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Sereias [Megapost]

Olááááá leitores bizarros!!

Pois é!! Infelizmente para muitos, aqui estou eu. VIVO! Sobrevivendo aos últimos dias de carnaval desse ano de 2013. Depois recomeço a publicar corriqueiramente aqui.
Ai, ai… então… to meio perdido aqui. Tô com sono, faz algumas horas (+- 28 horas) que não durmo. Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

E o que pode nos interessar? Sereias, lógico!
Sim! Sereias mesmo. Mas calma púbere mancebo e tenra varoa! Não é nada de ficção não. Trata-se de um documentário da Discovery exibido pelo Animal Planet em Maio de 2012 (que foi ao ar no Discovery só em Junho, que incongruência!) que reflete sobre uma possibilidade plausível de Neandertais, em um passado estimado em sete milhões de anos, terem permanecido nas regiões costeiras, dando início a uma ramificação na escala evolutiva humana: às – vulgarmente conhecidas – sereias. SÓ ISSO! MAIS NADA! E como se isso fosse pouco…

Já falei muito, né? Não? Que bom!
Sim? Dane-se! rs

Gostaria de avisar de antemão que o vídeo principal tem 1h29m de duração. Por isso, caso possam (ou queiram), pré disponham-se confortavelmente em seus assentos de maneira relaxada com uma pipoca, pão de queijo, hambúrguer, cachorro-quente acompanhado de alguma bebida e assistam. Vale a pena curtir esse documentário que eu demorei 3 horas pra enviar e o YouTube me trolla. Quase 1 giga de arquivo. rss

Vamos por etapas… primeiro “ar fotinha”.

Para uma breve descrição de cada foto, é só ler embaixo da mesma.

Pra ficar um pouco mais sinistro, vou postar um vídeo que é mostrado no documentário mas não de forma completa.

Antes de postar o vídeo, uma introdução bem bacana que eu encontrei buscando internet afora.
Primeiro um texto para elucidar o que vem por aí, depois um vídeo com uma… bem… uma senhorinha muito mais lúcida do que muito leitor daqui do IÉB. rs

Há algum tempo o governo americano realizou um insólito pronunciamento sobre a existência de sereias, o ocorrido foi motivado por um polêmico documentário do canal Discovery Channel que aborda o mito sobre elas.

Tive a oportunidade de assistir o programa, exibido aqui no Brasil pelo canal Animal Planet. O documentário é baseado nas informações de 03 cientistas que entraram em contato com uma nova espécie de animal na Africa do Sul.

Após vários testes, tudo indicava terem encontrado uma espécie desconhecida de primata aquático. Se as informações são verdadeiras, eu não sei! Mas o documentário consegue ser bem convincente.

A show não só aborda a suposição da criatura encontrada ser uma “sereia” e de como o governo sul africano e americano estão encobrindo as provas, ele também revive uma teoria por muito tempo esquecida, a Teoria dos primatas aquáticos. Admito que antes do programa eu nunca havia ouvido falar sobre ela.

O primeiro autor desta teoria foi o patologista alemão, Max Westenhöfer, reforçada pelo trabalho do biólogo inglês Alister Hardy em 1960. Eles sugeriram que os antepassados do ser humano, iniciaram e viveram uma fase semi-aquática, colhendo moluscos e outros animais no litoral.

Seria nesta fase que os hominídeos perderam a maior parte do pelo do corpo, aumentaram as camadas de gordura sobre a pele e ficaram com a postura ereta. É uma teoria rejeitada pelo mundo científico, assim como um dia, foi considerado absurdo os elefantes terem um ancestral semi-aquático, hoje algo amplamente aceito.

A teoria dos primatas aquáticos é defendida por alguns poucos cientistas, uma delas é Elaine Morgan. Encontrei uma palestra de Elaine, onde ela expõe seu ponto de vista e explica parte da teoria dos macacos aquáticos, além de elencar fatos que, talvez, sejam os motivos para seu trabalho não ser levado a sério.

Quem não estiver familiarizado com o pensamento de Darwin e de Mendel, é só dar uma lidinha bem en passant abaixo:

A teoria de Darwin sobre a seleção natural foi brilhante até onde pôde, mas logo se chocou contra um obstáculo sério. Segundo as observações de Darwin, as características pessoais são passadas dos pais para sua prole em medidas iguais: dessa maneira, uma mãe inteligente e um pai estúpido produziriam filhos de inteligência mediana. Isso colocou um problema para a seleção natural.

Pois ainda que um indivíduo “superior” aparecesse em uma espécie, essa característica superior seria gradualmente diluída através da reprodução. Mesmo Darwin ficou engasgado com isso, e em resposta modificou sua teoria, incorporando a proposição de Lamark de que a forma de criação, assim como a natureza, deve guiar o desenvolvimento individual.

Darwin, entretanto, havia suposto que as mudanças evolucionárias aconteciam gradualmente; essa hipótese logo foi provada falsa. William Bateson, na Inglaterra, e Hugo de Vries, na Holanda, descobriram que as espécies parecem evoluir em passos bruscos e descontínuos, chamados por de Vries, em 1900, de “mutações”.

No mesmo ano, Vries se deparou com alguns artigos publicados uma geração anterior pelo monge austríaco Gregor Mendel (1822-1884).

Embora esse trabalho tivesse sido ignorado durante sua vida, Mendel, trabalhando com simples pés de ervilhas, tinha levado a cabo a descoberta de leis da hereditariedade que revolucionariam a biologia e traçariam as bases da genética.

Por sete anos, de 1856 a 1863, Mendel cruzou e produziu híbridos de plantas com características distintas – plantas altas com plantas anãs, ervilhas amarelas com ervilhas verdes e assim por diante.

Ele observou com surpresa que tais características não são diluídas nem resultam em meio-termo, mas se mantêm distintas: o rebento híbrido de uma planta alta e de uma anã era sempre alto, não de tamanho médio.

Ervilhas amarelas cruzadas com ervilhas verdes produziam ervilhas amarelas, em vez de ervilhas verde-amareladas.

E, ainda mais interessante, quando Mendel miscigenava os híbridos altos, a geração seguinte retinha as características distintivas encontradas nas plantas “avós”: a maioria era alta, porém mais ou menos um quarto delas eram anãs.

Da mesma forma, a terceira geração de plantas do cruzamento amarelo/verde eram 75 por cento amarelas e 25 por cento verdes.

Mendel logo deduziu a matemática por trás desse fenômeno. As plantas, como os mamíferos, têm dois “pais” e cada um aparentemente contribui com características (alta ou anã, amarela ou verde) para as gerações subseqüentes.

Portanto, embora a característica de tamanho pequeno possa desaparecer na segunda geração, ela vai aparecer em alguns indivíduos da terceira; dessa maneira, a segunda geração (híbridos altos) deve ainda conter “instruções” para produzir rebentos pequenos. De fato, tais instruções devem vir em pares, um par de cada pai, e um elemento do par é passado para cada rebento da terceira geração.

Mendel chamou isso de “lei da segregação”: características herdadas são passadas igualmente por cada um dos pais, e, em vez de se misturarem, elas se mantêm separadas.

Isto é, cada uma das características é gerada por um par de instruções, com as instruções «dominantes” determinando a aparência da prole e as instruções “recessivas” mantidas latentes. (As características recessivas aparecem somente quando ambos os fatores em um par são recessivos.)

Além disso, de acordo com a “lei da variação independente” de Mendel, a contribuição de cada pai com um fator é algo governado pelas leis da probabilidade – fatores dominantes não têm maior probabilidade de serem passados adiante do que os recessivos. Características herdadas também são independentes: as instruções para altura não têm nada a ver com as instruções para a cor.

Embora a questão da hereditariedade seja geralmente bem mais complicada do que o cruzamento de ervilhas, Mendel havia se deparado com um princípio genético fundamental.

Tão logo as descobertas de Mendel foram cruzadas com a biologia da célula, a genética emergiu como um novo campo. Com o melhoramento dos microscópios, os biólogos foram capazes de observar que as células se reproduzem dividindo-se em duas, e que cada célula resultante herda metade de cada cromossomo do original. Em idos de 1870, foi também descoberto que, quando um esperma fertiliza um ovo, os cromossomos se combinam.

Essas duas observações juntas explicam o mecanismo básico da hereditariedade. Os “fatores” de Mendel foram eventualmente renomeados de genes’, e descobriu-se que cada par de cromossomos em uma célula carrega vários pedaços de informação genética.

De um modo geral, a genética abriu caminho para uma linha darwiniana modificada: a evolução se processa algumas vezes por mutação súbita, com as novas características sendo passadas geneticamente, mas principalmente pela variação genética natural (recombinação de genes).

Em cada caso, a natureza “seleciona” as mudanças favoráveis à sobrevivência e rejeita as mudanças que não são para melhor (como são geralmente as mutações radicais).

Além disso, há inscrições na antiga biblioteca de Alexandria sobre Bérose e seu encontro com o povo Apkallus

 

Bérose
Sacerdote babilônico refugiado na Grécia, Bérose nos deixou de um encontro o relato com os extraterrestres: os misteriosos Apkallus, seres semelhantes a peixes, vivendo em escafandros e que teriam trazido aos homens os primeiros conhecimentos científicos. Bérose viveu no tempo de Alexandre, o Grande, até a época de Ptolomeu I. Foi sacerdote de Bel-Marduk na babilônia. Era historiador, astrólogo e astrônomo. Inventou o relógio de sol semicircular. Fez uma teoria dos conflitos entre os raios dos Sol e da Lua que antecipa os trabalhos mais modernos sobre interferência da luz.

Sybila a famosa profetiza era sua filha.

O mundo dos Apkallus
Imagem
A História do Mundo de Bérose, que descrevia seus primeiros contatos com os extraterrestres, foi perdida. Restam alguns fragmentos, mas a totalidade desta obra estava em Alexandria. Nela estavam todos os ensinamentos dos extraterrestres.

Quanto ao povo Apkallus, só postei para não perder minha vertente “lunática” de ufologia. rs
DraftL, PORRA! Cadê o vídeo?
Calma! O que se faz antes do sexo? Dar um amasso, ficar naquela animosidade toda, correto? Então já que o libido está nas alturas, segura mais um pouco. MENTIRA! Assista(m)!

E então, meu caro leitor? Depois de ler tudo isso… qual é a sua opinião? Abrir a mente custa alguma coisa?

Fontes:
http://forum.intonses.com.br/viewtopic.php?f=89&t=5463
http://www.mundodrive.com/2012/08/teoria-dos-primatas-aquaticos-e-o-caso-da-sereia-da-africa-do-sul.html
http://www.mundovestibular.com.br/articles/386/1/AS-LEIS-DE-MENDEL/Paacutegina1.html

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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