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No morro da mangueira é assim + Bônus

Olá, viajantes do tempo ou seres advindos de outras galáxias e/ou dimensões queridos leitores! O vídeo de hoje foi mais um que peguei no grupo Bizarrofilia no Facebook.

Infelizmente, não possuo muitas informações. As poucas que o leitor Wilson Alves deixou na descrição do post, dizia se tratar de traficantes do morro da mangueira, que assassinaram um homem e o esquartejaram. Nas imagens abaixo, os homens aparecem arrumando o corpo para fazer uma selfie.

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Um outro caso que deixou muita gente comovida no Facebook, foi o caso do homem que matou um cavalo, por causa do WhatsApp. O vídeo mostra um homem atirando com uma espingarda calibre 12 e matando um cavalo. Isso causou revolta e muita repercussão nas redes sociais.

Antes do tiro fatal, friamente o cidadão começou a proferir palavras de intimidação para quem falasse mal de sua pessoa no Whatsapp:

O negócio é o seguinte, começou a falar mal de mim no Whatsapp, vou ter que apresentar a Julesca (arma), e vai ser mais ou menos assim…

Logo após, o indivíduo mira no animal e atira a sangue frio, matando o pobre cavalo indefeso que se encontrava amarrado em uma árvore.

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Perante a situação com o cavalo, que aparentemente estava saudável, só posso dizer que diante da situação, há uma boa notícia. Isso mesmo: UMA boa notícia. Não sei se procede… mas se for verdade, é um dos “Para Nossa Alegria” que já postei por aqui. Se liguem:

Cavalo

E por aqui encerro, dizendo apenas que só o que obtemos, é aquilo que atraímos. Então, se fodeu legal, filho da puta. Obrigado ao leitor Paulo Screath pela imagem digna de aplausos.

Sugestões no [email protected] ou no Facebook.

Até a próxima. Beijo na bunda. :)

Written by Peu

Namorado da Miss Sombra, sou apaixonado por voar e por música. Um Pernambucano que gosta de tudo um pouco.
"Sou o coração do folclore nordestino, eu sou Mateus e Bastião do Boi Bumbá. Sou o boneco do Mestre Vitalino, dançando uma ciranda em Itamaracá. Eu sou um verso de Carlos Pena Filho, num frevo de Capiba, ao som da orquestra armorial. Sou Capibaribe num livro de João Cabral.

SOU MAMULENGO DE SÃO BENTO DO UNA, vindo no baque solto de um Maracatu! Eu sou um alto de Ariano Suassuna, no meio da Feira de Caruaru. Sou Frei Caneca do Pastoril do Faceta, levando a flor da lira pra Nova Jerusalém... Sou Luis Gonzaga e eu sou mangue também.

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte.

Sou Macambira de Joaquim Cardoso. Banda de Pífano no meio do Canavial. Na noite dos tambores silenciosos, sou a calunga revelando o Carnaval. Sou a folia que desce lá de Olinda, o homem da meia-noite puxando esse cordão... Sou jangadeiro na festa de Jaboatão

Eu sou mameluco, sou de Casa Forte... Sou de Pernambuco, sou o Leão do Norte."

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