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Relatos Bizarros #08

Sim! Ele chegou! Está de volta com toda a sua garrafa, ferocidade, inverossimilidade e verossimilidade e a porra toda!

Peço desculpa aos leitores que ansiavam a chegada semanal do Relatos Bizarros. Estive ausente um tempo mas não pulem de alegria chorem. Eu voltei! rs

Não sabe como enviar o seu relato? Simples, meu chapa!

Ha três meios

O primeiro: basta clicar aqui e você será direcionado à nossa página de relatos.

O segundo: envie-nos um e-mail -> [email protected]

O terceiro: basta começar a ler os relatos que, ao final, haverá um formulário idêntico ao da nossa página de relatos para preencher com sua história surpreendente.

A título de esclarecimento: se o seu relato não apareceu aqui, não fique chateado. Nas próximas semanas ele com certeza aparecerá. Eu posto os relatos por ordem de chegada. Basta só aguardar. Semana que vem tem mais, não se preocupem! :)
Seus relatos com certeza aparecerão só basta esperar!

Hajimemashou, ne?!

 

#01

Nome: João

Bom… conheci o trabalho deste site hoje dia e por incrível que pareça resolvi desabafar e relatar o que já aconteceu comigo … bom em 2007 minha irmã já fazia facul… e minha mãe resolveu leva-la ao ponto do BUSÃO,era noite, eu estava em casa assistindo chaves.. na época tinha 11 anos, a porta estava entre aberta der repente de supetão escutei um baque muito forte na porta,como pensei q era minha mãe mandei entrar… sem nem sequer olhar. Foi o meu erro quando a porta se abriu tinha uma criatura estranha, vestindo uma capa preta,com umas insignias cujo o significado nunca encontrei… me encarando com olhos EXTREMAMENTE VERMELHOS,metade homem metade cavalo igual a um centauro ou sei lá oque é isso passou-se,os 10s mais longos da minha vida,a porta ficava relativamente longe do sofá por impulso ou instinto dei um pulo e uma ” voadora ” pesada na porta é a fechei. Escutei então a criatura trotando… igual a um cavalo e se direcionando a ”rede” que estava colocada nos fundos ficou meio q balançando não sei.. não tive coragem de olhar,por 10 min ate minha mãe chegar, relatei isso a ela q é bem religiosa, não acreditou muito.. fiquei vendo aparições depois disso. 2 anos mais tarde mudamos de casa e minha avó veio morar conosco então uns 10 dias depois.. ela meio que incorporou uma entidade não sei bem oque foi aquilo… depois deste dia fui mais atormentado ainda… vendo ela naquela forma.. e macacos gigantescos no meu quarto.. bom gente esse foi meu relato VERÍDICO! Hoje tenho 16 anos… ainda vejo algo as vezes mais não sou mais consumido pelo medo. obrigado ao site por dar essa oportunidade as pessoas. de relatarem desabafarem :)

 

– Vish! Minha mãe diz que não devemos mandar entrar se não temos certeza do que/quem é. E sempre quando eu ouço alguém me chamando no portão, vou ver e não há ninguém, eu digo: “Volta e diz que não me encontrou”. Sei lá, né?! Vai que…

 

#02

Nome: Vinicios

Bom, tenho cerca de 5 coisas absurdas, então iriei compartilhar de acordo com os ”tempos”.

Vamos lá, quando eu era pequeno, fui no centro da cidade com minha mãe e minha avó comprar meu brinquedo de aniversário ”atrasado”. Na volta, dentro do onibus, sentei com elas naqueles bancos do fundo, e como criança, ja escolhi o lado da janela. Durante o caminho, quando o onibus parou no ponto, vi um senhor atravessando a avenida bem devagar, com uma roupa xadrez vermelha e verde (sim, eu fiquei observando ele) e fiquei achando engraçado por ele andar corcunda e tal, porem quando ele entrou na frente do onibus, o onibus acelerou e eu automaticamente comecei a gritar ”AJUDA O HOMEM, O CARA ATROPELOU ELE”, minha começou a pedir pra eu ficar calmo e todos começaram a me encarar de uma forma estranha. O onibus continuou, e minha mãe ficou olhando pra ver se tinha mesmo algum senhor naquele ponto, mas não tinha mais ninguém.

– Crianças sempre têm imaginação fértil. Entretanto, sempre têm mais ligação com os espíritos. E você leitor? O que acha?

 

#03

Nome: Rafaela

Nasci e morei em uma cidade pequena até meus 10 anos de idade. Ficavamos eu, minha irmã e meu primo, na casa de nossa avó, enquanto nossos pais trabalhavam. Minha avó morava em uma casa localizada em um morro, alto, de onde dava para ver toda a BR que cortava a cidade…
Certa tarde, estavamos brincando no terreno quando um caminhão carregado de tora passa na BR e prende nossa atenção, pelo tamanho e velocidade que estava… um minuto após o caminhão desaparecer na curva, que era “tapada” por uma montanha, o barulho da batida veio a tona.
Minha avó desceu a rampa que ligava sua casa a rua, seguida de nós três, como toda criança, muito curiosos.
Corremos até o trevo, e vi a cena mais triste e assustadora de toda a minha vida. Hoje tenho 17 anos e ainda me lembro com clareza do sofrimento daquelas vitimas. O caminhão de tora havia engolido um fusca.
No fusca estavam o motorista, um senhor que havia pedido carona com um menino no colo, uma mãe amamentando seu bebê, e mais duas meninas.
O culpado pelo acidente ter ocorrido, não foi o caminhoneiro que estava em alta velocidade, mas sim o motorista no fusca, que estava com uma perna engessada, e não conseguiu tira-la do acelerador…
A cena, das duas meninas presas as ferragens do que sobrou do fusca, nunca irá sair da mente. Me lembro das vozes que pediam socorro e do choro do bebê. Me lembro das pernas senhor de um lado, e o corpo de outro. As meninas sobreviveram por milagre e o bebê por ter rolado pra baixo do banco e por isso não ter sido amassado.
Fiquei chocada com a cena, só pensava nisso o tempo todo.
Fui para minha casa, e no meu quarto havia um sofázinho, desse de crianças, uma boneca sempre estava sentada nele. Mas depois do acidente, quem eu via sentanda no sofá eram as meninas. Acredito que por ficar tão chocada, já que ambas haviam sobrevivido.

– Estresse Pós-Traumático. Espero que já esteja melhor do ocorrido.

 

#04

Nome: Bianca

Bom, tudo começou quando o meu avô morreu 1 semana antes do aniversario do meu irmao ha 8 anos atras, no momento todos ficaram tristes com sua morte e tal.. mas passou, entendemos que a vida era assim. Porem no dia seguinte exatamente as 00:00 um relogio, que meu avo amava comecou a badalar ao mesmo tempo em que seus sinos dos ventos tocavam. Na hora todos ficamos assustados, mas resolvemos ignorar, mas isso nao parou apenas no dia continua ate hoje. Todos os dias exatamente as 00:00, o relogio do meu avo toca junto com os sinos do vento sem nenhum vento! Acabamos nos acostumando, mas lembro que quando era pequena isso me assustava muito, hoje penso que meu avô esta ao meu lado sempre, pelo menos espero que seja ele ne..

 

#05

Nome: Will
Sempre procurei julgar de modo racional os relatos sobrenaturais de que ouvi falar, mas confesso que até hoje é muito difícil pra mim explicar os acontecimentos que se sucederam após a morte de minha avó.
Ela faleceu em 29 de Junho de 2005, vítima de uma complicação com uma úlcera que havia muito a molestava. Ela sempre foi clarividente, e via e sentia coisas que nenhum de nós podia. Dizia que via pessoas conhecidas dela já falecidas com muita naturalidade e rezava por elas, pois apesar de tudo,sempre foi muito católica. Quando era pequeno, achava que era tudo balela, mas hoje não duvido de mais nada.
Durante uma semana após a morte, coisas estranhas começaram a acontecer na casa onde ela morou. Eu, meus pais e meus avós morávamos em Porto Velho Rondônia (onde moro até hoje) na época e ela tinha deixado sua casa em Xapuri no Acre para um filho dela, e uma vez por ano todos passávamos as férias lá. Ela sempre dizia que morreria lá, que era sua terra natal e mais conhecida por ser a terra do famoso sindicalista Chico Mendes, assassinado em 1988. A casa dele distava uns 50 metros da dela.
Dito e feito, ela caiu doente na mesma noite em que chegávamos em Xapuri pra passar as férias. O estado dela se deteriorou rapidamente, mas ela melhorou por um dia e visitou todos os seus amigos, caindo doente no fim do dia. Ela foi internada e ficou na UTI em Rio Branco, de onde não saiu viva.
Feitos os preparativos para o velório e o enterro, todos estávamos consternados, quando as coisas começaram a ficar estranhas.
Ela tinha uma bisneta chamada Lavínia, com cerca de um ano na época, com que adorava brincar e que sempre dizia pra ela:”Laviniazinha, que pena que não vou poder estar por aqui pra ver seu próximo aniversário!”, o que de fato aconteceu.
Pois bem, de repente, na mesma noite do enterro de minha avó, a Lavínia se pôs a olhar o vazio e começava a rir, como se alguém estivesse brincando com ela. Ria como se alguém fizesse cócegas e percebemos que mesmo quando ela ficava séria, começava a rir quando a colocávamos diante de um quadro de São Francisco de Assis, pertencente á minha avó. Isso parou exatamente uma semana após a morte dela.
Minha tia, nora dela, também tem experiências desagradáveis com espíritos, pois desde sua infância ela passou por experiências assustadoras que contarei em uma próxima oportunidade.
Cerca de dois dias após a morte de minha avó, minha tia estava lavando a louça fora de casa, em cima de uma mesinha próxima ao poço; era umas 10 horas da noite, quando de relance ela viu um vestidinho azul quadriculado que minha avó adorava esvoaçando ao vento dentro de casa. Isso gelou seu sangue, mas ela sabia que ter medo era pior. continuou lavando a louça, e quando acabou, ela jura por Deus que viu claramente minha avó, com o mesmo vestido quadriculado azul e perguntando se ela queria ajuda com a louça. Reunindo toda a coragem, ela conseguiu falar numa voz fininha:”Não, obrigada, Dona Maria!” e entrou rapidamente em casa, trancou a porta e se enfiou embaixo das cobertas, tremendo da cabeça aos pés.
Todos viemos ver o motivo do surto da minha tia, e quando vi, ela estava tremendo, mal segurava nas mãos um copo de água com açúcar; e reparei que seus lábios estavam quase brancos de pálidos. Por nenhum motivo queria sair da cama até de manhã. O marido dela, filho da minha avó até rondou a casa na esperança de vê-la também, mas nada viu. Isso me deixou bastante impressionado, o que deve ter contribuído para que o próximo fato estranho acontecesse justamente comigo.

Você já teve um sonho tão real que é completamente indistinguível da realidade? Que acorda até na dúvida se aconteceu ou não? Pois tive esse sonho na madrugada do sexto pro sétimo dia após a morte de minha avó.
Ainda estávamos em Xapuri, mas o sonho começa na nossa casa em Porto Velho, onde estávamos eu e meu avô assistindo televisão. Minha avó sepre gostava de Nescau e toda noite meu avô fazia pra ela. Pois no sonho eu sabia que minha avó tinha morrido, mas meu avô estava tinha deixado um nescau fervendo no fogo. Eu achei estranho e perguntei:”Vô por quê o sr.tá fazendo Nescau? A vó não morreu?” Ele nada respondeu, apenas ficou olhando para o chão com uma expressão muito triste.
De repente, eu vejo um vulto branco se deslocar rapidamente do quarto até a cozinha, passando pela sala. “Vô, o sr viu isso?”eu perguntei, mas ele se limitou a me fitar com uma expressão de pesar no rosto.
Tentei limpar minha mente, repetindo pra mim mesmo que deveria ter uma explicação lógica pra isso, e estava quase me acalmendo quando eu vejo o mesmo vulto se deslocar da cozinha pra sala, e reconheci o perfil da minha avó. “Não, não pode haver engano, minha avó passou por aqui.” falei. Como na vida real minha curiosidade e teimosia sempre superou o medo, natural que no sonho eu fosse do mesmo jeito.
Comecei a caminhar até o quarto, meio temeroso com o que eu iria encontrar, mas ao mesmo tempo ansioso de rever a pessoa que praticamente me criou. Quando entrei no quarto, ela estava sentada na cama de costas pra porta, com um véu branco na cabeça que ela usava quando rezava o terço. Lembrei do filme OS OUTROS, que tinha uma cena igual. Me aproximei dela e disse: “Vó, é a senhora mesmo?” Ela se virou pra mim, sorrindo e confirmando:”Ora, bebé! Quem mais você conhece que tem minha cara, hein?”(Bebé era como ela me chamava); Era realmente ela, embora aparentasse estar mais nova, ter os cabelos soltos e não estar usando óculos. Na hora, um milhão de perguntas tentavam sair ao mesmo tempo; mas só perguntei”Como foi? Doeu quando a senhora morreu?” e ela respondeu: “Bebé, comparado com o que eu estava sofrendo naquele hospital, morrer pra mim foi um alívio!” e eu continuei “Mas a senhora está bem agora? Alguém cuida da senhora aí?” no que ela responde:”Eu estou muito bem, e não preciso que cuidem de mim; mas por acaso estou aqui com o Zeca e o Cordeirinho! Você precisa ver como está o Zeca, Bebé! Esta parrudão, forte mesmo.”(Zeca era um tio meu, João Alberto de Souza, falecido de AIDS em 2002, muito debilitado e magro. Cordeirinho era João Cordeiro Filho, falecido em decorrência de uma anemia aguda aos 5 anos, na década de 60), ela continuou “E ainda tem o Teté, o Deza…”(Teté é o apelido de meu pai, e Deza o de meu tio, vivos até hoje.) nesse momento, eu a interrompi:”Mas vó, meu pai e meu tio ainda não morreram!” Ela respondeu:”Bebé, o lugar onde eu estou é fora do seu tempo. Passado, futuro não existem lá. Só um presente que dura pra sempre. Eles estão comigo sim, pode acreditar.” Depois disso, eu tive uma longa conversa com minha avó sobre as coisas do lado de lá, e algumas coisas que eu teria que passar no futuro, mas desgraçadamente eu só me lembro do tema da conversa e não da conversa em si, como ela me disse que aconteceria. A única coisa que me lembro vagamente é que ela insinuou que eu poderia morrer afogado, razão da qual até hoje eu passo longe de rios e piscinas. Bom, no fim ela simplesmente disse que tinha de ir. Eu protestei dizendo: “Mas já? fica mais um pouco, ainda é cedo demais.” Eu estava totalmente confortável conversando com minha avó, como se o fato de ela estar morta fosse apenas um detalhe, eu realmente não queria que ela fosse embora. “Bebé” ela respondeu:”Eu só posso ficar até o amanhecer, e já estão te chamando, você não está ouvindo?” eu não ouvi nada, mas de repente ela começou a ficar transparente e eu disse pouco antes dela sumir:”Vovó, eu amo muito a senhora.” e eu ainda pude ver seu sorriso antes ela desaparecer.
No mesmo segundo, eu acordei com meu pai me chamando pra escovar os dentes, que o café já estava pronto. Como acordei na hora do sonho, pude me lembrar perfeitamente dos detalhes, que prontamente contei a quem quisesse ouvir da minha família. Meu pai, meu tio e meu avô ficaram com os olhos marejados com as lembranças dela, a certeza de que ela, o tio Zeca e o Cordeirinho estavam bem, em algum lugar que não podemos compreender.
Depois disso, passei a aceitar melhor a idéia da morte. Me convenci que nossos entes queridos não estão mais separados por essa barreira intransponível e solitária do vazio. Vejo a morte como uma viagem, com a certeza do reencontro; e quando algum parente ou conhecido meu morre, não digo mais “adeus”, mas um “até logo”.

Apesar de parecer inverossímil, eu posso assegurar com riqueza de detalhes que o que foi escrito aqui corresponde exatamente o que ocorreu durante a semana que se seguiu após a morte de minha avó, do dia 29/06/2005 até o dia do meu sonho, 06/07/2005.

Obrigado a todos pela paciência e espero que tenham gostado deste relato tanto quanto eu gostei de escrevê-lo.

– Tecer algum comentário sobre esse relato seria deveras desnecessário. É um diamante já lapidado.

 

#06

Nome: Iago

Minha vó sempre me conta historias, sobre espíritos e etc. nunca acreditei, mas depois de ler essas historias resolvi compartilhar com vocês, deve ter umas 10 historias ao todo, mas a que eu me lembro com maior riqueza de detalhes é essa:

Aqui em Belém teve uma época da historia, chamada de ciclo da borracha aonde veio muitos Portugueses e franceses e principalmente ingleses. Aonde montavam armazéns lojas e etc. enriqueciam e iam embora de volta pra terrinha.

O meu bisavô estava voltando pra casa de a pé, quando avista uma mulher aparentemente normal, que veio conversar com ele, afinal ele era policial. Só achou estranho uma mulher está tarde da noite sózinha na rua, e resolveu acompanhar a dama até sua casa, no caminho ela fala sobre uma caixa cheio de moedas de que ela havia guardado para voltar a sua terra natal , no porão de sua casa. e que lhe daria pois ela estava muito doente, e nao aguentaria a viagem de volta.
Mesmo achando aquilo muito suspeito resolveu ir atras, afinal quem não quer ficar rico, ela só tinha um pedido que se ela viesse a falacer, queria uma missa para ela.
chegando na casa da moça, meu avô notou, que era uma casa Portuguesa muito antiga mas como estava com todos os moveis e as lamparinhas acesas, resolveu ir.
A mulher indicou o caminho do porão e ele foi na frente com a pá pra dessenterar a caixa que ela guardava com medo do marido descobrir e ela com uma lamparina atras, quando ele abre a porta. ele a vista a mulher lá embaixo no fim da escada com a lamparina na mao já com uma roupa diferente, como se fosse um pijama, na mesma hora ele largou a pá e saiu correndo, quando saiu percebeu que nao existia mais nem um movel, e as portas estavam abertas e arrombadas. No outro dia contou a minha bisavó o ocorrido, e o local aonde aconteceu tão assombração.

Foi quando ela lhe contou, que naquela casa morava um portugues muito rico, com a sua mulher, mas o portugues era alcoolatra e a sua mulher com todo aquela agonia resolveu guarda seu dinheiro pra voltar pra portugal pra morar com seus pais, e ela guardava as patacas de ouro dentro de uma caixa de charutos, só que nas vesperas de viajar ela pegou tuberculose que a matou, mas antes de morrer ela enterrou a caixa no porão. QUando a mulher morreu o portugues, voltou para sua terra, deixando a seu armazen e tudo mais. diz a lenda que quem procurar a caixa de manhã só encontrará carvão enterrado, só quem procurar a noite encontrará o tesouro.

Se é verdade ou não eu nao sei, só sei que a casa continua lá, quem é de Belém a casa é uma daquelas na beira do ver-o-peso, e qualquer conversa rapida com qualquer flanelinha daquela região vai ratificar que já foram encontrado varias caixas com artigos de ouro, nos casaroes que foram tombados pelo patrimônio histórico de belém.

– A época deve ter sido a partir de 1830 até por volta de 1920 no norte do Brasil. Me corrijam se eu estiver errado mas é mais ou menos isso. :)

 

#07

Nome: Carolinne

Bem, eu tenho muitos relatos a fazer. Acontecem coisas desse tipo com minha família toda e sempre dizem que minha família tem a mediunidade muito aflorada… Enfim… Vou contar dois que aconteceram diretamente comigo.

1º- Eu tinha uns 8 ou 9 anos de idade, estava em casa, de noite, com meus pais e meu irmão na sala vendo tv. Estávamos todos na direção do portal que dividia a sala da cozinha. Só lembro que a visão periférica de todos nós (nossa, meus olhos ficam cheios d’água ! rs) viu uma laranja PULAR da fruteira, atravessar a cozinha, bater no fogão e cair no chão. Foi algo digno de IéB! A laranja não caiu da fruteira… Foi como se alguém tivesse jogado a bichinha pro alto e ela caiu do outro lado da cozinha! A gente não sabia o que fazer! Fomos na cozinha olhar, não tinha nada, não tinha ninguém! Pânico total dentro de casa! haha

2º- Eu tinha 5 anos e morava na primeira casa da qual me lembro ter morado (Acreditem, tenho 21 anos e já me mudei 10 vezes!). Eu sempre acordava mais cedo que todo mundo nos fins de semana pra ver desenho. Um dia eu estava deitada no sofá, com o resto da família dormindo em seus quartos, e vi meu primeiro vulto!! (EEEEE!) Era um homem com o corpo muito parecido com o de um tio meu, meio fortinho, vestindo blusa branca e calça jeans clara, mas ele não tinha cabeça. Quando virei a cabeça pra olhar, não tinha ninguééém! Fiquei APAVORADA! Corri pro meu quarto, me escondi debaixo dos cobertores e NUNCA contei pra ninguém!
Um belo dia, eu já com meus 16 anos, estava em uma outra casa, em outro bairro, na sala com meu primo, quando minha mãe entra em casa branca que nem uma vela: “GENTE, ACABEI DE VER UM HOMEM ALI NO QUINTAL!!”
Queridos bizarreiros, não sei oq me deu, as palavras simplesmente saíram da minha boca involuntariamente: “Ele era baixinho, meio fortinho como meu tio X, com blusa branca, calça jeans e sem cabeça?”
Minha mãe conseguiu ficar mais branca ainda, suando, e perguntou como eu sabia! rs Eu não sabia! Só sabia que sabia! Deve ter alguém perseguindo minha família nessa porra.. Deus me livre!

– É o espírito Nômade. Ele tende a assombras as famílias beduínas. Falando nisso, leitores… olhem quem pode estar aí do seu lado ou atrás de vocês. <Risada do Maléfico 666>

 

#08

Nome:  Kleber

Bem eu tinha uns 18 anos quando isso aconteceu, e acreditem foi verdade:
Eu vim de um trabalho que eu fazia para ganhar a vida era numa lanchonete perto de casa mas pelo fato de meu bairro ser muito perigoso eu nunca fazia o mesmo trajeto para chegar ate em casa; Era por volta de umas 00:30 minutos quando vim eu e minha sombra somente pela rua era uma noite que ventava muito porem não fazia frio, quase nunca faz frio por aqui, quando estava eu a vim por uma rua paralela a minha foi ai que tive a experiência assustadora de esta sendo seguido,neste bairro se você esta sendo perseguido é assalto na certa mas foi quando olhei para trás que fiquei mas assustado não era nada , foi ai que tudo começou meu nome foi gritado pela minhas costa em tom de desespero não sei porque mas não olhei para trás , a uns dez passos a frente meu nome foi falado pela minhas costas em tom de desprezo pela mesma voz , continuei a não olhar não sei porque não olhei nem muito mesmo fiquei apavorado mas fiquei um pouco tenso por essa situação a final não tinha “nada” nas minhas costas,logo após este 2º chamado me deu um calafrio daqueles que dói até nos ossos continuei caminhando ate chegar num ponto do caminho que dava em um encruzilhada neste momento foi o ponto final da experiência a mesma voz só que num tom que só quem fala é muito intimo foi bem próximo da minha nuca me dando um arrepio estarrecedor falando a seguinte frase : ( você não vem não ) , nessa hora me apossei da minha crença sou CRISTÃO ,e continuei andando pois se tratava de algo sobrenatural e então consegui chegar em casa sem nem ao menos olhar para trás , no outro dia ao comentar com a minha vó ela com os olhos cheio de lagrimas me explicou que ali muito antigamente morava um homem que erá adepto de magia negra das pesadas e que alguns casos a relatos que ele queria praticar ate sacrifícios humanos e que em seu leito de morte téria prometido levar varias almas para o outro lado se verdade ou não a historia do “bruxo”, eu não sei mas as vozes foram tão claras como a que vocês que por ventura lerem este relato esculta quando conversam com alguém .

– O cérebro pode pregar muitas peças mas nem todas é ele quem prega. Abram seus olhos e expandam a sua mente. Tudo o que vemos, em verdade é invisível. Átomos! E cremos nisso.

 

#09

Nome: Dútsa (nome bacana hein!)

Bem, desde sempre meus pais me levavam a igreja. Minha mãe é católica e meu pai evangélico, eu sempre fui mais apegada com meu pai e por isso eu ia mais na igreja que ele frequentava mas como eu era criança eu sempre pensei “ah tadinha da minha mãe, hoje vou com ela” coisa de criança né gente, mas era assim eu sempre alternava. Bom, não posso dizer que aconteceram coisas só uma única vez porque não é verdade.

Teve uma vez que eu estava em casa só eu e meu pai, meu pai na mesa lendo a Bíblia e eu deitada no sofá vendo um filme de tubarão não lembro o nome enfim, mas quando eu olhei para o braço do sofá onde meu pé tava encostado eu vi uma menina vestida de branco, com cabelos lisos, sentada com as mãos repousadas no colo.

Outra vez eu estava na sala brincando com meu pai e eu vi o vulto de um amigo do meu irmão que sempre frequentou minha casa, e eu perguntei pro meu pai se ele tava aqui e ele disse que não. Contei o que vi e ele sempre repreendeu.

Eu sempre morei em prédio, no mesmo condomínio desde que me entendo por gente e aqui a gente sempre gostou de brincar de “Quem grita mais alto” nas entradas. Uma vez eu, minha irmã e umas amigas nossas estavamos brincando e tal, dai chegou a vez de uma amiga da minha irmã ela gritou super alto e foi como se curto tempo do grito dela fosse o tempo de eu “ter uma visão” com o cara “amigo” mais velho nosso, ele dava balinha, dinheiro pra comprar balinha e era casado. Enfim, nesse curto tempo eu vi (eu juro que vi, prometo), tava claro super clara a imagem como se eu estivesse vendo um filme. Um homem de capa preta batia na porta desse senhor e ele entrava. Voltei pra casa chorando, aquele choro de soluço contei pra minha mãe, pro meu pai e me apoiaram oraram, mas uns dias depois esse senhor matou a esposa asfixiada e a após a morte a facada. Esse senhor não ficou preso por muito tempo por ser idoso. Mas segundo ele, ele disse que bateram na porta ele olhou no olho magico e viu um homem pedindo pra entrar e o induziu a faze-lo. Eu superei, mas sou meio grilada com essas coisas.

Enfim, acho que já chega.

– Chega não! Se tiver mais nos envie!

 

#10

Nome: Karina

Não sei muito por onde começar, já aconteceram várias coisas de estranhas comigo, vou contar detalhadamente uma historia apenas.

No ano passado foi terrível para mim porque eu costumava a ver muitos vultos, acordava quase sempre com alguém chamando meu nome, ou até mesmo via as coisas em meu quarto logo que acordava.

Isto eu vou guardar para o resto da minha vida, eu estava dormindo quando senti alguma coisa meio pesada nos meus pés, pensei ser o meu gato (sim meus gatos costumam dormir comigo todas as noites, sem exceções) só que estava mais pesado do que costumava ser mas estava morrendo de sono para poder abrir os olhos e ver o que era então simplesmente ignorei por muitas horas e aquilo parecia se mexer nos pés de minha cama eu não havia notado nada de estranho até que senti um peso sobre mim, como eu poderia descrever… Era como se alguém estivesse deitado ao meu lado em cima de minha coberta, aquilo me incomodou muito (minha cama é do lado da parede, e em baixo de uma janela e o peso que estava sentindo era pro lado da parede só pra constar) foi quando senti um vento gelado no meu pescoço como se alguém estivesse respirando logo atrás de mim. A essa altura eu já estava totalmente sem sono poderia ter sido só impressão… Ouvi alguém chamando meu nome, como era a voz da minha mãe eu pensei que ela estava precisando de algo e então abri meus olhos, assim eu também aproveitava para ver o que era que estava causando aquele tamanho peso na beira da minha cama e logo atrás de mim, do lado de minha cama mas quando abri os olhos vi a imagem de um garoto que aparentava ser um adolescente parecia ter cabelos escuros mas podia ser também só imaginação, peguei o óculos que estava ao lado de minha cama (uso óculos) e o coloquei pensando que quando eu o coloca-se iria ver que não era nada de mais, que poderia ter sido um objeto, algo que fizesse ter a impressão de que era uma pessoa realmente pra minha surpresa mesmo depois de ter posto o óculos continuei a ver aquela figura olhando para mim na beira da minha porta, não consegui ver o rosto mas sabia que seu cabelos era escuro e sua pele parecia ser bem clara na mesma hora gritei e tampei meus olhos com a coberta e esperei que minha mãe chegasse ao meu quarto, quando ela veio contei que tinha ”alguém” em meu quarto, ela olhou e olhou até verificou se a porta estava trancada e estava então pediu para que voltasse a dormir.

Quando voltei a dormir não demorou muito para sentir algo na beira da minha cama e um peso se formando agora perto de meu travesseiro, parecia que estavam passando a mão em meus cabelos. As horas se passaram e finalmente o despertador tocou, era umas 6:00 da manhã e estava na hora de começar a me arrumar para ir a escola (estudo no período da manhã), notei que meus gatos não dormiram comigo e achei estranho mas tudo bem. Quando terminei de me arrumar, assim que entrei no quarto de minha mãe para dizer tchau ela me disse que havia sonhado comigo então eu perguntei o que era e ela me disse exatamente assim:

” Eu acordei e fui andando pela casa e vi a porta do seu quarto aberta então eu entrei lá e vi você dormindo”
eu disse: ” e o que isto tem demais?”
ela me respondeu: ” você não estava sozinha….”
Eu fiquei com medo e perguntei ”porque”
Ela disse:

”Havia duas garotas no pé de sua cama, parecendo que estavam dormindo, estavam com uma cara de triste, havia outra que estava sentado perto de sua cama mexendo em seus cabelos, também tinha uma pessoa que estava deitada ao seu lado” Estava apavorada quando ela foi e disse:
” E também tinha um garoto que andava pra lá e pra cá no seu quarto, parecia ser um adolescente, tinha cabelos escuros, era magro e pálido. Eu iria te acordar mas ele pediu para que ficasse quieta pois não gostava quando você acordava, disse que sempre se assusta quando o vê mas mesmo assim ele vinha fazer companhia anoite enquanto dormia pois sabia o quanto você vivia sozinha e triste. Ele disse que não queria fazer mal algum para você e que gosta muito de ti”

Quando me falou isto, cara, eu fiquei P A R A L I Z A D A porque não tinha contado para ela se tinha visto um menino ou uma menina nem se era um rapaz, criança ou adulto e muito menos mencionei que tava sentindo alguém mexendo no meu cabelo, sentindo alguém atrás de mim e nos pés de minha cama. Depois ela pediu para mim rezar por todas estas pessoas e quando chegou a noite eu fiz isto, quando foi por volta de umas 3 e 15 senti alguém mexendo em meus cabelos como se estivesse querendo me fazer dormir e quando foi por volta de umas 4 e 50 não senti mais nada e durante alguns dias não aconteceu nada de bizarro comigo.

É isto. Desculpas pelos erros de português.

– Vish! Me deu um tremendo arrepio agora. Só pra não perder a oportunidade, vamos lá:

Pai nosso,

que estais nos céus,

Santificado seja o Vosso nome.

Venha a nós o Vosso reino.

Seja feita a Vossa vontade,

Assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje.

Perdoai-nos as nossas ofensas

Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

Não nos deixeis cair em tentação,

Mas livrai-nos do mal.

Ámen!

 

#11

Nome:  Marcelo

Bem, meu relato não é lá assustador para quem o ler, mas garanto que para mim foi bastante.

Tinha eu, meus 13 ou 14 anos eu acho, quando normalmente, quase todas as tardes eu me trancava no quarto as vezes a tarde, mas na maioria das vezes a noite para estudar. Eu sempre tive duvidas sobre fantasmas, espiritos, tudo sobre o oculto, até mesmo desde menor tinha certeza que era Ateu, mas isso não vem ao caso, não necessariamente. Minha família em geral nunca foi fanática a religião ( família por parte de minha mãe ), mas minha irmã era evangélica daquelas apegadas mesmo a religião e sempre falava aquele bla bla bla todo de crente que eu nunca acreditei até hoje. Hoje ela não é mais da igreja e meus pais que são, coisa bem bizarra, o futuro prega cada peça né ? Voltando ao relato, eu estava estudando deitado em minha cama, e como sempre fui alto, meus pés sempre ficam fora da cama, então eu senti não levemente, mas bem perceptível algo puxar meu dedão do pé e logo me levantei achando que fosse brincadeira de minha irmã ou dos meus pais que sempre fomos muito brincalhões uns com os outros. Pois bem, a porta estava trancada, mas mesmo assim fui a sala e perguntei se algum deles teria puxado meu dedo do pé e eles zombaram de mim quando disse que senti mesmo que algo teria puxado. Nessa mesma noite, fui o último a ir para a cama, nunca gostei de ficar a noite perambulando no escuro pela casa, mas estava com sede e com vontade de ir ao banheiro. Primeiro, no caminho a cozinha ouvi um barulho muito alto de pratos quebrando lá, mas era cético a paranormalidade dessas e fui tranquilo a cozinha, onde tudo estava em ordem, não acreditei quando vi, pois eu havia ouvido barulhos muito fortes. Bebi água e retornando ao quarto, passei pelo banheiro, quando estava lá fazendo minhas necessidades, olhei para a porta que estava aberta e dá de cara com o quarto de minha irmã, estava tudo quase totalmente escuro, quando olhei para o canto da porta e vi uma cabeça, somente a cabeça sem olhos, e pálida, no lugar dos olhos dois buracos enormes pretos e os cabelos caindo pelo rosto, coisa bem bizarra que vinha do meu quarto. Não acreditei na hora, fechei os olhos, abri denovo e ainda estava ali, eu não pude acreditar, sai correndo para a sala e liguei as luzes. Até hoje não ponho meus pés para fora da cama ao dormir, não deixo portas abertas e durmo bem antes de todos… por precaução, pois nunca se sabe se essas coisas voltarão ou quando voltarão…

– Minha porta é de frente pra cama, com eu sou alto, se eu não dormir na diagonal meus pés ficam para fora da cama e meu quarto é num corredor escuro que a única luz é a da cozinha que sempre deixamos acesa. E eu leio os relatos durante a noite também. MAS AINDA BEM QUE NADA me aconteceu. E nada vai! ¬¬

 

#12

Nome:  Wallison

Bom essa História pode parecer meio “Fake” Mais é PURA VERDADE VIVIDA POR MIM e meu amigo.

Era segunda-feira…
Eu e meu amigo Luciano fomos ao parque das Nações Indígenas.Chegando Lá, nós fomos em rumo a lagoa.
Foi ai que tudo começou a ficar estranho…
nós vimos um tipo de estrela caindo rumo a floresta, mas estava de dia e tinha um puta sol, eu como ufólogo quis logo ir atras.
Eu e meu amigo fomos atras da tal estrela
chegando perto do local aonde agente achava q tinha caído a tal “estrela”
encontramos alguns militares que falaram:

Militar: O que vocês estão fazendo aqui?
Eu; Estávamos caminhando. Porque?
Militar; Vcs não podem caminhar por aqui! É uma area pirigosa

Logo afrente dos militares tinha um caminhão que mais parecia uma ambulância por dentro.
Perguntei pq eles estavam aki.
Eles falaram;

militar; Nós fomos chamados para uma denuncia de onça por aki

Perguntei o que os militares tinham haver com onças?
o militar não soube responder
e mandou nós voltarmos

Foi ai q eu vi uma coisa q me deixou louco praticamente obcecado:

Uma estrutura de metal achatada mais parecida como um “prato”
eu vi muito rápido num deu para ver muito detalhes
também havia um homem com um terno preto
parecendo que estava em um funeral

eu fui embora correndo
meu amigo Luciano falou q iria ficar para espionar
eu falei q era má ideia mas ele quis ficar…
No outro dia eu fui que nem louco na casa dele querendo saber o que tinha acontecido…
Luciano falou q ele tinha visto coisas q Ninguém nunca tinha visto antes
ele me falou que praticamente tudo q você vê em sites de óvnis ou ufos, são reais…
perguntei para ele:

Mais como eles são? e o q você viu me fale!!!
Luciano olhou para mim com uma cara de assustado e falou
“não posso”
e falou para mim ir embora
Eu falei para ele não falar nada para ninguém do que tinha ocorrido
Mas Luciano não conseguiu guardar segredo….
No outro dia…
Um monte de gente da escola veio me perguntar oque tinha ocorrido, perguntar se o q Luciano falou era verdade, eu não felei nada para eles.
nervoso com o Luciano por ele ter falado sobre aquele dia
fui na casa dele falar a respeito
Quando cheguei lá a mãe dele estava desolada chorando aos berros no chão
cheguei e falei com ela

EU– O que foi Tia?Cada o Luciano?

ELA — “ELES O LEVARAM”

EU– COMO ASSIM ELES???

E ELA APONTOU PARA O CÉU E FALOU

“ELES”

Faz 2 Dias Que Meu Amigo Luciano Sumiu
Estou com Muito Medo….
Vivo Só Trancado Em Casa…

– Realmente parece ser mentira. Mas vai que… Ah! E quanto aos homens de terno, seriam os famosos Homens de Preto? Por acaso, vocês já ouviram falar neles?

 

#13

Nome: Jô

Não sei bem como começar, mas tá valendo…
Era maio ou junho de 2002, estávamos minha mãe, meu pai, meu primo e eu passando um tempo em Itapeví, pois meu pai estava trabalhando com meu primo lá e eu e minha mãe havíamos montado uma ” lanchonete” , ou quase, por lá. A gente conversava com muitas pessoas, trabalhavamos do lado de um canteiro de obras, então muitos funcionários iam lá, almoçavam, tomavam café, essas coisas. Dentre eles, um ” segurança” do canteiro, que na verdade era foragido da justiça, e todos sabiam disso..às vezes eu me assustava com ele, pois eu ia no banheiro que ficava atrás da lanchonete e ele estava com as armas em punho, cheio de cicatrizes pelo corpo e e rosto ( ele sobreviveu ao massacre do Carandirú) tirando ou colocando munição, e sempre perguntava se eu queria aprender a atirar.
Um certo domingo à noite, quando nós chegamos, entramos na lanchonete e logo veio o cunhado desse ” segurança” brincando dizendo: Derrubaram um presunto lá em cima. Fechamos a lanchonete e fomos pra casa.
No outro dia, meus pais saíram lá pelas 05 da manhã, ficamos meu primo e eu, quando eu fui para o banheiro, a energia faltou, e eu gritei pra que ele ( meu primo) me esperasse. Saí do banheiro, entrei no quarto e acendi uma vela logo em baixo do espelho, lá estava eu entretida penteando os cabelos e ouvindo um som estranho, como eu tinha dormido com o rádio ligado, continuei pensando que era ele…até eu me tocar e olhar pra rádio…ele estava desligado e realmente saindo som de suas caixas, olhei para o espelho novamente e ví o tal segurança, atrás de mim, com o rosto e a camiseta laranja cobertos de sangue. O desespero tomou conta, saí correndo gritando pelo meu primo, que estava na porta da sala, rindo me perguntando se eu tava louca. Contei o que aconteceu e saímos rindo, ele me chamando de louca e tentando me assustar até o caminho todo.
Quando cheguei na lanchonete, lá estava o cunhado do dito ” segurança”, chorando e me falou..: O presunto era o ” Carlos” ( vou chama-lo assim), perdemos ele…!
Perguntei logo, como ele morreu?
Ele disse: Morreu com 2 tiros, um no rosto e outro no peito.
Já chorando ( de medo) perguntei qual roupa ele estava…e ele me respondeu que era uma calça jeans e a maldita camiseta laranja…
Meu primo se assustou e veio conversar comigo sobre o que eu tinha visto, afinal, eu ví o sujeito antes de saber que ele tinha morrido…
Quase uma semana depois, o cunhado dele em conversa comigo, me contou que ele queria namorar comigo…mas não sabia como ” chegar em mim”…
Será que por esse motivo eu o ví?
Não sei se veio me avisar, me assombrar ou sei lá o quê..mas a imagem não sai da minha mente, e sempre que falta energia, eu não olho pra espelhos…não mais.

– Posso estar errado mas me corrijam, de acordo com O Livro dos Espíritos, as almas menos evoluídas quando morrem tendem a procurar pessoas conhecidas para tentarem se comunicar e saber o que se passou com elas.

 

#14

Nome: Joaquino

Bom , vai ser um relato simples, mais que me deixou ( na época, e ainda hoje ) muito abismado…

Como alguém normal, eu estudo brinco,mecho no pc e talz… Mais volta e meia tenho a sensação de que já passei por uma situação, como um deja vu, mas isso acontece muito direto… Outra coisa que me aconteceu foi um sonho, muito estranho… Não lembro com detalhes dele, afinal não é muito comum eu particularmente lembrar de um sonho, mas esse, esse eu sempre lembro, no sonho aconteceu +ou- assim:

Estava eu em um local aparentemente escuro, com um chão ondulado, ou como se tivesse bolas que arredondassem o solo… A visão era como se eu tivesse de ponta cabeça, fugindo de algo / alguém que eu nunca soube quem é / foi… EU acordava de noite com medo assustado… Isso aconteceu muito quando eu tinha uns 9 ~10 anos, hj não acontece mais… Só que vai ficar a lembrança para sempre..

– Alguém pode ajudar ao nosso amigo leitor? Alguém entende de sonhos?

 

#15

Nome:  Felipe

Bem, me chamo Felipe, tenho 19 anos, e sou ateu desde os 17. Em todo os anos decorrentes entre os meus seis e dezessete anos de idade, eu sempre tive (muito) medo de espíritos e acontecimentos paranormais. Mas isso nunca me impediu de pesquisar acerca desse assunto, por mais medo que eu tivesse.
Entretanto, durante esses 11 anos de puro cagaço, nunca me aconteceu nada que possa ser classificado como paranormal. O relato a seguir ocorreu justamente quando eu ainda não tinha nem conhecimento da concepção de ‘Paranormal’, quando eu tinha entre 4 e 5 anos de idade, e apesar de improvável, eu lembro exatamente desse momento em especial, mesmo tendo ele ocorrido há 15 anos. Então vamos à ele:
Na época eu, filho único, morava com meus pais em uma kitnet e, como ainda não frequentava a escola, passava a maior parte do tempo brincando sozinho em casa, assistindo TV e desenhando, sei lá. Enfim, fazendo coisas que uma criança pequena sem irmãos faz dentro de um apartamento.
Seguindo essa rotina infantil, toda noite eu ia dormir na minha cama, que ficava no mesmo quarto que a cama dos meus pais. Eles na cama deles, e eu na minha. Acontece que frequentemente, lá pelo meio da madrugada, eu me levantava e ia me deitar entre eles, acredito eu que era por medo dos monstros e das bruxas, afinal, eu ainda nem sabia da “existência” de espíritos e fantasmas.
E foi numa madrugada que algo estranho aconteceu. Eu me lembro de ter adormecido na cama dos meus pais assistindo a um filme na televisão. Era uma TV de 42 polegadas, grande, que ficava numa altura de mais ou menos um metro do chão e com uma luzinha vermelha (sensor do controle remoto) que sempre ficava visível no escuro. Como de costume, eu acordei de madrugada entre meu pai e minha mãe (existe conforto melhor?), e apenas com a cabeça pra fora do edredon, tive uma ampla visão do quarto. E foi aí que o bizarro aconteceu.
Notei que a luz do sensor da TV estava apagado, como se tivesse algo bloqueando-o. Não sei por que ca**lho eu fiquei encarando a TV, esperando o tempo que a visão demora para se acostumar à escuridão. Eu queria investigar a causa da maldita luzinha não estar visível. Conforme minha visão foi se adaptando ao ambiente, distingui uma figura infantil, aparentemente mais velha do que eu (com uns 9-12 anos de idade) de costas pra TV e de frente pra cama em que eu estava. Ela ficou lá parada, me encarando, e eu, encarando ela, mais fascinado do que amedrontado. E assim fiquei por cerca de 30 segundos, sem piscar, esperando uma reação daquela figura. Como estava tudo escuro, a figura não apresentava olhos nem dentes visíveis, era apenas um vulto bem escuro e que ficava parado como se estivesse me olhando. Não apresentava reação alguma.
Com medo, chamei baixinho pela minha mãe e pelo meu pai. Meu pai, como um bom pai, sem ao menos abrir os olhos, resmungou alguma coisa pra mim, provavelmente um palavrão seguido de um “Vai dormir!” (papai s2).
Já minha mãe, acordou, e eu lhe disse: “Olha mamãe, tem um menino ali, tá vendo?” Ela, assustada, olhou na direção em que eu apontei, esperou algum tempo (acredito eu até o suficiente para a vista dela se acostumar à escuridão) e afirmou: “Não tem nada ali, filho.”. E eu, insistindo, disse: “Ali ó, na frente da televisão, tampando a luzinha. Cê tá vendo a luzinha?”. E ela replicou: “Tô filho. Vem, vamo dormir. Isso aí é sono.” Eu me lembro de ter dado uma última olhada na direção do garoto, e lá estava ele, tampando totalmente a luz da TV. Eu, cansado daquele garoto que vinha até minha casa e não se mexia, virei pro lado, adormeci, e não me lembro de mais nada.
Acho que nunca comentei isso com a minha mãe depois desses anos todos. Hoje em dia, munido da meu direito e capacidade de desacreditar tudo o que não me faz sentido, assim o faço. Desacredito tudo que é associado à atividades paranormais, assim como acredito que muitos vão desacreditar a minha história. Apesar disso, ainda sou fascinado pelo assunto e sempre que leio, leio mais como se fosse um conto, uma crônica de um livro, do que algo real. E acho isso muito divertido. Porém, com a minha história, eu sei que é real, até hoje me pergunto: que diabos foi aquilo?

– Não é porque não foi provado, não quer dizer que não exista.  É como a matéria escura, ao mesmo tempo em que a vemos no espaço não conseguimos saber o que é. Voar em 1500? HERESIA!

 

#16

Nome: Thiago

Bom, isso aconteceu quando eu era muito pequenoe inocente naquela época, não duvido dos fatos. Sempre tive aulas de natação, nunca gostei de nadar, mas tinha problemas hormonais e minha mãe me “forçava”, até ai perfeito, nada fora do comum para uma criança. Após mais ou menos 3 anos fazendo natação (tinha 7 anos) conheci um professor, ele era muito engraçado e me fez ter vontade de nadar, e ai cresceu uma grande amizade, depois de meses tendo aulas com ele acordei me sentindo estranho, parecia que toda a felicidade do mundo não existia mais, exatamente como um filme de “Harry Potter” quando os dementadores sugavam a alma, e a primeira coisa que fiz foi contar a minha mãe:
– Alguém vai morrer, eu posso sentir. (o que é muito estranho para uma criança de 7 anos dizer, apenas saiu da minha boca, sem querer)
E ela disse:
– Vira essa boca pra lá, deve ter tido um pesadelo e não se lembra dele.
O dia passou, e na semana seguinte, exatamente 7 dias depois do meu sonho o meu professor teve um acidente de carro, ninguém sabe exatamente o que aconteceu, porém dizem que dormiu no volante (até saiu noticia no jornal). Demorei um tempo para perceber o que tinha acontecido e foi minha mãe que lembrou, o que aconteceu foi um Dejavu.
Alguns anos depois, na mesma escola de natação, estava sozinho tomando banho, e ja estava ficando escuro, senti uma presença, senti até o cheiro do professor, o que me trouxe um sentimento de nostalgia muito grande, como se ainda tivesse aulas com ele e ainda fosse uma criança.

Definição

Nostalgia descreve uma sensação de saudade de um tempo vivido, frequentemente idealizado e irreal.

Nostalgia é um sentimento que surge a partir da sensação de não poder mais reviver certos momentos da vida.

-Eita nostalgia! Eu respeito o seu carinho para com o seu professor mas ao falar de nostalgia me veio um cheiro… de sutiã de uma pessoa que foi especial pra mim. Sim! Isso também é nostalgia. :)

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Agora, caso queiram, preencham o formulário com o seu relato bizarro.

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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