branca -ela é moreninha- que o relógio tinha parado, e adivinhem em que hora? Isso mesmo, à meia noite.
Ainda hoje, quando conversamos e esse assunto vem à tona, todo mundo fica sério, mas nos sentimos mais íntimos, pois só nós sabemos o tamanho do susto que levamos.
#13
Nome: Débora
Moro numa cidade pequena, interior. Um pouco distante do centro da cidade, como de praste existem muitos pastos e terrenos baldios nas redondezas.
Era de madrugada, eu, uma amiga e mais 3 colegas voltavamos de uma balada e procuravamos algum bar ou posto de gasolina para comprarmos cervejas para dar continuidade a nossa tão agitada noitada. Passamos por umas ruas do centro, num bairro mais rico da cidade, onde as casas tem murros altos e não se vê ninguém na rua nem de dia muito menos a noite. Fomos em direção a última rua do bairro justamente onde logo a frente começava os terrenos baldios e os pastos. Viramos a esquina e a última casa era toda branca e tinha um muro alto com folhagens que ficam grudadas no murro, sabe? Pois é, tinha uma senhora bem pálida, magra e nua, sim, nua molhando as folhas do murro. (Que diabos aquela mulher molhava aquelas folhas aquela hora da madrugada?) Ninguém acreditou quando viu aquela cena, abaixamos o som do carro, levantamos os vidros e passamos de carro bem devagar para termos certeza de que aquilo que estavamos vendo era mesmo verdade. Depois virarmos a esquina, Neguin (o motorista) acelerou e saimos fora, chegando a um terreno baldio. Fizemos um retorno afinal, era de madrugada e não tinha ninguém por ali e estavamos bem assustados quando de repente o carro passa por cima de algo. O pneu havia furado e o parachoque estava todo quebrado. Saimos para ver o que havia acontecido, porém, nada indicava o motivo do pneu furado e o parachoque quebrado. Ficamos mais aflitos ainda. Todo mundo entrou no carro e saimos fora dali. Na volta, passamos pela mesma esquina e a mulher pálida e nua não estava mais lá. Um fato bem estranho e que nos impressionou bastante. Naquela madrugada, nem durmi.
#14
Nome: Lucas
Olá, venho aqui lhes contar minha experiencia com o Sobrenatural.
Bom pra começo de conversa sou do tipo que acredita em tudo, de todas as religiões, mas eu não tenho nenhuma religião que sigo, sou simplesmente solto e não me apego em religião, mas Deus sempre esta ao meu lado e para confirmar isso vou contar algo que aconteceu comigo por volta dos meus13 anos eu tinha o costume de ir dormir por volta das 2hr da manha. eu moro e sempre morei na minha casa que é um sobrado, e meu quarto fica no segundo andar junto com o quarto dos meus pais.
Certo dia fui dormir 2hr da manha, eu sempre dormi com a porta do quarto fechada, mas nesse dia decidi dormi com a porta aberta, meus pais estavam dormindo no quarto a frente, meu quarto era de frente a uma sala e a sala dava a escada da casa e o quarto meus pai, e fui me deitar na minha cama e me cobri com meus cobertores e foi ai que tudo começo, eu tinha acabado de fechar meus olhos e senti uma leve sessação de balanço e eu abri meus olhos vi que minha cama estava realmente balançando e quando eu olhei pra minha porta do quarto, la estava, uma sombra em forma de homem de ponta cabeça (sim ele estava de pé no teto) eu vi aquela coisa andando no teto da sala em direção ao meu quarto devagar mas estava se aproximando cada vez mais da porta do quarto e eu deitado na cama coberto, e a cama continuava balançando quando resolvi me refugiar debaixo do coberto e rezei “O pai nosso que estais no céu…” rezei duas vezes, e senti que a cama não balançava mais e tomei coragem de olhar pra porta do quarto e vi que aquela sombra não estava mais ali.
– O Pai Nosso é uma oração fortíssima apesar de não parecer para muitos.
#15
Nome: Victor
O relato que tenho é um dos mais antigos que possuo (pelo menos que me lembre). Atualmente tenho 16 anos, mas o fato me ocorreu com 5 anos. Tínhamos nos mudado para um apartamento novo, e por lá eu “conheci um meninos sem pernas”. Sim, ele aparecia no ar, somente com meio corpo, mas eu nunca me preocupei com isso, me preocupava com o fato dele sempre aparecer fazendo alguma “careta” pra mim. Mas eu sempre acabava conversando com ele, sem saber ao certo o que ou quem ele era, e perguntava de onde ele vinha e para onde ia quando sumia, pois sempre sumia do mesmo jeito que aparecia. Sempre que eu relatava a minha mãe esse menino, ela dizia que não estava vendo nada, mas ela sabia que ele estava lá, pois sempre acontecia algo estranho quando ele estava por perto (como a tv mudar de canal, janelas abrirem, etc). Um certo dia, ele simplesmente disse “adeus” e sumiu, e continuei me perguntando para onde ele poderia ter ido…até revê-lo um mês atras..
– E quando você o reencontrou, o que houve?
#16
Nome: Anônimo
Eu vejo o que acredito que sejam espiritos deste pequeno ,lembro a primeira vez que vi tinha uns 4 anos e eu estava brincando com meu irmão de ficar rodando segurando as maos ,dai eu escorreguei e cai quando fui para me levantar olhei para o lado do sofá e vi um homem com a cor preta,nao marrom negro mesmo,então me assustei e fiquei ali parado olhando por alguns segundos o homen agachado do lado do sofá dai meu irmão me chamou então pisquei e o homem sumiu,ja vi muitas coisas estranhas cheguei a pensar que estava ficando louco,mas quando me mudei para minha casa atual um certo dia qunado estava saindo do banheiro vi uma mulher com o cabelo curto negro e com a roupa parecendo um branco bem sujo quase que todo preto ,ela estava indo para a sala de estar então quando olhei para a sala nao tinha ninguem,passado alguns dias eu a vi de novo enquanto estava colocando a janta,dai de noite eu falei que tinha visto uma mulher então meu irmão descreveu a mulher e ele descreveu igual a que eu tinha visto ,nao falamos nada para ninguem,e varios amigos nossos ja relataram que viram uma mulher aqui em casa ,mas só depois que eles viram que eu ou meu irmão contava a historia ,ja vi tanta coisa que se eu fosse escrever eu iria fazer um livro kk
#17
Nome: Pedro
E ae povo do Isso é bizarro, antes de começar meu relato gostaria de parabenizar o DraftL por essa matéria que pelo menos eu espero ansioso todas as semana “Relatos Bizarros” o/

Meu nome é pedro e me considero ateu, mas acredito que tem muita coisa oculta nesse mundo, e sem duvida que tem uma força maior no meio disso.
Agora vamos aos relatos no total são 3 vou tentar ser o mais breve possível.

Minha família por parte de pai tem um certo dom de ver e falar com “espíritos”
não sei se puxei esse lado da família dele mas sei que certa noite lá pelos meus 13/14 anos eu estava dormindo e acordei de madrugada, me cobri e voltei a dormir, mas eu senti uma coisa estranha como se uma pessoa se jogasse em cima da minha cama, senti colchão afundar do meu lado como se realmente tivesse alguém deitado a unica coisa que tive coragem de fazer foi de me cobrir dos pés a cabeça e dormir.

O outro relato foi um dia onde estava somente eu e meu pai em casa, eu estava arrumando meu quarto quando vi o vulto de uma pessoa, um homem pra ser mais especifico e pensei que era meu pai, tanto que chamei por ele, quando vi que ele não respondeu fui atrás dele, quando o encontrei ele estava la fora, perguntei por quanto tempo ele estava lá ele falou que já tinha uma meia hora!!

O terceiro e ultimo foi uma coisa que ocorreu com minha mãe, ela estava deitada com meu pai se preparando pra dormir, quando meu pai me chama, o que eu vi foi uma coisa estranha coisa que um filho não iria gostar de ver, minha mãe se tremia toda, como se alguma coisa ou alguém tentasse “entrar” em seu corpo, a gente chamou ela por um certo tempo e ela acordou, mas a face dela era estranha os olhos nossa os olhos foi o que me deu mais medo, eles pareciam escuros uma escuridão profunda.Depois de um tempo conversando com minha mãe ela falou que quando estava nesse “estado” ela sentia uma vontade de pular em cima do meu pai e esganar ele, isso me deu muito medo.

Bônus: Eu tenho um irmão caçula, segundo minha mãe quando a bolsa dela estourou ela e meu pai escutaram uma gargalhada no corredor de casa, fato esse confirmada pelo meu pai.

Trabalho na recepção de um hotel aqui na minha cidade, ele fica perto da br 364 uma das mais violentas do Brasil, já teve muito acidente aqui na frente do Hotel, até agora eu nunca vi e espero nunca ver nada, mas a sensação de que tem alguém te olhando é grande d+ chega a da arrepios…

Obs: se alguém tiver alguma informação sobre o relato que falei sobre minha mãe por favor me de uma informação.Grato

– A mulher quando está grávida gera mais ectoplasma pois precisa dar a alma ao corpo do bebe ainda em seu ventre. Não tem muito a ver com o que o nosso amigo Pedro pediu mas é uma curiosidade. Se alguém puder dar maiores infos, até eu ficaria grato.
#18
Nome: Marina
Era de madrugada e eu estava com meus amigos na casa de um deles. Estávamos no quintal fazendo um churrasquinho e conversando.. Durante as conversas eu via como se fossem faixas claras no céu, passando muito rápido em várias direções, uma de cada vez, com intervalos longos entre elas. Parecia um laser muito grande cortando o céu, um flash que durava milésimos de segundo! Como as estava vendo em minha visão periférica achei que estava imaginando coisas e não comentei nada. Depois de um tempo resolvi comentar, pois estava ficando intrigada. E pela minha surpresa todos os meus amigos concordaram e disseram que também estavam vendo uns flashes de luz muito rápida mas que não falaram pois estavam meio ‘chapados’ e duvidavam de sua lucidez. Como eu estava sóbria confirmei o que estavam vendo e paramos por um tempo para observarmos o céu. Para a nossa surpresa aconteceram algumas aparições da luz, umas três vezes e a galera começou a ficar preocupada, eu fiquei aterrorizada! Meu namorado saiu correndo no quintal gritando “Me abduzam!” e eu pirei com isso! hahaha Na segunda vez que vimos, a luz ficou um pouquinho mais lenta (bem pouco mesmo, era quase impossível acompanhar) e estava bem no meio do céu, e instantaneamente se dirigiu ao solo (atrás da casa dele tem um descampado grande), muito rápido, por isso era muito difícil definir o que era. Também teve um momento em que as paredes do quintal do meu amigo foram atingidas por uma luz muito forte, um feixe que varreu o lugar e isso também foi estranho demais. Procuramos alguém com um laser mas não havia possibilidade de alguém atingir aquela parte da casa, e os vizinhos não tinham varanda nem nada. E também não era parecido com nenhum laser que conheça, pois era largo e muito forte a luz! Depois disso procurei na internet e vi que em minha região já houveram relatos de casos exatamente como o que citei, e diversos ufólogos já vieram estudar e acampar por aqui, inclusive li um relato de um policial que escoltava os ufólogos no acampamento (que fou num canavial) dizendo sobre essas luzes muito rápidas que emitiam um clarão como um flash! Agora me sinto feliz por ter visto algo assim, apesar do medo na hora. :)
– Marina, a cidade Americana é bem conhecida por seus fenômenos insólitos. A exemplo, esse pequeno texto aqui.
Documento secreto da Força Aérea Brasileira, obtido por um site ufológico na Internet, relata o avistamento de um Objeto Voador Não Identificado sobre o município de Americana (SP), em maio de 1989. O material mostra o interesse da FAB pelos chamados “discos voadores” e confirma a região de Piracicaba como rota dos Ets. Explica também os helicópteros militares vistos quando OVNIs são notificados em qualquer cidade vizinha.
O então chefe do Serviço Regional de Proteção ao Vôo de São Paulo, coronel aviador Hélio Pereira Rosa, encaminhou o Ofício CHF/S-0222 ao órgão que é hoje o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), relatando um OVNI quase que parado na região Noroeste de Americana. Às 3h28 de 30/05/1989, um operador do Controle de Aproximação de São Paulo pediu ao comandante de um avião que confirmasse visualmente a presença desse OVNI detectado na radar “que já estava ali há um bom tempo”. O comandante do vôo 573 da TAM confirmou o objeto, descrevendo-o como “circular, com um diâmetro aproximado de 50 metros, que ficou apagado a maior parte do tempo.
Jeferson Martinho, editor da revista eletrônica Vigília, recebeu cópia do Ofício CHF/S-0222 por e-mails, em dezembro de 2000, de uma pessoa que não quis se identificar. Para garantir sigilo, os e-mails foram codificados, impedindo a interceptação dos documentos por terceiros. Só depois de muita insistência conseguiu resposta a um pedido de esclarecimento endereçado à Força Aérea Brasileira. O Centro de Comunicação Social da FAB disse que “A Aeronáutica tem como objetivo maior a coibição do uso hostil ou clandestino do espaço aéreo brasileiro, e não há setor específico que trate e/ou investigue assuntos referentes a disco voador. Portanto, não dispõe de informações e/ou estudos referentes a tais fatos”.
Isso foi desmentido pelo Ministério da Defesa. Durante as discussões em torno de um projeto da Câmara dos Deputados que obrigaria a notificação de OVNIs, foram reveladas ocorrências de OVNIs (denominadas naquele Ministério como “tráfego hotel”) detectadas em radar e apuradas sigilosamente pelo COMDABRA. A proposta de oficializar a Ufologia foi do deputado alagoano João Caldas e acabou rejeitada.
Falando em óvnis, o ex-Ministro das Relações Exteriores e atual Ministro da Defesa, Celso Amorim, chamou integrantes da revista UFO para debaterem abertamente o fenômeno ÓVNI, assim como as forças armadas, no intuito de reuni-las e dar informações importantes sobre o mesmo. Uma atitude pioneira que nos coloca na vanguarda da ufologia mundial.
#19
Nome: Cícero
Primeiramente, quero deixar bem claro que sou ATEU, não acredito em Deus ou coisa parecida, mas esse fato me intriga muito.

Tenho 16 anos, mas isso aconteceu quando eu tinha 9 anos. Quando criança eu fazia tratamento com neurologista e tomava remédios controlados porque eu tinha Síndrome do Pânico e Pânico do Sono. Meus pesadelos eram constantes, mas esse foi o de maior intensidade e que me deixou com mais medo. Pois bem… Meu tio tinha vindo dos EUA e estava dormindo no meu quarto enquanto eu dormia no outro quarto junto com a minha mãe e minha tia. O sono estava ótimo até que eu acordei de madrugada com um formigamento no corpo todo, não conseguia me mexer direito e não conseguia chamar minha mãe pra ela me ajudar. Na minha cabeça estava tudo muito confuso, eu não conseguia raciocinar, e de impulso eu gritei – Mãe – e ela conseguiu me ouvir e acendeu a luz do quarto, foi quando eu comecei a enlouquecer. Eu via uma bola de fogo enorme na parede onde minha tia estava (a essa altura ela já estava acordada), e essa bola de fogo parecia querer consumi-la. Eu não tinha controle do meu corpo, o formigamento era muito grande. Minha mãe tentava me acalmar e eu ficava cada vez mais exaltado, até que eu consegui falar. Avisei a ela da bola de fogo e ela ficou nervosa, mas quando ela percebeu que eu estava com o olho inteiro branco (como se eu estivesse com lente de contato branca) ela ficou realmente assustada. Elas tentavam me acalmar de qualquer jeito, mas sem resultado algum. Eu gritava cada vez mais alto e elas choravam, pois nada que elas faziam dava certo e o pânico só se espalhava pelo quarto. Foi aí que minha tia, que é religiosa resolveu rezar, elas deram as mãos ao meu redor e rezaram um Pai-Nosso, e nem isso resolveu. Elas resolveram então pegar um Rosário e colocar no meu pescoço, no exato momento em que elas colocaram o Rosário no meu pescoço eu desmaiei, cai no chão como se eu tivesse acabado de levar um tiro no peito.
Acordei só no outro dia, não me lembrava de nada, pra mim eu havia tido uma noite de sono perfeita e essa “amnésia” durou mais ou menos 2 anos, quando do nada (não lembro em que circunstâncias eu estava pra ter me lembrado) eu comecei a lembrar de algumas partes. Durante 2 anos eu lembrava somente de pequenos momentos, até que eu tive uma lembrança completa e exata do acontecido naquele dia.
Passado alguns meses eu consegui me curar das minhas síndromes e tudo estava indo perfeitamente bem, até que no final de 2010 eu peguei uma gripe muito forte e tive uma febre de 40°. Eu tinha colocado o meu colchão no chão da sala e estava todo coberto, pois estava com muito frio, foi ai que eu adormeci. Não bastou muito pra eu começar a ter o mesmo formigamento que eu tivera 5 anos atrás, parecia que tudo estava se repetindo (dessa vez muito mais forte), eu via absolutamente a mesma coisa, a enorme bola de fogo querendo consumir alguém, mas dessa vez ela queria ME consumir. Eu gritava pra minha mãe me salvar, porque ela queria me matar. Minha mãe não entendia nada, e tentava me acalmar apenas, pois não havia outra coisa que ela pudesse fazer. Eu pedi pra ela ligar pra minha madrinha, porque eu “queria me despedir dela”, parecia que aquela seria a última noite da minha vida. Minha madrinha atendeu ao telefone e começou a falar umas coisas estranhas que eu não conseguia entender, como se ela quisesse que aquela coisa que estava em mim sumisse. Ela rezou um Pai-Nosso, me disse palavras de conforto e desligou o telefone. Só assim eu consegui me acalmar um pouco e dormir.
O mais intrigante dessa história é que eu não consigo ver motivos pra uma oração conseguir me acalmar, já que eu não tenho fé. E apesar de parecer somente alucinações, eu estava consciente, mas não tinha o domínio do meu corpo (minha voz estava estranha e meus olhos estavam brancos).

Espero que vocês tenham gostado, porque eu não gostei de vivenciar isso (risos). Até mais !

– Eu entendo que você não acredita em Deus e respeito isso. Mas e quanto a espíritos? Mesmo depois de ter passado por uma experiência dessas, você precisa que a ciência diga que o que você teve foi mentira porque isso não se “enquadra” em algum setor? A ciência é boa em analisar fenômenos exógenos, mas a espiritualidade é bom em analisar os fenômenos interiores. Curti muito o seu relato, se tiver outro, nos envie!
#20
Nome: Karina
Bom meu nome é Karina e esse relato não aconteceu comigo , mas com uma pessoa muito proxima . Bom minha madrinha morreu de cancêr a 4 anos atrás e deixou uma filha de 13 anos , ela amava muito essa filha e consequentemente ela acabou largada porque o pai trabalhava e ela tinha que ficar com tias e a avó que não estava nem ai , um dia ela veio dormir aqui em casa e como dormimos no mesmo quarto eu perguntei se ela não sonhava com a mãe , ela disse eu não sonho mais vejo ela todos os dias , claro eu fiquei muito assustada pois minutos antes de minha madrinha morrer ela tentou falar com a filha , eu perguntei pra minha prima como ela via , ela me respondeu : a primeira vez eu estava no banheiro e ela apareceu no espelho , eu me assustei pois ela não tinha expressão , e estava com a roupa do velorio , a segunda vez eu estava na sala e ouvi um barulho quando olhei pra trás ela estava na pia e olhava pra mim e sempre tentando me dizer algo , depois começou a ficar frequente , via ela todos os dias e ela sempre tentava dizer algo , nisso passaram-se uns meses e minha prima saia muito eu quase não via ela mais , então em um domingo ela apareceu aqui em casa , ficou poucos minutos e foi embora , quando foi na quinta meu pai me liga avisando que ela tinha falecido , quase morri de desespero porque eramos muito proximas , no enterro algumas amigas dela colocaram uma música que falava de morte e disseram que foi ela que pediu , me aproximei e perguntei o que tinha acontecido pois essas amigas moravam mais perto da minha prima e conviviam mais com ela , elas disseram que minha prima queria morrer disse que a mãe dela á chamava , e que era isso que ela queria dizer o tempo todo e só uns dias antes da morte da minha prima ela realmente tinha falado , e que ela havia chamado minha prima pra segui-la e ela foi pra um caminho lindo onde a minha madrinha segurou na mão dela e desapareceu , um dia depois minha prima faleceu . Minha avó disse que algumas pessoas quando morrem e deixam alguém especial voltam pra buscar , não acredito muito nisso mas perder uma madrinha e uma prima não é facil .
e isso foi realmente muito estranho , vai entender né ;s

Agora, caso queiram, preencham o formulário com o seu relato bizarro.

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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