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Relatos Bizarros #24 – UUUUUIII!!

Olá pessoas cabriocáricas!! Mais uma semana de RB! BORA!! GOGO!

Não sabe como enviar o seu relato? Simples, meu chapa!

Há três meios

O primeiro: basta clicar aqui e você será direcionado à nossa página de relatos.

O segundo: envie-nos um e-mail ->[email protected]

O terceiro: basta começar a ler os relatos que, ao final, haverá um formulário idêntico ao da nossa página de relatos para preencher com sua história surpreendente.

A título de esclarecimento: se o seu relato não apareceu aqui, não fique chateado. Nas próximas semanas ele com certeza aparecerá. Eu posto os relatos por ordem de chegada. Basta só aguardar. Semana que vem tem mais, não se preocupem! :)
Seus relatos com certeza aparecerão só basta esperar!

Hajimemashou!

 

#01
Nome: Wiliam

Olá! Meu nome é William e tenho 22 anos.

Em 2010 eu estava no segundo ano da universidade. A maioria das minhas aulas são à noite e costumo chegar em casa por volta de 0h – 0h15. Minha rotina era (e continua sendo) a seguinte: chegava em casa, jantava mexendo no computador, tomava banho, passava mais um tempo no computador e ia dormir, por volta de 2h. Não lembro se no mês de fevereiro ou março, mas logo quando voltaram as aulas começou a acontecer duas coisas, quase todas as noites:

1- Enquanto eu tomava banho, ouvia alguém andando pela casa. Mas não ouvia um calçado, era como se a pessoa estivesse pisando com o calcanhar, fazendo aquele som grave, entendem? Eu então perguntava: “mãe?”, sem resposta alguma. Ignorava. Afinal, poderia ser que alguém tivesse ido beber água. A situação se repetiu e achei estranho. Algumas vezes desliguei o chuveiro e falava alto o nome de cada pessoa da casa, pra ver se era alguém… Sem resposta.

Depois de alguns dias, comecei a ficar com medo. Quando ouvia aqueles passos já ficava apavorado. Mas comecei a tomar umas atitudes mais drásticas: 2 ou 3 vezes eu me enrolei na toalha e abri a porta do banheiro de repente logo após ouvir os passos e andei a casa toda pra ver se via alguma coisa… Fui às camas de minha mãe e irmãs pra ver se realmente estavam dormindo e estavam. Detalhe: aqui em casa nunca aconteceu de elas me pregarem peças. Diversas vezes perguntei para minha mãe ou irmãs se elas tinham ido à cozinha enquanto eu tomava banho… Não tinham.

Pode ser estranho, mas eu simplesmente me acostumei a isso. Ficava com medo e começava a rezar, mas nunca passou disso: passos pela casa, andando como se fossem em frente à porta do banheiro e na cozinha, que fica ao lado.

O outro evento que ocorria simultaneamente a esse:

2- Aos pés da minha cama fica a mesa do computador e na cabeceira da cama há uma janela (e só a fecho quando vou dormir). Quase toda noite, enquanto eu estava no computador, sentia fortemente que havia alguém na janela me espionando. Vez ou outra eu tomava coragem e ia olhar pela janela… Ninguém. Nunca vi ninguém, nem nenhum vulto. Mas sentia fortemente essa presença. Com o tempo, também em acostumei e passei a ignorar isso.

Sei que comparado a muito do que já foi escrito nessa sessão meu relato não é nada, mas digo a vocês que é indescritível o medo que isso me causou.

Esses eventos começaram a acontecer por volta de Fevereiro ou Março e pararam de acontecer em Junho ou Julho. Não sei dizer exatamente a data porque já estava tão acostumado que estava indiferente e um dia notei que “olha, não aconteceu nada nos últimos dias”. Quando isso parou, parou de vez.
___________________________

Explicação

Só muitos meses depois de os eventos pararem é que percebi uma correlação com uma situação de minha vida. Eu sou gay e nessa época eu ainda não me aceitava. Era fervorosamente religioso (e acredito que todos sabem como as igrejas costumam lidar com a homossexualidade…). Passei por um intenso conflito. Por volta do meio do ano eu já estava me aceitando melhor e até falei sobre mim para alguns amigos da universidade. Desde então, isso nunca mais aconteceu . Fico pensando se esses eventos não fossem exatamente “reais” mas produtos da minha cabeça atordoada nessa época. Reais ou não, eu ficava apavorado. O que acham? Alguém já passou por algo assim?

Desculpem pelo tamanho do relato.

 

#02

Nome:  Jonathan

Meu nome é Jonathan moro em Porto Alegre tenho 19 anos.

– Bom, meu caso tem aver com sonhos também como li sobre alguns aqui, resolvi relatar também.

– Aos 17 anos comecei a ver coisas que eu achava ser coisas da minha mente, sempre quando eu fazia algo que eu sabia que era errado, na hora de dormir, eu enchergava claramente um Senhor, velho vestido com um terno preto, batendo palmas para mim, nas primeiras veses fiquei em choque! Mas o tempo foi passando e eu continuava a ver esse mesmo Senhor seguido ( sempre batendo palmas. ), que parece que até fui acostumando com aquilo sabe? não tinha medo mais, até algumas veses tentava falar algo com a intenção de ele dar algum aviso ou sei la oque eu esperava que ele fisesse, e muitas veses também sonhava com esse mesmo velho. Até que um dia tive um sonho que me marco muito, acordei muito tenso e em choque, o sonho foi o seguinte; ” eu estava voltando do colégio ( na epóca voltava de bicicleta), então eu vindo para casa, passo em frente a um bar e vejo alguns corpos esticado na calçada, derrepente sai uma mulher( cabelos pretos, vestido bordo, pele branca) de dentro do bar com algumas facas na mão. ( isso tudo no sonho) então CORRI com a bicleta em direção a minha casa com muito medo dessa mulher…Quando chego em casa entro na sala e olho pra porta do quarto da minha mãe e a esta mulher das facas está saindo do quarto da minha mãe, quando vou virar pra traz eu levo uma facada de um ex-padrasto meu,caio no chao… quando levanto ensanguentado e olho no espelho grande que tinha na sala eu enchergo aquele mesmo VELHO( de terno e cabelos brancos) batendo palmas para mim” depois dai acordei apavorado, sem entender nada…
Então passando alguns dias, comentei com minha mãe sobre esse certo sonho e sobre as visoes com que tinha desse velho de terno…Ela como frequentava a religião ( UMBANDA ) me fes o convite de ir em uma seção… E eu sem nada a perder, fui.
Chegando na casa que ela frequentava de UMBANDA, foi justo em um dia de FESTA DE EXU’s, então eu como não conhecia, fiquei meio assustado… tinha umas 100 pessoas na festa e dessas 100, umas 40 estavam encorporadas com EXU’s e Pomba Giras… então a festa rolando la e eu num cantinho meio ressabiado, quando me deparo com um dos Encorporados( vestia Capa preta, chapeu preto, fumava charuto e tomava cachaça em um garrafa preta) – seria o EXU BARA DA RUA, que depois de alguns minutos me olhando falou pra mim ” Negão quero ter um conversado com o senhor” e eu só fiquei escutando, ele comeceu a falar sobre as coisas erradas que eu andava fasendo, sobre drogas, sobre as mal influencia que eu andava, sobre quem era meu amigo de verdade e tal… chega uma hora que ela fala sobre meus sonhos, e pergunta se eu sabia quem era que eu via nos meus sonhos.( ele falou com as palavras dele ) nesse momento que ele falou isso, me bateu um desespero que corria lagrima dos meus olhos, e ele falou: ” eles não querem o seu mal negão, eles querem te guardar, quem enviou eles foi eu para ajudar o senhor na sua caminhada” e chamou +2 encorporados que estavam ali na festa pra perto de mim ( um homen e uma mulher ), EXU 7 Da Lira e a Pomba Gira 7 Covas, e falou que era os 2 que eram meus guardioes. Bom depois que os 2 conversaram muito comigo, que realmente me convenceram mesmo que a religião é de verdade, e desde ali comecei a frequentar a UMBANDA. Chegando em casa depois dessa festa de EXUs, fui dar uma pesquisada na internet de fotos e historia sobre os meus ”guardioes” ( 7 da Lira e 7 Covas ) , ai que eu me apavorei, as fotos que tinham dos 2 eram identicos aos que eu vi no meu sonho e o velho que eu via batendo palmas pra mim ( 7 da Lira ), mulher com facas na mão ( 7 Covas ), se tiver como depois postar a fotos dos 2 verão que são identicos aos que citei no meu sonho.Bom é isso poovo, obrigado por quem leu até o final.

Eu fico realmente feliz pelo nosso leitor ter se encontrado. Independente de religião, o que é necessário às pessoas é a espiritualização. 
#03
Nome: Ricardo
Meu conto não é nada comparado aos outros que leio aqui direto, mas vamos lá.

Quando eu tinha mais ou menos uns 5 ou 6 anos de idade, a irmã de minha avó parte de pai morava com ela, e eu era muito ligado a ela, seu nome era “Mariquinha” nos referiamos a ela como “Tia Mariquinha”. Ela já era bem velhinha, em torno dos seus 80 e poucos anos, nessa época, e por conta da idade veio a falacer. Ninguém me contou até o dia que fui na casa de minha avó novamente, e como a primeira coisa que eu fazia era ir ao quarto dela e lhe cumprimentar, mesmo sabendo que ela tinha morrido, como de praxe, fui ao quarto dela, e não é que ela estava lá! Peguei ela pela mão e a levei à sala de televisão que todos da família estavam, entrei na sala falando: “Gente, de onde vocês tiraram que a Tia Mariquinha morreu se ela está aqui comigo?” e apontei para meu lado esquerdo como que indicando-a. Todos ficaram perplexos me olhando e dizendo que não tinha ninguém ali, mas a família do meu pai é toda espirita e entenderam na hora o que tinha acontecido.

Nunca mais vi nada de estranho, como espíritos ou coisas do tipo.
Esse é o meu relato. Um abraço

– Ainda bem que você estava rodeado de pessoas esclarecidas, Ricardo. :)
#04
Nome: Bianca (btw, é o nome da minha irmã querida S2)
Oláa.Bom isso que vou contar aconteceu comigo quando eu tinha uns 5 anos de idade eu acho. Eu morava na casa da minha avó nessa época, .Bom,todo dia meia noite em ponto minha mãe falava q eu acordava chorando e gritando, eu falava q tinha o papai noel do mal em cima do guarda-roupas (Meio tonto mais era isso msm), na verdade em cima do guarda-roupas nao tinha nada nem uma mala nem sacola absolutamente nada. Mais eu sempre via essas coisas.Antes de minha mae me contar essa historia (que eu lembrava) eu disse pra ela que quando ela entrava no quarto a sombra q estava em cima do guarda-roupas ia para cima dela (Ele tinha olhos vermelhos, era uma sombra preta ), ai ela me falo q quando ela entrava no quarto, podia ser até uma noite quente, o quarto estava gelado e ela se arrepiava toda quando eu falava q ele tava em cima dela.
A alguns anos atras eu estava conversando com ela, e ela me conto que quando ela era mais nova fizeram um tipo de macumba para ela (minha vó falo q minha mae se retorcia toda na cama e fala cm uma voz grossa tipo aquelas de filme de terror sabe ?) Ela ficava assim todo final de semana, por uns 3 meses ela fico assim, depois desses 3 meses minha avó levo minha mae em um benzedeiro e ele só olhou para ela e falo que ela estava carregada de espiritos e que a macumba (ou sla oq) q jogaram nela era muito forte. Depois de um tempo isso paro. Mais o benzedeiro falo q se tentassem jogar alguma macumba e tal’z na minha mae dnv ia cair na pessoa mais fraca da familia, q na época era eu. Isso explico o pq de eu ver aquilo em cima do guarda-roupas. Minha familia sempre viu essas coisas. Na casa da minha avó
sempre acontece essas coisas.
Boom, espero q tenham gostado eu tinha q desabafar. =D
– Oi, Bianca! Geralmente esses tipos de feitiços recarem primeiramente sobre os animais, eles são protetores naturais  dos seus donos e da família.
#05
Nome: Ana
Oi povo do IÉB, bom, antes de começar conheço muitas pessoas que já me relataram esses tipos de coisas digamos ‘sobrenaturais’ na casa de meu padrinho aqui no interior do Ceará especificamente em Itarema. moro em fortaleza mas sempre que é feriado ou alguns fins de semanas eu vou para lá.
vamos ao relato que aconteceu comigo nesta casa. já era tarde,devia ser umas 23:00 e eu estava com meus primos na praça que fica bem de frente pra casa do meu padrinho, quando voltei pra casa estava com as luzes todas apagadas somente a que ilumina a escada estava acessa, dai eu entrei fechei a porta e olhei pro lado da cozinha pra beber água mas estava muito escuro e fiquei com um pouco de medo então eu fui pro rumo da escada para ir pro meu quarto, mas segundos depois de eu começar a andar senti uma coisa muito esquisita como se tivesse alguém atrás de mim e conforme eu ia andando ia escudando uns passos atrás de mim como se fosse de um chinelo, e quanto mais eu caminhava esses passos aceleravam o ritmo , quando eu cheguei no meio da escada não me aguentei de medo e dai foi pernas pra quem de quero,rsrsrsrsrsr( to rindo agora mas na hora…) quando cheguei no quarto e abri a porta minha mãe estava no quarto, ai ela perguntou o que eu tinha, e eu queria falar mais não conseguia falar depois eu fui explicar pra ela e ela disse que eu estava sem nenhuma gota de sangue em mim estava pálida de medo, logo depois eu pedi pra ela água que eu não tive a coragem de pegar pra mim quando ela chegou de lá ela falou que quando passou pela escada sentiu um arrepio de uma hora pra outra. isso sem contar que quando eu estou no meu quarto pra dormir eu sempre escuto pisadas de gente andando na escada e no corredor dos quartos e não é ninguém porque já esta todo mundo dormindo. até a faxineira que as vezes vai limpar a casa quando esta anoitecendo ela leva um fone de ouvido para ouvir musicas e não escudar uns barulhos estranhos que vem do nada , ela já me disse que já sentiu alguma coisa pegando no seu ombro e ela até pensava que fosse o caseiro mas quando olhou pra trás não tinha ninguém , ela falou que queria se mexer e não conseguia porque as pernas começaram a pesar. o antigo caseiro diz que são os escravos que trabalhavam no engenho de farinha que o pai do meu padrinho tinha que ficava de trás da casa quem tem um terreno enooooorme e que alguns deles morreram queimados devido a um incêndio que ocorreu lá e não conseguiram se salvar.muita gente que esta vindo da praia a noite e passa perto diz escutar gritos e choro perto de um cajueiro que era onde eles costumavam ficar para descansar e que era bem do lado do engenho. bem gente esse é um de muitos relatos que Itarema tem pra contar!!
– O arrepio acontece devido ao eletromagnetismo deixado pelas entidades e o frio, assim como o calor, são assinaturas térmicas deixadas pelas entidades ao se deslocarem, além de diversos outros vestígios.
#06
Nome: Mariana
Meu segundo relato na minha secao favorita :)

Sou uma mineira de Pocos de Caldas (sim, perto de Varginha, a cidade do ET), e quando era crianca lembro de sempre ouvir uma história que me deixou (e ainda deixa, depois de 20 anos) muito curiosa.

Quando éramos pequenos, ficávamos muito na casa da minha avó e todos na rua eram além de vizinhos, amigos. Ficar sentado na rua até tarde conversando enquanto os menores brincavam era normal (Ah, anos 80..).

Meu irmao à essa época já devia ter seus 8 anos e foi em uma dessas noites em que ele e minha avó relatam ter visto luzes brilhantes percorrendo e céu, chegando cada vez mais perto da rua. Os dois dizem que correram pra chamar todos da rua para ver as tais luzes que foram levitando bem baixo, até sumirem, ou seja, várias pessoas sao testemunhas.

Ninguém até hoje soube explicar, mas a história permanece.

Qualquer dia transcrevo algumas histórias bizarras do meu bisavô que completará 100 anos em Agosto, de quando ele era mais jovem e trabalhava na roça.

– Por favor! Transcreva e nos envie! O mundo precisa saber que o oculto e o desconhecido existem! 
#07
Nome: Júlia
Um pequeno relato sobre minha vida paranormal. Quando eu era pequena, tinha por volta dos 8/9 anos, eu estava saindo do meu quarto e passando pelo corredor que vai para a sala. Então alguém me empurrou com força, que eu até me esbarrei na parede… e só estava eu e minha mãe em casa, e ela estava a minha frente sentada no sofá. Desde então nunca fico sozinha em casa, nem que seja de dia, tenho muito medo rs.
Outro relato na escola, quando tocou para o intervalo todos saíram para lanchar e eu saí pra lavar as mãos e voltei para a sala. Quando eu abri a porta, juro por tudo nesse mundo que vi alguém passar rapidamente pra trás da porta como se quisesse brincar de esconde-esconde. Eu até procurei se tinha alguém mas não havia NINGUÉM na sala. E o tempinho que eu fiquei na sala eu senti que alguém me observava e me esperava na porta, então saí correndo da sala feito uma abestalhada e só voltei quando todo mundo estava na sala.
#08
Nome: Arthur
Dizem que a imaginação de uma criança é algo bem fértil e amplo. Mas sinceramente há duas lembranças específicas que eu lembro muito bem… não fizeram parte da minha imaginação “saudável”.
Eu tentarei explicar e botar em pauta todos os detalhes possíveis que eu lembrar, não sei se irei conseguir me lembrar de tudo, mas não quero aumentar, muito menos distorcer as coisas, eu tentarei ser o mais franco possível.

O primeiro acontecimento estranho foi no ano de 1995, quando eu tinha apenas 5 anos. Tenho que dizer que minha memória é muito boa em relação a minha infância e vida em geral, eu sempre fui de marcar os dias por acontecimentos, todas as lembranças que eu tenho não são detalhes pelo contrário: eu me lembro de todos os acontecimentos do dia desta lembrança, me lembro de como estava o tempo, o que eu fiz, as conversas e atividades, até cheiros passam por minhas recordações. É como eu disse: Se algo me marcou em um certo dia, eu me lembro não só do acontecimento mas sim do dia inteiro e de todos os detalhes.
Pois bem, acho que já escrevi muito e acabei não dizendo nada, mas eu preferi começar assim, talvez até como forma de ajuda.

Voltando ao primeiro acontecimento, eu estava com 5 anos, estava na minha primeira casa, o terreno era enorme, a casa tinha apenas um andar, era uma casa bem tradicional que meus avós compraram a muito tempo atrás… janelas de madeira nostálgicas (que inclusive me causavam um certo desconforto)
Estava no quarto, minha mãe estava passando a roupa, me lembro perfeitamente do ferro de passar: Era um Black &Decker preto, aquele super tradicional.
Eu me lembro que minha mãe surgiu no quarto com um livro fino, bem fino… com um tipo de paisagem na capa… eu não sei explicar mas ao olhar o livro eu já senti algo estranho… ele tinha uma aba com dedicatória, estava novo… a capa era bege com cores vazadas em tom pastel. eu me lembro de um tipo de cabana em alguma parte do livro. Eu não sabia ler na época, mas de alguma maneira aquele livro começou a me incomodar… eu olhei… olhei… olhei… e comecei a folhear o livro sem entender… tinha uma asa de borboleta e folhas secas dentro do livro, porém não tirei do lugar. Ao fechar o livro parece que a realidade a minha volta se modificou… a começar pela minha mãe que não estava mais passando roupas, ela havia sucumbido sem eu perceber, eu também não senti vontade de procurá-la… me direcionei ao ferro de passar roupa, e ai que começou o fato no mínimo curioso: o ferro de passar se desligou da parede, e levitou. Sim, levitou. e ainda saiu pela janela, tive a sensação de que ele contornou a casa inteira e pela mesma janela que saiu, ele voltou, foi levitando de volta a tábua de passar roupa, e voltou da maneira que estava, intacto, como se não tivesse saido de lá. Exatamente nesta hora minha mãe surge no cenário ( entre a sala e o quarto, onde a tábua estava), e continua a passar a roupa como se nada tivesse acontecido. lembro que o tempo fechou, mas não choveu… ficou bem escuro.
Eu não me encanei com isso… eu também não comentei nada a ninguém, tudo pareceu um detalhe… e o livro? sumiu! parece nunca ter existido. minha mãe parecia nunca ter me mostrado o tal livro. Eu também não perguntei.

1 ano depois, em 1996 minha mãe estava passando roupas (lá vem…) e eu me lembro que estava chupando balinhas de hortelã, eu precisava subir na cadeira para “assaltar” as balas do baleiro, porque elas ficavam em uma prateleira na cozinha. Neste vai e vem de pegar balinhas sem minha mãe ver, eis que ela some, igual a um ano atrás… e mais uma vez eu entro em algo que parece ser fora da realidade. No momento eu vi o ferro de passar roupas e senti a vontade de pegá-lo. Eis que fui com uma das mãos segurar o ferro com todo cuidado, na parte preta, a que seguramos quando vamos passar roupa… mas ao segurar o ferro girou 360° fazendo com que eu me queimasse. eu me lembro ter ficado um tempo com a mão no lado da chapa ao ponto da minha mão criar bolhas. eu soltei um grito e comecei a chorar porque EU VI o ferro girando ao contrário e se virando com a parte quente para a minha mão. Na hora que grito minha mãe parecia estar o tempo todo no ambiente. ela saiu desesperada, ligou para o meu pai , eu não me lembro exatamente se cheguei a ir ao médico, mas me lembro que ela passou aquela famosa receita caseira de pasta de dente na queimadura.(que é super desnecessária e piora ainda mais a situação.) me lembro que fiquei um tempo com a mão vermelha, descamando e dolorida. mas não possuo marca alguma… e até hoje minha mãe diz as visitas esta história e aos risos conta que “não entende o que estava passando em minha cabeça” eu de certa forma dou um sorriso amarelo e digo que não lembro direito… mas eu me lembro. O mesmo ferro de passar que levitou, me atacou.

Outro fato estranho ocorreu no ano de 1995. Estava brincando com meu irmão mais velho no quintal, minha mãe estava tirando algumas coisas de casa para jogar fora, ela então me deu um telefone de carro com uma base, bem antigo, me lembro que este telefone era laranja e bege e tinha uma capa de acrílico laranja cobrindo o telefone, eu fui brincar enquanto ela não jogava fora. para o meu irmão ela conseguiu dar um barbeador quebrado e sem pilhas do meu pai. Eu me reservei e comecei a brincar com o telefone, e quando coloco o telefone no ouvido… uma voz começa a querer dizer algo, eram grunhidos…gemidos, algo parecido. Eu fiquei calado, olhei para o meu irmão e preferi não mostrar, preferi escutar sozinho. O telefone sem fonte nenhuma de energia e eu achando engraçado ouvir aqueles barulhos, até olhar para o portão…. um homem muito alto, com um chapéu, uma cabeça imensa, focinho de cachorro e pelos pelo corpo inteiro estava de canto, colocando a cabeça e tirando. eu me lembro do meu coração disparar! mas eu não me deixei levar pelo impulso e não contei. ele ficou com o corpo inteiro na frente do meu portão, me chamando com o dedo e um sorriso todo desdentado saindo de dentro do focinho. pude ver que ele era completamente marrom. Eu observei,deixava de olhar, e depois olhava de novo, até que ele começou a mexer no portão para abrí-lo, foi ai que eu soltei um grito e comecei a chorar. Minha mãe na hora veio ver o que estava acontecendo, nesta vez eu contei que tinha visto. e o curioso é que meu irmão realmente escutou alguém mexer no portão, mas quando ele olhou não viu nada, eu me lembro de ter gritado e a criatura ter sumido. minha mãe não levou a sério, e logo eu fui me ocupar brincando com outras coisas.

Um outro acontecimento extra foi em 2000, com a moda da brincadeira do compasso. Minha sorte é que eu não estou sozinho nesta e tenho testemunhas para não suspeitar que meu próprio eu talvez seja louco.

Estava com meu irmão e minha prima, dois anos mais nova que eu. O boato da brincadeira do compasso era assim: amarrava-se um fio de cabelo de alguém da roda na cabeça do compasso, e pelo fio suspendia o compasso para o próprio girar.Fizemos isto, minha prima, a unica com cabelos compridos cedeu um fio. estávamos encabulados e desconfortáveis com aquilo, mas ninguém queria parar… até que meu irmão suspendeu o compasso pelo fio de cabelo e soltou, e incrivelmente ele deu 3 a 4 giros por conta própria, sem tombar, apoiado apenas em sua agulha.Todos correram assustados. Eu estava assustado, mas MUITO curioso… na verdade eu sempre gostei desse tipo de acontecimento, e ver o compasso rodando sem nenhum apoio, se equilibrar por quase dois segundos e depois cair foi algo que me deixou bem empolgado pelo resto do dia… a conclusão é que na hora de dormir minha prima não conseguiu e meu tio teve que ir em casa buscá-la de madrugada.
Durante este texto, fui me lembrando de muitas coisas que estavam no fundo da minha memória, mas eu calculo que o texto já está enorme, são 3:53 da manhã e eu ficaria escrevendo por muito tempo… Eu prefiro escrever aos poucos, refletir e tentar lembrar de outras situações deste tipo. Eu estou deixando meu e-mail caso alguém queira trocar informações,também irei acompanhar os posts do issoebizarro. Muito obrigado pelo espaço e atenção de quem teve disposição de ler até aqui. Até breve, Arthur.

– Arthur, o que pode ter acontecido foi uma distorção espaço-tempo. Existem diversas anomalias dimensionais que a ciência não tem conhecimento ainda e tratam como “ilusões”. Talvez você possa ter influenciado de alguma forma.
#09
Nome: Rosângela
Olá a todos.

Esse relato aconteceu comigo no início da minha adolescência, hoje em dia eu penso realmente no que pode ter acarretado a tudo isso.

Quando eu tinha 12 anos de idade, eu tinha sonhos muito bizarros. Costumava sonhar com a minha mãe morta, decapitada, era algo terrível. Nesse período eu sentia medo até de dormir, porque cá entre nós, isso não era nem um pouco saudável. Fiz um tratamento contra isso durante três anos no psicólogo, além desse sonho, eu costumava sonhar com a casa infestada de ratos, e baratas. Os sonhos não eram diários, mas eram eventuais, apesar disso eram assustadores.

Aos meus 14 anos, nada havia sido resolvido então eu desisti e decidi que iria me “curar” sozinha. Nesse período eu comecei a sentir presenças estranhas na minha casa, quando minha família saia e eu ficava só, eu sentia calafrios, e como se tivesse alguém sempre a me seguir. Até que um dia eu fui dormir, e acordei de madrugada com os braços imóveis, era como se estivessem presos a cama, senti o colchão da cama afundar como se tivesse alguém subindo em cima de mim, eu fiquei quieta, e atenta, assustada, queria poder gritar mas não conseguia. Até que eu fiquei sufocada, então eu levantei um pouco a cabeça e senti o peso sair de cima de mim de uma forma ligeira, e vi uma sombra percorrer o piso do quarto.

Passaram-se dois dias e eu não comentei sobre isso com ninguém. Durante a manhã de uma quinta feira, eu fui a cozinha beber água, mas desta vez havia gente em casa. Ouvi passos, então eu disse: “Mãe, a carne já esta no ponto.” Quando virei de costas, quem estava atrás de mim não era minha mãe, e sim uma figura enigmática, parecia com uma mulher, e tinha muitos pelos nos braços, rosto e mãos. O copo que eu segurava caiu no chão, e eu fiquei em choque, minha mãe correu para me ver e eu tive que ser levada ao hospital, pois tive uma hipotermia imediata.

Bom, desde esse dia eu fui encaminhada ao psiquiatra e fiz vários tratamentos, com remédios. Abandonei o tratamento a um ano, hoje em dia tenho 17 anos.

Para que não acredita em eventos paranormais, fica o meu relato.
Obrigada por ler até o fim.

– Tem horas que a medicina tradicional não adianta. Busque uma medicina espiritual. Meditar lhe trará conhecimento sobre como lidar com esses acasos. Espero que já esteja melhor.
#10
Nome: Matheus
Bom, meu relato não é nada bizarro, mas mexeu muito comigo.

Eu tinha 7 anos quando isso aconteceu, morava em uma cidade do interior de São Paulo e minha mãe era muito amiga da nossa vizinha, que também era dona da casa onde morávamos. Um dia fui com minha mãe à casa dessa vizinha, elas iriam rezar o terço. Sempre fui uma criança muito quieta, então fiquei junto esperando tudo acabar. Durante a oração, me afastei e fui até a janela, onde vi uma mulher que vestia branco e tinha três rosas no peito passando pelo corredor. Eu fiquei admirado, o aroma de rosas era forte, minha mãe (que acredita muito nesse tipo de coisa) tentou falar comigo, perguntou o que eu estava vendo e eu expliquei (do meu jeito, logico, afinal eu era uma criança), minha vizinha logo entendeu e disse “Ele está vendo a Rosa Mística”.
Isso aconteceu por pouco tempo, depois disso nunca cheguei a vê-la novamente, mas isso foi inesquecível. Sempre sinto presenças e coisas do tipo, algumas vezes cheguei a ver coisas. Quase toda a minha família acredita no espiritismo e eu já cheguei a frequentar alguns centros espírita.
Enfim, é isso. Abraços!

Bom, pessoas… eu fiquei com esse vídeo na cabeça e resolvi postar. Riam!

Agora, caso queiram, preencham o formulário com o seu relato bizarro.

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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