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Relatos Bizarros #09

Olá pessoas bizarras! Sim! Estive away durante a semana toda mas NÃO esqueci de trazer o meu, o seu, o nosso, o da vovó, o do mendigo, o do catador de latinhas – RELATOS BIZARROS.

Chegando agora em sua nona edição de pura putaria emoção.

Bom pessoas, o motivo de estar ausente é a necessidade de leitura árdua para a minha monografia, não espero que aceitem mas que apenas entendam. Até porque nem eu aceitaria ficar sem post do IÉB. E pra corroborar com a falta de posts, é impressionante o que o meu cachorro faz. Cheguei em casa há uns 5 dias atrás e ao chão estava meu fone inteiramente destroçado por dentes caninos, ferozes e irracionais. rs

Não sabe como enviar o seu relato? Simples, meu chapa!

Há três meios

O primeiro: basta clicar aqui e você será direcionado à nossa página de relatos.

O segundo: envie-nos um e-mail -> [email protected]

O terceiro: basta começar a ler os relatos que, ao final, haverá um formulário idêntico ao da nossa página de relatos para preencher com sua história surpreendente.

A título de esclarecimento: se o seu relato não apareceu aqui, não fique chateado. Nas próximas semanas ele com certeza aparecerá. Eu posto os relatos por ordem de chegada. Basta só aguardar. Semana que vem tem mais, não se preocupem! :)
Seus relatos com certeza aparecerão só basta esperar!

Ah! E gostaria de ressaltar aqui uma coisa, galera… comentem! Criem vontade. Faço essa seção enquanto há diversos sanguessugas que só lêem e, podendo ajudar, negam socorro. Não vou estipular número mínimo de comentários porque seria desnecessário. Creio que, se puderem ajudar, ajudem. Alguma coisa é melhor do que nada.

Vamos começar!

 

#01

Nome:  Bruno

Meus pais se separaram quando eu tinha 3 e meio de idade; minha mãe ficou com a casa e com minha guarda e o meu pai teve que se virar. Acabou que ele ( meu pai ) voltou para a casa da mãe dele, a minha vó, que era uma senhora MUITO velha. Então a partir dessa época, a minha rotina mudou : Eu passava os dias de semana da casa da minha mãe, e nos finais de semana, meu pai vinha me buscar para passar uma temporada na casa de minha vó, que era onde ele estava morando.
Passado 3 anos, a rotina continuava a mesma. O meu pai veio me pegar no sábado para me levar para a casa de minha vó, sendo que assim que eu entrei no carro, eu vi que sentada no banco estava a minha prima Miriam; ela iria passar o final de semana na casa da vó também para brincar comigo.
Entretanto, foi na noite desse mesmo dia que os eventos começaram a acontecer. Estavamos eu e ela brincando de ” gato mia ” ( para quem não sabe, é uma espécie de esconde-esconde, mas em um lugar menor e com as luzes apagadas, para achar um ao outro, a pessoa escondida tinha que miar feito um gato para a outra poder localiza-la pelo som ). Acabou que eu fui me esconder e ela me procurar. Escolhi o guarda-roupas, é claro. Foi aí que aconteceu. Já tinham se passado 10 minutos e nada de ela me achar, apesar dos meus ” miados ” frequentes. Eu já estava ficando impaciente, quando de repente eu ouço a porta do guarda-roupas abrindo.O guarda-roupas era daqueles grandes, que tem um espaço por dentro.
Quando a porta abriu, me dei olhando para dois olhos vermelhos na escuridão do quarto. Na hora que vi aquilo, eu fiquei sem reação nenhuma, e fiquei fitando aquele vermelho profundo por bastante tempo, ou pelo menos pareceu que assim fosse. A figura não emitia nenhum som, e nem eu. A entidade então, assim como tinha aberto, fechou a porta do quarda-roupas. Eu só me atrevi a abrir depois de bastante tempo, depois ter rezado para todos os santos. Acendi a luz do quarto e escutei um gemido vindo debaixo da cama, e lá estava a minha priminha chorando e tremendo de pavor, soluçando e chamando pela mãe.
É claro que nem meu pai nem minha vó haviam dado atenção ao caso, porém, não sabem eles que isso voltou à acontecer mais vezes, acho que foram 5 no total. Cinco finais de semana que eu ia para a casa de minha vó, quando meu pai vinha me buscar da casa de minha mãe. A segunda vez foi quando eu tava assistindo TV na sala, que era bem espaçosa por sinal ( A casa de minha vó ERA grande, tinha piscina e tudo ).
Quando desliguei a televisão, a tela ficou preta, obviamente. Exceto por dois pontos vermelhos que se encontravam acima de mim, no reflexo gerado pela tela. Quando olhei para trás, não vi nada, mas eu dei uma carreira ( chorando de medo ) para o quarto do meu pai e decidi passar o resto do dia junto dele.
Posso contar as outras três vezes, mas ficaria cansativo e não gosto muito de me lembrar disso, foram coisas que estão além da imaginação, realmente.
Por curiosidade, os eventos pararam quando minha vó morreu, agora que estou analisando as coisas de forma melhor. Eu continuava indo para a casa da minha vó e ainda vou ( que agora é casa do meu pai, já que a minha vó morreu ). Até hoje meu pai não dá bola para os meus relatos, mas ele me deu uma informação pertubadora dia desses : Quando ele foi morar na casa de minha vó, no dia em que ele se separou de minha mãe, ele me disse que toda noite escutava a minha vó cantando no quarto dela em um idioma que ele desconhecia, mas ele achava que ela ” delírio da idade ” mesmo.

– Bruno, me desculpe mas eu ri sem querer. Fiquei imaginando aqueles olhos vermelhos olhando pra você enquanto você os encarava e dizia: “MIAU (SOCORRO) MIAAAAU! (SOCOOOOORRO)!” Mas que isso foi bizarro foi. Será que foi o Homem da Capa Preta? Não desacreditem do desconhecido.

 

#02

 Nome:  Iroha

Olá, pessoal. Vim aqui dividir uma experiência que tive, e não considero bizarra, mas apenas… diferente.

Eu sou a caçula de 3 filhos, e tive dois irmãos mais velhos. Uso a expressão no passado porque, quando eu tinha 16, meu irmão mais velho foi assassinado no Forte São João, na Urca, a duas semanas de dar baixa no Exército. Ele tinha 19 anos, estava às vésperas de completar 20. Nunca nos explicaram exatamente o que houve. Tudo o que sei é que um dia ele estava se despedindo de minha mãe, com a boca cheia de vitamina, fardado para ir ao quartel, e no dia seguinte, de manhã, chegavam um oficial e um soldado para avisar que esse irmão estava morto. Esses acontecimentos foram há 28 anos atrás, atualmente tenho 44.

Bom, eu fui criada na igreja católica, mas não me entrava na cabeça a maioria das coisas que eles davam como certas. Sei lá, simplesmente não fazia sentido.
Com o falecimento de meu irmão, acabei me tornando espírita, pois racionalmente essa doutrina respondeu às minhas dúvidas, e ia de encontro ao que eu achava sobre almas e vida após a morte.

Na época em que meu irmão morreu, nós cinco (eu, meus pais e irmãos) morávamos num apartamento pequeno. Meus pais trabalhavam, meu outro irmão vivia na rua, então eu ficava muito sozinha. Até aí tudo bem, porque eu via TV, ficava lendo, enfim, ficava bem.
Em duas ou três ocasiões, SEI que recebi a visita de meu irmão falecido no apartamento. Eu estava lá, cuidando das minhas coisas, sem pensar em nada relacionado a ele, e de repente a consciência dele me preenchia, eu passava a ter uma percepção muito além dos sentidos físicos da presença dele em casa, até a densidade do ar mudava.
Não havia nada maligno nisso, nada pesado de forma negativa, apenas ele.
Nas primeiras vezes eu me assustei, delicadamente pedi a ele que se fosse, pois estava me dando medo; quando eu disse isso, a sensação simplesmente evaporou, e eu sabia que ele havia se ido.
Contei à minha mãe, que também é espírita, e ela se emocionou.

Meu pai (atualmente também falecido) era de MG, e na cidade dele havia um centro espírita com uma médium muito boa em psicografia.
Fomos eu, minha mãe e uma tia, para tentar conseguir algum relato de meu irmão mais velho.
As demais pessoas que também aguardavam mensagens esperaram conosco numa sala, e a médium recebia as mensagens e transcrevia. Nem ela (médium) nem nós (parentes) sabíamos quem iria se comunicar. Haviam parentes que poderiam voltar sem uma carta, pois era imprevisível qual espírito viria.
Eu estava sentada quieta ao lado de minhas parentas, só pensando comigo mesma: “Venha dar notícias, venha meu irmão.”
Um tempinho depois, a médium psicografou uma carta dele… que começava assim: “Vim dar notícias, porque minha irmã pediu.”
Eu juro, não comentei nada disso com minha mãe e tia, que estava chamando por ele em pensamento. E fiquei impressionada.
As cartas enviadas por intermédio da médium continham detalhes que só alguém de nossa família poderia saber.

Bom, minha história é essa. Nunca mais recebi visitas de meu irmão, depois que nos mudamos desse apartamento, e a médium que psicografava cartas dele infelizmente também sumiu, acho que mudou de cidade, algo assim.

Acredito piamente no que se passou, e isso me conforta.
Acho que meu irmão não ter mais se comunicado, indica que ele está bem. E é só o que importa.

Desculpem o texto longo, e obrigada por terem lido até aqui. ^^

– Não há do que se desculpar. O relato foi ótimo e interessantíssimo. Eu acredito piamente nessas coisas. É como eu tenho o costume de dizer: para os pessimistas não existe vida após a morte. Para os otimistas, existe vida após vida. E é no último que eu acredito. Obrigado por mais um relato fantástico como esse.

 

#03

Nome: Natalia

E aqui estou eu denovo! ..Li o relato do Daniel Alves e isso me fez lembrar de outro caso bizarro que presenciei e vou compartilhar com vocês…hehe..
Quando eu estava na 8ª série, havia duas meninas na escola, super estranhas..elas nunca falavam com ninguém (exceto entre elas mesmas), andavam toda vestidas de preto e sempre saiu boatos de que, as vezes, elas conversavam de um jeito que ninguém entendia nada. até aí tudo bem.
Um certo dia, no intervalo, eu vi que todo mundo correu pro lado da quadra e eu muito curiosa fui atrás também. Chegando lá, eu vi que era uma briga, mas não de alunos e sim de uma dessas meninas com o inspetor. Pelo o que eu entendi da discussão, uma pomba havia caído na quadra e essa menina queria cuidar dela, mas o inspetor não deixou porqe ela podia pegar alguma doença etc etc.
A discussão acabou. A menina abaixou a cabeça e saiu andando, parecendo estar chorando.
Todo mundo ficou olhando e conversando perto da quadra..quando de repente..Todo mundo correu denovo, agora pro pátio. chegando lá escutei gritos, pessoas chorando e saindo correndo, uma multidão em volta de uma roda, eu cheguei perto pra ver, e pasmem. A menina estava la, se contorcendo no chão, gritando umas frases que ninguém entendia, ela deitava e se arranhava, os inspetores, a diretoria inteira foi tentar segurar a menina, mas ninguém conseguia, ela pulava e rolava no chão, a outra ficava do lado falando pra ela parar com aquilo, até que ela parou e ficou no chão com os olhos virados, nisso, metade da multidão tinha ido embora de medo..Levaram ela embora, finalmente, e lembro que depois disso, nem aula teve no dia, muitas pessoas não queriam mais voltar para a escola, foi a maior confusão, expulsaram as duas meninas e lembro de alunos que tiveram de passar até por psicólogos..Na hora pensei que elas queriam só chamar a atenção, mas seilá..que foi bizarro foi…

– Dorgas? Larguei! Agora sou um espírito contorcionista.

 

#04

Nome: Marcelo

O que tenho a relatar aconteceu quando eu tinha 13 anos. Não me lembro do contexto por completo, mas de um fato que ficou marcado na minha mente.
Lembro-me de estar me preparando para atravessar uma avenida acompanhado da minha mãe, da minha irmã de 10 anos e do meu irmão de 15. Poucos segundos antes de nós colocarmos os pés no asfalto, olhei para o lado e vi uma mulher muito bonita, negra, alta e bem vestida, que pelo visto também pretendia atravessar a avenida. Ela fitou-me e sorriu de forma a me deixar constrangido, talvez em resposta a forma como eu a olhava. O fato é que, minha mãe me puxou pelo braço e no momento em que desviei o olhar da moça, senti uma forte dor de cabeça e fiquei tonto, vindo quase a desmaiar. Falei com minha mãe para esperar pois estava me sentindo mal. Neste instante, olhei para a avenida e vi a mulher ser atropelada bem diante de nós por um carro branco que não me lembro qual era. Ela foi arremessada uns 4 metros e ficou lá inerte e toda ensanguentada. Como uma forma de proteção, minha mãe se apressou em nos tirar daquela cena perturbadora, mas o fato ficou gravado de forma permanente no meu cérebro.
Minha vida está repleta destes lampejos de premonição ou sensação de que algo vai acontecer. Muitas vezes fui salvo da morte por uma fração de segundo ao pressentir algo de ruim. O que me intriga é que não tenho nenhum tipo de controle sobre isso, não é sempre que acontece e a reação é sempre dor de cabeça e sensação de desmaio. Escolhi esse acontecimento, por ser o primeiro, mas há outros que pretendo relatar mais adiante.

– Não perca tempo e nos relate!

 

#05

Nome:  Yan

Uma vez eu fui dormir,eu estava muito cansado.
No meio da noite eu acordei e não conseguia me mecher,falar só mecher os olhos e entrei em desespero,até que se passaram 1 ou 2 minutos e eu voltei a a mecher meu corpo,a falar tambem.
Essa foi a primeira vez.

E até hoje eu tenho isso,mas não me desespero mais.

– Típico caso de paralisia do sono. Espero que tenhamos lhe ajudado, Yan.

 

#06

Nome: Ghost

Chega agora o 1º relato além-mar. Eu nunca fui muito de acreditar nestas coisas e até hoje acho que foi uma ilusão de óptica qualquer ou algo do género.
Isto passou-se na primavera, alguns dias depois de o meu pai falecer.
Era meia-noite quando me deitei para ir dormir, como costumava fazer normalmente, quando sinto que o quarto ficou frio. Fui ver se tinha deixado a janela aberta, coisa que não tinha acontecido, é então que ao virar-me vejo um vulto na porta. A minha mãe e irmã não podiam ser porque já estavam a dormir. Depois do sobressalto inicial o vulto desapareceu. Fui fechar a porta, deitar-me e tentar dormir. Durante a noite acordo e vejo o vulto aos pés da minha cama, pisco os olhos e o vulto desapareceu novamente, foi então que olhei para a porta e vi que ela estava aberta.

– O além mar se fez tenebroso e misterioso. Geralmente quando os espíritos adentram ao quarto há súbitas mudanças de temperaturas, entretanto, em sua maioria, a temperatura abaixa, proporcionando um frio inexplicável.

 

#07

Nome: Tamara

Bem… Isso foi uma coisa bem sinistra que aconteceu comigo.
Estava eu, meu primo, meu tio e minha vó numa casa, em Itanhaém (litoral de São Paulo) que é da minha avó mesmo. Eu tinha 11 e meu primo 12 anos. Devia ser por volta das 8 horas e estávamos EXTREMAMENTE entediados. Então resolvemos fuçar nas coisas velhas de lá, já que minha vó nunca joga nada fora mesmo.
Encontramos um baralho semi-completo, um jogo de dominó e uns smurfs de brinquedo. Como não somos crianças normais, fizemos uma guerrinha com esses objetos que encontramos.
Depois disso, ficamos entediados de novo, e nos sentamos num quarto que tinha lá, onde a gente ia dormir e ficamos conersando, enquanto faziamos uma casinha com as peças de dominó. Até que eu sugeri que fizessemos a brincadeira do copo. Meu primo foi pegar um copo na cozinha, mas minha vó apareceu, e surpreendentemente (até hoje eu me pergunto como ela sabia disso, ELA NUNCA CONTOU) ela nos repreendeu e ainda disse: “vocês querem brincar com o demônio mas ele que brinca com vocês”.
Meu primo olhou para mim com uma cara tipo: WTF e resolveu colocar o copo em cima de uma cômoda. Só que aquela casa SEMPRE teve um clima, uma sensação muito… Anormal, no mínimo. Eu resolvi então conversar com os mortos pelo dominó. Eu e ele juntamos as pecinhas e fizemos o seguinte:
Nós perguntariamos e falariamos 2 números, enquanto cada um pegava 2 peças. Se eu pegasse os 2, era sim. Se eu pegasse um e ele outro, era não.
Ok. Jogo começado, fizemos perguntas bestas, e sempre saia uns números nada a ver. Então começamos a zuar, a fazer perguntas bestas do tipo: “ah, fulano é gay”, “quem ia ganhar o bb era um viado ou uma sapatão”, enfim.
Como não tava dando nada com coisa nenhuma, teve uma hora que eu não aguentei e resolvi perguntar bem sério, em um tom de voz mais alto: SE TIVER ALGO MORTO, ALGUMA ALMA OU COISA DE OUTRO MUNDO AQUI, EU QUERO OS NUMEROS 2 E 5.
Eu peguei 2 peças de dominó e meu primo idem. Quando levantei senti um calafrio. Eu tinha pego as peças 0:0 e uma outra 2:5. Meu primo pegou 2:0 e 5:0. Eu e ele levantamos, saimos correndo e fechamos a porta. Depois sentamos no sofá, demos a mão e começamos a rezar um pai nosso e uma ave maria. 2 horas depois, minha vó tava fazendo crochê e meu tio tinha saído, a luz da nossa rua, SÓ a nossa rua acabou. Ficamos meia hora no escuro, eu e meu primo quase morrendo. Assim que a luz voltou, nós fomos para o quarto, e a minha vó mandou meu primo pegar o copo que ele tirou da cozinha.
Quando ele pegou o copo, o copo estava… TODO embaçado, como se alguem tivesse sei lá, respirado nele.
Nós fomos embora no dia seguinte por que ele quebrou um ovo na minha cabeça. Mas até hoje quando a gente se lembra dessa história, a gente sente uns calafrios.

– Não mexe com quem tá quieto, menina. Deixe-os em paz.

 

#08

Nome: Sabrina

Já enviei um relato e aí vai mais um. Sim, minha vida é complicada e estranha, eu acho. haha
Mas vamos ao que interessa. Há uns 3 meses atrás, meu namorado me trouxe pra casa, mas antes de eu entrar em casa, ficamos no carro conversando um pouco. Quando de repente, sentimos (os dois, não fui só eu) como se alguém tivesse se batido como corpo no carro e o carro balançou um pouco. De início pensei que teria sido um dos meus dois gatos, mas um gato não faria tudo aquilo! Só sentindo pra saber. Até aí tudo bem, fiquei com um pouco de medo na hora, mas passou. Dei tchau pro meu namorado e entrei em casa. Um dia depois ele me trouxe pra casa de novo e eu logo entrei. Como estava tarde e eu não queria acordar meus pais, não liguei as luzes e fui “tateando”. A sala da minha casa fica de frente pra rua, e tem um poste de luz bem na frente, então, mesmo de noite, sempre tem uma breve iluminação. Passei pela cozinha, quando estou passando pela entrada da sala vi um vulto preto na minha frente parado, quase que eu “me bati” nele, levei um baita susto! Dei um passo pra trás e peguei meu celular pra “iluminar” um pouco, mas não tinha mais nada.
Outra coisa que aconteceu, não comigo, mas com minha mãe, meu pai e meu irmão, eu ainda não era nascida, na verdade a minha mãe estava grávida de mim. Enfim, estavam passeando de férias na praia. Meus pais alugaram um casarão pra ficar . Em uma noite (se eu não me engano, ainda na primeira noite) meu pai jogou um travesseiro pro segundo andar, ou seja ele estava no andar de baixo e jogou pra cima, o travesseiro ficou logo depois da escada, não NA escada, mas já no segundo andar. Então foram todos dormir. De madrugada meu pai levantou para ir ao banheiro e se deparou com o travesseiro no andar de baixo. Não tinha vento, não tinha mais ninguém e só ele havia levantado. Na hora meu pai e meu irmão saíram de casa e foram esperar minha mãe no carro (sim, baita sacanagem com a minha mãe), e só foram contar o que tinha acontecido quando ela já estava no carro. Ou seja, deixaram ela sozinha guardando e recolhendo as coisas no casarão.

– Eu faria o mesmo. Só contaria beeeem depois.

 

#09

Nome: Hugo

Eu gostaria de contar um relato que mecheu minha infancia psicologicamente.eu tinha 8 anos e morrava em uma casa em uma rua deserta em um terreno meio abandonado,eu estava dormindo c minha mae quando derrepente acordo s motivo nenhum,entao esculto a janela quebrar ,em seguida esculto passos e vozes na casa,meu coraçao parou,entao esculto pancadas na porta e ameaças de q se eu n abrir ele me mataria,entao chamo minha mae mas ela parecia estar em sono profundo,entao esculto uma arma sendo carregada e teve a contagem3,2,1.. no 1 a porta abriu com uma força inimaginavel,e eu fechei os olhos e gritei altoo,ate minha mae acordar,e quando ela acordou a porta estava arrombada,mas n tinha ninguem.n consegui mais dormir naquela noite.na noite seguinte sonhei q ha muitas decadas atras on antigos donos da mes a casa foram assasinados por asassinos q dpois se mataram.eu me mudeo de lá na semana seguinte.

– Como assim? Quanta raiva em um espírito. o.o

 

#10

Nome: Aline

Olá galera do IÉB. Bom, meu nome é Aline, tenho 30 anos e eu moro em uma cidadezinha no interior do Paraná. Isso q eu vou relatar a vocês agora, se não tivesse acontecido comigo eu não acreditaria. O ocorrido foi no ano de 2001, aqui na minha cidade mesmo. Um vizinho meu e muito amigo também teve um terrivel acidente de moto e veio a falecer, fiquei muito abalada, como toda a nossa comunidade. Eu tenho uma irmã q na época tinha 2 aninhos de idade, e ela era muito apegada ao nosso amigo que faleceu, ele vivia direto la em casa brincando com ela, o nome dela é Julia. Ae como de costume, depois q a pessoa é sepultada tem uma novena q a familia faz pela alma da pessoa, reunindo os amigos. No ultimo dia da novena dele, eu tava no banheiro da minha me arrumando, porque meu namorado viria me buscar pra gente sair. O banheiro da minha casa era na sala, onde tinha uma janela que dava no rumo do muro da casa desse nosso vizinho q tinha falecido. Eu estava la distraída, ainda no banheiro, quando de repente eu escuto chamando a minha irmã com muita alegria: JULIA! JULIA! Escutei duas vezes a voz do nosso amigo falecido chamando pela minha irmã, como ele tinha costume de fazer em vida. Na hora corri pra janela e tive a certeza que ele estaria la, mas claro, não estava. Uma tia minha que estava la em casa ouviu também, minha mãe estava na sala e não ouviu nada. Aí de repente minha irmãnzinha começou a olhar pro teto e começou a falar. Olha mamão o Oto ta la no céu dando tchau pra mim. Oto era como ela chamava ele. Gente naquele momento eu me arrepiei toda, nunca imaginei que passaria por uma experiencia dessa.

– Ponto positivo da história: ele foi acolhido pelos irmãos celestiais rápido. E ainda mandou lembranças para a pequena Julinha. Sempre as crianças com esse dom magnífico.

 

#11

Nome: Débora

Um fato bem estranho me aconteceu e não me esqueço até hoje. Minha mãe, por mais que tenha percebido se recusa a acreditar.

Minha mãe sempre foi bastante católica. Gostava daquelas santos feitos de porcelana. Ela tinha os santos apesar de que a igreja católica nunca acreditou nisso. Enfim, por volta dos meus nove anos de idade, numa manhã estava eu deitada na cama da minha mãe assistindo desenho animado antes de ir pra a escola. (Menciono aqui que do lado direito da cama havia uma cabeceira que em cima dela havia o santo de porcelana de Jesus Cristo e do lado esquerdo havia o santo de porcelana de Maria.)

Antes de me deitar na cama para assistir desenho dei uma passada de olho pelo quarto e percebi que tava tudo direito. Jesus Cristo do lado direito e Maria do lado esquerdo. Liguei a televisão, me deitei e relaxei. Passado alguns minutos, olho para o meu lado direito em direção a cabeceira e me deparo com a porcelana da Maria, e quando olho pro lado esquerdo vejo a porcelana de Jesus Cristo lá! PUTAQUEPARIU, não havia ninguém no quarto, e como as porcelanas se trocariam de lugar assim sozinhas? Como toda criança é medrosa e não pensa em nada a não ser correr, eu fiz isso. Cheguei na cozinha pálida, tentando dizer o que havia acontecido mas eu só gaguejava. Minha mãe viu que a coisa era séria, me deu água com açúcar e pediu que eu explicasse o fato.
Expliquei e fui puxando-a pela mão até o quarto e pra minha surpresa as porcelanas estavam no seu devido lugar. Minha mãe realmente ficou assustada porque estava evidente na minha cara que eu não faria uma brincadeira tão maldosa assim… Mas, ela continuou deixando aquelas porcelanas na cabeceira e eu nunca mais ousei entrar naquele quarto sozinha durante um bom tempo. Hoje em dia, ela não as tem mais. Fiz questão de faze-la jogar tudo no lixo.

– Eu sei o que houve! Jesus e Maria estavam jogando Xadrez, o Rei e a Rainha respectivamente. Não há nada de bizarro neste relato tirando o fato de que não há como o jogo acabar. :) Realmente, é bizarro!

 

#12

Nome: Nícalo (Nome bacana, hein!)

Quando eu tinha mais ou menos 5 anos, eu morava no interior da Bahia. Eu morava em uma casa que ficava em cima da casa da minha bisavó. Como quase sempre minha mãe estava lá, eu desci para ficar com ela, só que ao passar pelo quarto da minha bisavó, eu vi uma mulher penteando seu cabelo em frente ao espelho. Como não a conhecia, entrei no quarto e perguntei seu nome. Ela não me respondeu. Então saí do quarto e chamei minha mãe para ver a mulher, só que quando ela chegou lá, não estava vendo ninguém, mas eu ainda estava vendo a mulher. Como somente eu estava vendo, eu entrei no quarto e comecei a apontar para a mulher que mascava algo, só que minha mãe ainda não a via, somente eu. Minha mãe então chamou minha tia para ver se ela também via a mulher, só que para minha surpresa, ela não a via. Mais tarde naquele dia, minha mãe disse que a mulher poderia ser o “espírito” de uma tia falecida que sempre vivia mascando fumo. Não sei exatamente o que era, mas eu nunca me esquecerei desse dia.
Foi a única vez que eu tive um contato com uma possível “entidade paranormal”.

– Eu creio que todos os dias temos contatos com entidades paranormais. O único diferencial é que não vemos estas entidades, mas elas estão lá.

 

#13

Nome: Fabiana

Eu passava alguns fins de semana na casa da minha tia,com meu primo e minha prima…Era um sábado e eu fui dormir lá,nesse dia um amigo nosso disse que iria também,mas ele não pôde ir,vou chama-lo de Alex.Então…sempre ouvi uns barulhos muito estranhos naquela casa, é uma casa grande,e os quartos ficam perto de um corredor (detesto corredores).À noite,cheguei a ouvir barulhos estranhos vindos da laje,meu primo deixava o skate lá,bola de futebol e outras coisas,cheguei a ouvir o som da bola batendo no chão como se fosse ‘arremessada’ contra ele.Comentei sobre esse barulho com meus primos,e eles me responderam com naturalidade que ‘ja estavam acostumados’.No sábado à noite,estávamos na varanda conversando,quando faltou energia no condomínio,inclusive,houve um assalto numa casa próxima a nossa…Os muros do condomínio não eram muito altos,e do outro lado tinha uma espécie de sítio,a casa da minha tia era a última do quarteirão,colada com esse muro que fazia a divisória entre o condomínio e o mato.Na época,tinha um cachorro enorme,um pastor alemão,na casa.Meu primo o deixou solto logo no portão de entrada,temendo que alguém tentasse pular o muro.Era quase madrugada quando fomos dormir.Todos dormiram,menos eu…No meio da noite fiquei com muita sede,mas não tinha coragem pra passar sozinha pelo corredor,acordei meu primo que estava dormindo no colchão do lado de fora do quarto,e pedi pra ele ir comigo até a cozinha.Pegamos duas velas,e fomos andando,ele estava na minha frente.Quando estávamos chegando no fim do corredor,vi alguém atravessar a sala,vindo da porta de entrava,era nosso amigo Alex…Eu quase morri de medo,porque ele não tinha ido dormir lá.Mas ele passou por mim,eu pude ver claramente quando ele vinha pelo corredor,não foi um vulto,nem nada rápido demais,eu o vi caminhar lentamente em nossa direção,por isso tive certeza de que foi real,ele passou ao meu lado,quando olhei para trás não tinha ninguém.Assim que ele sumiu,eu perguntei ao meu primo ‘o Alex dormiu aqui?’ imediatamente ele respondeu que não.Voltei pra cama me cagando de medo. Não contei nada na manhã seguinte,porque não consegui tocar no assunto,e também não queria assusta-los.Moro perto de um centro espírita,e conheço algumas pessoas que frequentam o lugar,então contei e perguntei o que poderia ter sido…Me explicaram que o espírito sai do corpo durante o sono,e como o Alex tinha marcado com a gente,talvez fosse esse o motivo dele ter aparecido por lá de madrugada.Não sei se é verdade,mas sei o que eu vi…Depois disso e de todos os barulhos que ouvi naquela casa,faz muito tempo que não passo uma noite por lá.

– Exatamente! Geralmente quando acordamos muito cansados sem saber a razão, a causa é derivada de termos trabalhado espiritualmente. Outras vezes, até uma própria viagem astral, por assim dizer, que não lembramos.

 

#14

Nome: Marcos

Bom, este é um relato que aconteceu com minha tia (que por sinal estava grávida de 6 mêses), foi em 1999 numa sexta-feira que antecede a páscoa. Na época minha tia tinha 24 anos (Hoje ela tem 37 anos e vive em SP), e eu estava com meus pais na casa dela, iríamos ficar por lá durante uns 3 dias, no dia anterior ao acontecido (quinta-feira) era por volta das 15:00 (3 da tarde) ela teve fortes dores na região da barriga, as dores duraram por volta de uns 3 minutos, mas logo passaram e ela foi descansar em seu quarto, quando já era de noite logo após a janta, ela foi dormir mais cedo que o normal pois estava já exausta (era por volta das 21:00), e eu fiquei acordado até tarde pois estava lotado com meus trabalhos de escola, quando olhei para o meu relógio vi que era 1:15 da madrugada (já era sexta-feira), estava com muito sono, guardei minhas coisas e quando estava me direcionando ao meu quarto, ouvi gritos da minha tia no quarto dela (fui logo ao corredor que da acesso ao quarto dela, mas não pude fazer nada pois a porta estava trancada, mas parecia uns gritos de agonia, de dor, quando de repente meu tio abre a porta e sai com minha tia sangrando e a leva ao pronto socorro. Na sexta-feira de tarde ouvi meus pais conversando sobre o ocorrido, ouvi minha mãe dizendo que minha tia havia perdido a criança e que ela receberia alta na segunda-feira. Quando minha tia voltou para a casa dela (ainda muito debilitada), ela contou que na quinta-feira teve um estranho sono, ela descreveu o sonho com muitos detalhes: que ela estava de branco deitada em um chão de terra batido, e quando se levantou viu que estava num cemitério usando um vestido branco, e olhou adiante, viu um jovem que aparentava ter uns 28 anos de idade que estava a observando de longe, então ela começou a caminhar e se deparou com uma lápide com o nome do filho que ela estava grávida, Jõao Paulo, foi aí que ela acordou aos gritos.

Não sei se o acontecido tem algo a ver com o sonho, sempre fui cético e já naquela época me considerava (apesar de minha família ser toda católica) ateu, sempre quando me deparo com histórias “sobrenaturais” procuro encontrar uma resposta plausível. Aquele acontecimento me marcou bastante, e me lembro como se fosse ontem.

– Pode ter sido a resposta do subconsciente dela sabendo que perderia a criança realizar um sonho desses. Em verdade, nem sei se é possível. Algum entendedor poderia dar mais detalhes?

 

#15

Nome: Jose T

Bom não sei por onde começar por já que tenho vários relatos de coisas estranhas na minha vida, indireta e diretamente, mas acho q isso acontecia comigo por causa da minha mãe, já q ela foi a única da minha família que também vivenciou essas coisas “também na minha gravidez”. Mas vou falar o que + me intriga. Em 2006 meu pai se inventou de fazer parceria com os irmãos “a pior coisa q ele fez na vida” eles, se juntarão e comprará um ônibus velho, ele chegou a vender a nossa casa para um irmão, e depois disso fomos viajar para uma cidade chamada capinópolis em MG, no começo moramos de aluguel junto com um tio que também estava nisso, passamos uma semana junto com ele, até que ele queria que a gente alugasse logo uma casa, e estranhamente tinha uma casa há duas casas ao lado da casa dele que os inquilinos pareciam q queria logo sair de lá, me lembro de que quando fomos ver a casa o quintal era grande, eles até deixarão uma geladeira velha na pressa, a casa tinha três quartos, uma sala, uma cozinha e um banheiro, e a casa parecia ser velha, os quartos ficavam um ao lado do outro, minha irmã ficou no quarto da frente perto da porta da frente, meus pais na do meio, e eu no ultimo perto da porta de traz que dava ao quintal e só o meu não tinha porta e dava para ver a cozinha, logo na segunda noite me aconteceu algo estranho, eu tinha insônia “e ainda tenho” e estava brincando no celular do meu pai, quando escuto um barulho vindo da cozinha e quando olho eu vejo um vulto negro, na porta do meu quarto, dava para ver na escuridão da noite aquele vulto negro, eu fiquei com medo, e me cobri com o lençol, e acabei adormecendo pouco depois. No dia seguinte acordei muito bem e com uma sensação estranha, como se aquele lugar fosse o meu lugar “não entendo como eu sentia aquilo”. Ai pouco tempo comecei a brigar diariamente com meu pai, quando isso acontecia eu não sei por que eu saia no meio da noite e subia em uma arvore q tinha no fundo do quintal e ficava até amanhecer la, olhando para o nada, até hoje não entendo porque fazia aquilo, meu pai é cético e até hoje não acredita em nada sobrenatural, mas admite q tinha algo estranho naquela casa, porque um certo dia quando ele ia trabalhar, já que ele acordava cedo ainda estava escuro, quando ele saiu e estava abrindo o portão, ele sentiu e chegou a ver alguém de branco saindo da casa e dando a volta na casa e indo ao fundo, ele sabia que estávamos dormindo, ele só chegou há comentar isso muito depois. Então no primeiro dia de aula aconteceu algo que até hoje eu acho estranho e tenho um pouco de medo, meu pai estava indo trabalhar, e todos estavam acordados, eu tava falando com a minha irmã, e sai pra frente de casa, ai meu pai pergunta o que minha irmã tem eu falei que não sabia que quando sai ela tava despreguiçando quando sai, ele foi dar um beijo nela “como de costume” e derrepente começo a escutar meu pai gritando o nome dela, quando fui olhar a minha irmã estava toda rígida e com os olhos virados e ela não respirava e nem tinha batimentos cardiacos pareçia morta, meu pai ficou fazendo reanimação nela até que ela voltou a respirar depois de 3 minutos, e ficamos o dia todo no hospital com ela. Algumas semana depois finalmente saímos daquele lugar, meu pai achou um lugar melhor em MS, e meus tios ficarão lá, fechamos a casa toda e deixamos a geladeira dos antigos moradores la, saímos de madrugada, e quando minha tia acordou e foi checar a casa, diz ela q a casa estava toda aberta, portas, janelas e até a geladeira ligada estava com as portas abertas “tínhamos desligado”, até hoje ainda sinto calafrios em lembrar aquela casa e sei que há algo la, aquela casa me afetava de uma maneira que não sei explicar, e afetou minha irmã tb.

– Esta seria uma ótima casa para o T.A.P.S. analisar.

#16

Nome: Monique

Olá, me chamo Monique, tenho 16 anos e vou contar o que aconteceu com meu avô há muitos anos atrás, antes mesmo do meu pai nascer, aliás, foi ele quem me contou essa história.
Isso aconteceu nos anos 60, meu avô morava em Pernambuco e trabalhava como pedreiro. Tinha um homem que trabalhava com meu avô que vou chamar de X, o X dizia para o meu avô que tinha espíritos na casa dele e que eles ficavam fazendo barulho na cozinha à noite, parecia que estavam derrubando pratos, batendo panelas, etc. Ele dizia também que não conseguia dormir à noite se não estivesse bêbado, pois o barulho que vinha da cozinha era horrível e amedrontador, parecia que tinha alguém destruindo a cozinha, mas no dia seguinte estava tudo normal, como se nada tivesse acontecido, isso acontecia todas as noites. Meu avô não acreditava em nada disso, foi então que o X convidou meu avô para dormir um dia na casa dele para ver se ele começava a acreditar. Meu avô (cabra macho) topou o desafio.
Eles marcaram o dia e lá foi meu avô dormir na casa do X, eles ficaram conversando até uma certa hora da noite, meu avô não bebia nada enquanto o X enchia a cara para conseguir dormir, depois de um tempo meu avô ajudou o X a trancar as portas e janelas e então eles foram dormir. Eles ficaram no mesmo quarto, meu avô numa rede e o X na cama. Depois de um certo tempo, meu avô começou a ouvir os sons vindo da cozinha, barulhos ensurdecedores, parecia que tinha alguém jogando tudo no chão, batendo panela, quebrando copos, mas isso não era possível já que o X morava sozinho e estava dormindo na cama ao lado do meu avô, o X também não tinha nenhum animal de estimação. Meu avô ficou acordado a noite toda em choque. No dia seguinte ele foi perguntar ao X se ele tinha escutado alguma coisa, o X disse que não e que tinha dormido tranquilamente. Quando meu avô disse o que tinha escutado à noite o X não ficou surpreso, eles foram para a cozinha e tudo estava normal, nada fora do lugar. Depois disso meu avô nunca mais dormiu lá rs

– Síeo pudéçi eu matarra mil puke eu sô sujeto homi. Fala sério! Eu me mudaria na mesma hora. Interromper o meu sonho? Um abuso no mínimo.

#17

Nome: Bruna

Nunca vi nem um indício de fantasma, e nem acredito muito pra falar a verdade, apesar de ter medo dessas coisas. Acho que se de fato eu visse um, eu desmaiava na hora, não gosto nem de pensar, não sei como essas pessoas conseguem ver essas coisas e ainda continuar na onde estão sem sair correndo e gritando que nem loucas, como eu acho que eu faria. Bom, o meu caso aconteceu acredito que em 2006, quando eu tinha 16 anos. Não tenho certeza, mas foi mais ou menos nessa época. Não se trata de um caso de fantasmas (como eu disse, nunca passei por isso) e sim uma espécie de premonição. Minha mãe e eu, desde pequena, costumamos ter sonhos muito vivos e algumas vezes tenho uma lucidez incrível nesses sonhos, outras vezes, tanto minha mãe quanto eu, sonhamos coisas que realmente acontecem um ou dois dias depois.

Quando eu nasci, minha mãe teve complicações no pós-parto (aí cabe também outra história bizarra que vou contar depois) e ficou internada sem poder andar, de modo que não pôde cuidar de mim nos primeiros meses, e como meu pai trabalhava e ainda tinha que cuidar da minha mãe doente, eu fiquei com a minha meia-irmã mais velha que tinha aproximadamente 25 anos nessa época. Depois, quando minha mãe pôde voltar com a sua vida normal eu já estava grande e minha irmã estava acostumada a cuidar de mim, dormíamos na mesma cama e etc., então a minha vida toda eu fui muito mais próxima dela do que da minha mãe, chegando a considerar ela como mãe. Só que essa minha irmã ficou mais velha casou, foi morar em outra cidade e eu fiquei com a minha mãe de fato. Na época que aconteceu esse relato, quando eu tinha 16 anos ela já tinha um filho de dois anos eu acho, e mais um bebê de seis meses, sendo o pai deles caminhoneiro.

Tive esse sonho na noite de sexta para sábado, e logo que acordei contei pra minha mãe. Eu estava numa espécie de galpão escuro onde uma pessoa me dizia que eu deveria pegar um carrinho de feira e escolher uma das crianças que ali estavam, eram bebês mortos, dizia essa pessoa, todos eles com três meses de idade. Olhei para um monte de bebês que estavam ali no canto, eram como se fossem um monte de bonecas de carne jogadas e amontoadas, e coloquei um no carrinho. Então eu comecei a ir com o carrinho por uma subida, dentro de um cemitério, com  os túmulos a minha direita e a minha esquerda vinha descendo uma procissão de pessoas todas encapuzadas, vestidas de manto preto e velas na mão. Por enquanto, esse sonho acaba aqui.

Quando contei pra minha mãe o que havia sonhado ela achou super estranho e contou o que tinha acontecido na mesma noite enquanto eu dormia. Ela disse que meu pai acordou com alguém me chamando na rua, e o interessante é que essa pessoa chamava o meu nome completo e não só o primeiro nome, chamou-me várias vezes até que meu pai sai no portão para ver quem era. Claro que não tinha ninguém na rua. Na noite seguinte, sábado para domingo, sonhei que estava com um tio meu andando de caminhão. Ele dirigia esse caminhão pela cidade, e num dado momento eu já não estava mais no caminhão com ele, mas na rua, e assim que eu olhei, vi ele cair no desfiladeiro que tinha ao final daquela rua. Um acidente horrível. Acordei, já era perto das nove da manhã e minha mãe estava conversando com a vizinha na calçada, fui correndo contar pra ela o sonho, pois como eu tenho um monte de sonhos loucos, costumo contar pras pessoas a fim de não esquecer deles. Assim que eu cheguei minha mãe já veio me falando, antes mesmo de eu contar, que a vizinha tinha ouvido alguém chamar meu nome naquela noite, da mesma forma que meu pai, o nome completo, só que ela não teve coragem de ir ver quem era. Ficamos com um sentimento estranho, não de medo, só um sentimento estranho de quem não entende o que aquilo quer dizer.

Mais tarde, na noite desse dia (domingo), ficamos sabendo por uma ligação de um familiar que minha irmã estava indo de caminhão com meu cunhado, visitar a sogra na noite anterior (sábado para domingo) em outra cidade, já era bem tarde quando eles bateram na traseira de outro caminhão. Na mesma noite que eu sonhei com acidente! O meu sobrinho mais velho estava dormindo no pé da minha irmã, quando ela abaixou e colocou ele pra dormir no banco do lado dela, logo após isso aconteceu o acidente e o meu sobrinho de três meses que estava no colo dela, bateu a cabeça no painel do caminhão. Minha irmã quebrou as duas pernas, meu cunhado quebrou o joelho esquerdo, e meu sobrinho mais velho não se feriu, mas o irmão dele, o bebê, ficou em coma durante alguns dias e perdeu parte da visão de um dos olhos, foi um acidente horrível.

Hoje está tudo bem, meu cunhado continua caminhoneiro, meus sobrinhos já estão grandes e ganharam uma irmãzinha, mas me arrepia muito quando eu me lembro desses sonhos, acredito que o sentimento que eles carregam seja devido a ligação muito grande que eu tenho com a minha irmã. Talvez no momento do acidente ela tenha pensado na família. Desculpem o relato grande, tentei abreviar o máximo!

– Realmente… MUITO SINISTRO!

 

Agora, caso queiram, preencham o formulário com o seu relato bizarro.

Written by DraftL

O que está em cima é igual ao que está embaixo e, o que está embaixo, é igual ao que está em cima, para realizar os milagres de uma coisa única.

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